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CINEMATECA DO MAM
AUDITÓRIO COSME ALVES NETTO
JUNHO 2026
10º Festival Ecrã
O Festival Ecrã é um evento de arte e cinema experimental que, através de experiências que questionam a noção e a produção da imagem em movimento, busca estimular a cultura do audiovisual. Ao exibir filmes, games, instalações, artes interativas, performances e videoartes, o Ecrã incentiva novos formatos de produção e exibição dessas obras. Há 10 anos experimentam. Há 10 anos exibem.
Mostra María Barea
María Barea é uma pioneira do cinema feminista no Peru e voz essencial do cinema latino-americano. Celebrá-la é revisitar um cinema que dá voz às histórias que atravessam a América Latina. Sua obra transforma resistência e identidade em imagem, revelando narrativas profundas sobre pertencimento e transformação social. Nesta mostra, convidamos o público a mergulhar no universo de uma das cineastas mais importantes do cinema peruano e latino-americano. Uma experiência de cinema, reflexão e sensibilidade. Curadoria: Lorena Best, Maria Thereza Sotomayor e Marco Dreer.
Cinema experimental em 16mm
O filme de 16mm por muito tempo foi o suporte dos registros jornalísticos e documentais não profissionais, além de gravações de registros familiares. Com menor definição do que o 35mm, porém mais barato e prático, a película 16mm também foi, e permanece sendo, utilizada por cineastas de vanguarda como Maya Deren, Peter Kubelka e Norman McLaren. O cineasta e colecionador Christian Flemm traz à Cinemateca do MAM alguns dos filmes de sua coleção particular, exibindo clássicos do cinema experimental, filmes mais recentes e uma sessão especial dedicada ao cineasta Will Hindle, com três filmes raros, em especial o clássico Watersmith.
3x Miguel Gomes
O cinema de Miguel Gomes trabalha diversos níveis de fabulação, do folclore do interior de Portugal aos relatos de viagem do período da colonização no continente africano, passando pelas infinitas histórias de Sherazade e suas Mil e uma noites. A Cinemateca do MAM presta uma homenagem a Gomes exibindo Aquele querido mês de agosto, lançado em Cannes e premiado em Buenos Aires, Guadalajara e na Mostra de São Paulo; Tabu, premiado no Festival de Berlim; e o recente Grand Tour, que recebeu prêmio de melhor direção no Festival de Cannes de 2024.
Homenagem a Robert Duvall
Robert Duvall teve uma carreira sólida como ator no cinema americano a partir dos anos 1960, filmando com Robert Altman (M*A*S*H*), George Lucas (THX 1138), mas principalmente com Francis Ford Coppola, com quem fez O poderoso chefão e Caminhos mal traçados. O Oscar veio em 1983 com A força do carinho, de Bruce Beresford. Além de sua carreira como ator, Rubert Duvall foi diretor de cinco longas-metragens, entre os quais O apóstolo, em que também foi ator principal, e que exibiremos na Cinemateca em junho.
Mostras contínuas
A Cinemateca do MAM oferece recortes curatoriais recorrentes em sua programação. Sessões que, todo mês, exibem filmes selecionados por compartilharem contextos, temas ou épocas. Este mês, as sessões Incontornáveis reúne filmes essenciais à compreensão do cinema como arte, linguagem e história, que precisam ser periodicamente exibidos e vistos em sala de cinema. Gêneros ao redor do mundo traz obras emblemáticas para a compreensão dos gêneros cinematográficos. Aconteceu 100 anos atrás exibe filmes lançados há um século, entre grandes clássicos e filmes de menor notoriedade, mas de importância histórica. Inéditos contemporâneos traz sessões dedicadas a filmes contemporâneos de destaque que por vezes não entram nas salas comerciais do circuito brasileiro. E Bens danificados exibe filmes em película que, por apresentarem marcas de deterioração, revelam uma experiência fílmica particularmente interessante.
SEG 1 . JUN 14h
Cineclube Terranias. Espectro Restauración, de Felippe Mussel. Brasil, 2022. Documentário. 8’. + Quando o meu mundo era mais mundo, de Frederico Benevides e Déborah Danowski. Brasil, 2025. Documentário. 37′. + Afluente, de Frederico Benevides. Brasil, 2025. Documentário. 30′. Em DCP. Classificação indicativa 14 anos. + debate com Felippe Mussel e Déborah Danowski.
TER 2 JUN . 11h
Curso O gesto documental 2 – Reconhecer, retomar, restituir, com Lúcia Monteiro e Oiara Bonilla. Aula 10. Filme: O manto e o sonho, de Glicéria Tupinambá (Brasil, 2023).
TER 2 JUN . 14h20
Curso Cinema Refratário: documentário e antropologia, com Eliska Altmann (IFCS/UFRJ), Marco Antonio Gonçalves (IFCS/UFRJ) e Tatiana Bacal (IFCS/UFRJ). Aula 10: Sonhos, planos, narrativas. Filme: Touki Bouki – A viagem da hiena, de Djibril Diop Mambéty (Senegal, 1973).
TER 2 JUN . 18h30
Sessão especial. Gabor, de Joannie Lafrenière. Canadá, 2021. Documentário. 101’. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos. Sessão com apoio do Le Festival International du Film sur l’Art (Le FIFA) e do Escritório do Québec em São Paulo.
QUA 3 JUN . 15h
Curso O sonho: o início do mundo com Katia Maciel (ECO/UFRJ – PPGCOM). Aula 9. Filme: Bruscky – Um autorretrato, de Eryk Rocha (Brasil, 2025).
QUA 3 JUN . 18h30
Incontornáveis. Vício frenético (Bad Lieutenant), de Abel Ferrara. EUA, 1992. Com Harvey Keitel, Brian McElroy, Frank Acciarito. 96’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 18 anos.
QUI 4 JUN . 14h
Cineclube Odeon-CineHistória. Quilombo, de Carlos Diegues. Brasil/França, 1984. Com Antonio Pompeu, Zezé Motta, Tony Tornado, Vera Fischer. 119’. Em DCP. Classificação indicativa 16 anos. + debate com o professor Flávio Gomes (UFRJ).
QUI 4 JUN . 18h10
Bens danificados. Metropolis, de Fritz Lang (versão editada com música de Giorgio Moroder de 1984). Alemanha, 1927. Com Brigitte Helm, Alfred Abel, Gustav Fröhlich. 83’. Em 35mm. Legendas em português. Classificação indicativa livre. (Cópia com incidência de fungos nas áreas de imagem e principalmente na banda sonora).
SEX 5 JUN . 16h50
Gêneros ao redor do mundo. Sinfonia do medo (Le Concerto de la peur), de José Bénazéraf. França, 1963. Com Yvonne Monlaur, Hans Verner, Jean-Pierre Kalfon. 75’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
SEX 5 JUN . 18h30
Homenagem a Robert Duvall. O apóstolo (The Apostle), de Robert Duvall. EUA, 1997. Com Robert Duvall, Todd Allen, Paul Baggett. 134’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SÁB 6 JUN . 15h40
Aconteceu 100 anos atrás. Sangue por glória (What Price Glory?), de Raoul Walsh. EUA, 1926. Com Victor McLaglen, Edmund Lowe, Dolores Del Rio. 116’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SÁB 6 JUN . 18h
Incontornáveis. Mulheres diabólicas (La Cérémonie), de Claude Chabrol. França, 1995. Com Isabelle Huppert, Sandrine Bonnaire, Virginie Ledoyen. 111’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
DOM 7 JUN . 16h
Incontornáveis. Quadrilha maldita (Day of the Outlaw), de André De Toth. EUA, 1959. Com Robert Ryan, Burl Ives, Tina Louise. 92’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 7 JUN . 18h
Inéditos contemporâneos. É tão gostoso (Kakô no futari), de Haruhiko Arai. Japão, 2019. Com Tasuku Emoto, Kumi Takiuchi. 115’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 18 anos.
TER 9 JUN . 14h20
Curso Cinema Refratário: documentário e antropologia, com Eliska Altmann (IFCS/UFRJ), Marco Antonio Gonçalves (IFCS/UFRJ) e Tatiana Bacal (IFCS/UFRJ). Aula 11: A ética da palavra e os encontros. Filme: Santa Marta – Duas semanas no Morro, de Eduardo Coutinho (Brasil, 1987).
TER 9 JUN . 18h30
Incontornáveis. A hipótese do quadro roubado (L’Hypotèse du tableau volé), de Raúl Ruiz. França, 1978. Com Jean Rougeul, Chantal Paley, Jean Raynaud. 66’. + Zig-Zag – O jogo do ganso (Uma ficção didática sobre a cartografia) (Zig-Zag – Le Jeu de l’oie (Une fiction didactique à propos de la cartographie), de Raúl Ruiz. França, 1980. 30’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
QUA 10 JUN . 15h
Curso O sonho: o início do mundo com Katia Maciel (ECO/UFRJ – PPGCOM). Aula 10. Filme: Cildo, de Gustavo Rosa de Moura (Brasil, 2008).
QUA 10 JUN . 18h30
Sessão especial. Astros e estrelas, de Floriana Palomino. Brasil, 2026. Documentário. Com Manuel Messias Barros Lima. 16’. + Storm Video, de Samuel Valladares. Brasil, 2021. Documentário. 54’. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos. Sessão com presença dos diretores e equipe dos filmes.
QUI 11 JUN . 14h
Curso Encontros de cinema e canção. Filme: Dona Flor e seus dois maridos, de Bruno Barreto. Brasil, 1976. Com Sonia Braga, José Wilker, Mauro Mendonça. 110’. Em DCP. Classificação indicativa 18 anos. + debate com Rafael Julião (UFRJ), e Nicholas Andueza (Cinemateca do MAM, PUC-Rio). Projeto de extensão realizado pelo professor Rafael Julião que coordena o Polo de Estudos de Canção Popular, da Faculdade de Letras da UFRJ.
QUI 11 JUN . 18h30
Mostra María Barea. Mulheres de El Planeta (Mujeres del El Planeta), de María Barea. Peru, 1981. Documentário. 32’. + Miss Universo no Peru (Miss Universo en el Perú), de Grupo Chaski (María Barea, Fernando Espinoza, Stefan Kasper, Alejandro Legaspi e Margareth North). Documentário. 40’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SEX 12 JUN . 18h30
Mostra María Barea. Domingo de Ramos em Porcón (Domingo de Ramos en Porcón), de María Barea. Peru, 1989. Documentário. 13’. + Semana Santa em Porcón (Semana Santa en Porcón), de María Barea. Peru, 1989. Documentário. 30’. + …Porque queria estudar (…Porque quería estudiar), de María Barea. Peru, 1989. Documentário. 30’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 14 JUN . 15h30
Incontornáveis. Algumas conversas sobre assuntos pessoais (Ramdenime interviu pirad sakitkhebze), de Lana Gogoberidze. União Soviética, 1978. Com Sofiko Chiaureli, Gia Badridze, Ketevan Orakhelashvili. 95’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 14 JUN . 17h30
Mostra María Barea. Antuca, de María Barea. Peru, 1993. Com Graciela Huayhua, María Esther Sandoval, Eduardo Cesti. 75’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
TER 16 JUN . 14h20
Curso Cinema Refratário: documentário e antropologia, com Eliska Altmann (IFCS/UFRJ), Marco Antonio Gonçalves (IFCS/UFRJ) e Tatiana Bacal (IFCS/UFRJ). Aula 12: Intimidade, subjetividade e as imagens. Filme: Grey Gardens, de Albert Maysles e David Maysles (EUA, 1975).
TER 16 JUN . 18h30
Cinema experimental em 16mm. Daniel, de Christian Flemm. Alemanha, 2024. Experimental. 5’. Em 16mm. + Brian, de Christian Flemm. Alemanha, 2023. Experimental. 4’. Em 16mm. + II (Above), de Grace Baggott. Reino Unido, 2023. Experimental. 4’. Em 16mm. + In Limbo, de Daniel Romphf. Alemanha, 2026. Experimental. 3’. Em 16mm. + Prince Hotel, de Karl Kels. EUA, 1987. Experimental. 10’. Em 16mm. + Stellar, de Distruktur (Gustavo Jahn e Melissa Dullius). Alemanha, 2014. Experimental. 3’. Em 16mm. + Não gosto de cinema (I Don’t Like the Movies), de Pablo Pijnappel. Experimental. 18’. Em 35mm. Classificação indicativa 14 anos.
QUA 17 JUN . 15h
Curso O sonho: o início do mundo com Katia Maciel (ECO/UFRJ – PPGCOM). Aula 11. Filmes: Com o oceano inteiro para nadar, de Karen Harley (Brasil, 1997). + Metareal – Laura Lima, de Paula Alzugaray e Ricardo Van Steen (Brasil, 2023).
QUA 17 JUN . 18h30
Cineclube Lemakino. 5X favela – Agora por nós mesmos, de Luciana Bezerra, Luciano Vidigal, Cacau Amaral, Manaíra Carneiro, Wagner Novais, Cadu Barcellos e Rodrigo Felha. Brasil, 2010. Com Thiago Martins, Flavio Bauraqui, Silvio Guindane. 96’. Em DCP. Classificação indicativa 14 anos. + debate com a diretora Manaíra Carneiro.
QUI 18 JUN . 18h30
Cinema experimental em 16mm. Tramas do entardecer (Meshes of the Afternoon), de Maya Deren. EUA, 1943. Com Maya Deren, Alexander Hammid. Experimental. 14’. + Um estudo de coreografia para câmera (A Study in Choreography for Camera), de Maya Deren. EUA, 1945. Experimental. 3’. + Adebar, de Peter Kubelka. Áustria, 1957. Experimental. 2’. + Pas de deux, de Norman McLaren. Canadá, 1968. Experimental. 13’. + Fishs Eddy, de Esther Shatavsky. EUA, 1978. Experimental. 5’ + Stare, de Karl Kels. Alemanha, 1991. Experimental. 7’. Em 16mm. Classificação indicativa 14 anos.
QUI 18 JUN . 19h50
Cinema experimental em 16mm. Watersmith, de Will Hindle. EUA, 1969. Experimental. 32’. + Saint Flournoy…, de Will Hindle. EUA, 1970. Experimental. 12’. + Later That Same Night, de Will Hindle. EUA, 1971. Experimental. 10’. Em 16mm. Classificação indicativa 14 anos.
SEX 19 JUN. 14h
Especial. Lançamento da Plataforma Cine na escola e dos livros Cinemas e educações, iniciativa do grupo de pesquisa CINEAD/LECAV; e Cinema, aprender e desaprender, do Laboratório de Educação, Cinema e Audiovisual, vinculado à Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Classificação indicativa livre.
SÁB 20 JUN . 15h40
Incontornáveis. À beira do mar azul (U samogo sinego morya), de Boris Barnet. União Soviética, 1926. Com Ylena Kuzmina, Lev Sverdlin, Nikolai Kriuchkov. 71’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SÁB 20 JUN . 17h20
3 X Miguel Gomes. Aquele querido mês de agosto, de Miguel Gomes. Portugal/França, 2008. Com Sónia Bandeira, Fábio Oliveira, Andreia Santos. 147’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 12 anos.
DOM 21 JUN . 15h30
3 X Miguel Gomes. Tabu, de Miguel Gomes. Portugal/Alemanha/Brasil/França/Espanha, 2012. Com Teresa Madruga, Laura Soveral, Carloto Cotta. 118’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 21 JUN . 17h50
3 X Miguel Gomes. Grand tour, de Miguel Gomes. Portugal/Itália/França/Alemanha/Japão/China, 2024. Com Gonçalo Waddington, Crista Alfaiate, Cláudio da Silva. 129’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
TER 23 JUN . 14h20
Curso Cinema Refratário: documentário e antropologia, com Eliska Altmann (IFCS/UFRJ), Marco Antonio Gonçalves (IFCS/UFRJ) e Tatiana Bacal (IFCS/UFRJ). Aula 13: Refrações, quebras, recomeços 1. Filme: Sul, de Chantal Akerman (França/Bélgica, 1999).
TER 23 JUN . 18h30
Sessão especial. A antifábula do Papai Noel, de Natália Caruso. Brasil, 2025. Documentário. Com Elis Bernini, Isadora Bernini. 23’. Em DCP. Classificação indicativa 14 anos. Sessão com presença da equipe.
QUA 24 JUN . 15h
Curso O sonho: o início do mundo com Katia Maciel (ECO/UFRJ – PPGCOM). Aula 12. Apresentação dos trabalhos dos alunos.
QUI 25 JUN . 16h
10º Festival Ecrã.
QUI 25 JUN . 18h
10º Festival Ecrã.
QUI 25 JUN . 19h
10º Festival Ecrã.
QUI 25 JUN . 20h
10º Festival Ecrã.
SEX 26 JUN . 16h30
10º Festival Ecrã.
SEX 26 JUN . 18h
10º Festival Ecrã.
SEX 26 JUN . 20h
10º Festival Ecrã.
SÁB 27 JUN . 15h30
10º Festival Ecrã.
SÁB 27 JUN . 18h
10º Festival Ecrã.
DOM 28 JUN . 15h
10º Festival Ecrã.
DOM 28 JUN . 16h30
10º Festival Ecrã.
DOM 28 JUN . 18h30
10º Festival Ecrã.
SEG 29 JUN. 14h
Cine POP. Faroeste caboclo, de René Sampaio. Brasil, 2013. Com Fabrício Boliveira, Isis Valverde, Felipe Abib. 105’. Em 35mm. Classificação indicativa 16 anos. Sessão em parceria com o Centro Pop Barbara Calazans (1ª CAS – Primeira Coordenadoria de Assistência Social da Secretaria Municipal de Assistência Social).
TER 30 JUN . 14h20
Curso Cinema Refratário: documentário e antropologia, com Eliska Altmann (IFCS/UFRJ), Marco Antonio Gonçalves (IFCS/UFRJ) e Tatiana Bacal (IFCS/UFRJ). Aula 14: Refrações, quebras, recomeços 2. Filme: Sobre a violência, de Göran Hugo Olsson (Suécia/Finlândia/Dinamarca/EUA, 2014).
TER 30 JUN . 18h30
Sessão especial. Aikewara – A ressurreição de um povo, de Célia Maracajá e Luiz Arnaldo Campos. Brasil, 2017. Documentário. 80’. Em DCP. Classificação indicativa livre.
PROGRAMAÇÃO ONLINE
As mostras acontecem no Vimeo da Cinemateca do MAM.
JUNHO 2026
Panorama Aberto
Panorama Aberto é uma janela contínua para o cinema brasileiro dedicada à exibição de curtas e médias-metragens. A mostra propõe um recorte em permanente movimento, voltado à produção contemporânea independente, com ênfase em obras de forte expressão autoral e circulação restrita. Sem a pretensão de esgotar caminhos ou tendências, o projeto valoriza a diversidade de olhares e experiências que atravessam o audiovisual nacional, reconhecendo nos filmes uma potência de escuta, resistência e reinvenção.
Em junho, mês do orgulho, o Panorama Aberto dedica sua programação a obras realizadas por pessoas trans e não binárias, propondo um campo de visibilidade que reconhece, nessas produções, não apenas a urgência de seus atravessamentos políticos, mas também a potência estética de seus gestos. A partir de diferentes linguagens, narrativas e contextos, os filmes reunidos elaboram questões de identidade, corpo, desejo, pertencimento e transformação, ao mesmo tempo em que recusam leituras únicas e tensionam formas estabelecidas de ver e representar.
Entre fabulações e experiências coletivas, os curtas apresentados constroem modos singulares de existência e narrativa, afirmando o cinema como espaço de invenção, disputa e presença.
TER 2 – SEG 8
Panorama Aberto. Fronteriza, de Rosa Caldeira e Nay Mendl. Brasil, 2025. 20’. Com Nay Mendl, Diogoló. Classificação indicativa 14 anos.
QUI 4 – 20h
Conversa com Rosa Caldeira e Nay Mendl. Mediação de Macaia Ferro.
TER 9 – SEG 15
Panorama Aberto. Picumã, Sladká Meduza. Brasil, 2025. 19’. Com Kiara Felippe, Veronica Valenttino, Gabriel Lodi, Lui Castanho, Leona Jhovs. Classificação 16 anos.
TER 09 – 20h
Conversa com Sladká Meduza. Mediação de Joaquim Pantaleão.
TER 16 – SEG 22
Panorama Aberto. Fale a ela o que me aconteceu, de Pethrus Tibúrcio. Brasil, 2025. Com Wanderson César, Lucas Bebiano, Clara Maria Matos. Classificação indicativa 14 anos.
QUI 18 – 20h
Conversa com Pethrus Tibúrcio. Mediação de Mariana Carvalho.
TER 23 – SEG 29
Panorama Aberto. Americana, de Agarb Braga. Brasil, 2025. Com Leona Vingativa, Aria Nunes, Laiana do Socorro, Victor Henrique Oliver, Agarb Braga, Mac Silva, Juan Moraes. Classificação indicativa 12 anos.
CINEMATECA DO MAM NO CCBB | PROGRAMAÇÃO EXTERNA
No Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março 66, Centro
Ingressos gratuitos, disponibilizados às 9h do dia da sessão na bilheteria física ou no site.
JUNHO 2026
Digital – A outra volta do parafuso
O cinema digital ainda passa por questionamentos de diferentes ordens, mesmo depois de três décadas de sua presença no cenário mundial. A tecnologia, que revolucionou a produção, distribuição e exibição de filmes, continua inserida em um amplo debate social e conceitual. Como os documentários que abrem e encerram a mostra A outra volta do parafuso indicam, as oposições analógico versus digital, película versus dados ou 35mm versus DCP ainda parecem pautar a compreensão das novas ferramentas de criação audiovisual.
No limiar de outra transformação tecnológica do meio, com a incorporação da inteligência artificial ao repertório de opções criativas, é possível indagar o que teria sido o cinema digital até este momento. Refazendo seu percurso histórico, a mostra procura identificar alguns passos do cinema digital, dando nuances às incorporações técnicas e estéticas mais significativas. A seleção procura chamar a atenção para o que é o digital, seu caráter híbrido que incorpora muitos elementos da tecnologia fotoquímica, e sua conotação simbólica – mais ou menos realista, mais ou menos hiperrealista, sci-fi, fantasioso, virtual.
Ultrapassando a oposição artificial grão versus pixel, a mostra procura demonstrar caminhos e escolhas diante da convivência de tecnologias mais antigas com outras mais novas. A película não entrou em desuso e os diferentes tipos de imagem e som digital compõem uma enorme paleta de opções.
As ferramentas digitais estiveram por muito tempo direcionadas para um resultado final em película. A busca por um processo totalmente digital, da criação à apresentação pública, vai se definindo à medida em que se percebe a compatibilidade entre película e conversão da luz em dados. A história do cinema digital não se resume à mudança do suporte, inclusive porque em seu marco simbólico de nascimento, os filmes realizados com a câmara Sony HDW-F900, o registro ainda é feito em fita HDCam e não em cartões ou discos duros, padrão que se estende aos formatos e câmaras Betacam Digital, MiniDV, DVCam e outros, todos igualmente usando cartuchos de fitas magnéticas. Só com a câmara Thomson Viper, utilizada por diretores como Michael Mann e David Fincher, se passou a uma captura e transmissão de dados crus e aos novos suportes citados, tidos como tipicamente digitais (o sinal o é em todos), lembrando ainda suas virtudes estéticas de registro no “escuro”, advindas da amostragem de cor mais completa e da composição do pixel.
Embora se pense muito em uma evolução de complexidade, por exemplo, quanto à resolução, do 720 e do 1080 para o 2, 4, 8K…, a criação, e a escolha dos seus instrumentos, se divide em tendências de emulação da película (Ataque dos clones), naturalismo (Extermínio), busca de um efeito videográfico mais pronunciado (Lili Chou-Chou), hiperrealismo (Amélie Poulain), e mesmo não-realismo (Gênio do mal). É muito mais significativo que os 4K da câmera Red One M proporcionem o desfoque do fundo do que a definição acurada dos elementos da imagem. Ou ainda que o uso de câmeras não profissionais, como a Canon 5D, além de democratizar a ferramenta pelo seu baixo custo, criem paletas visuais particulares e irredutíveis umas às outras. E que o triunfo da câmera Arri, modelo Alexa, à parte suas funcionalidades mais amigáveis, seja um triunfo do realismo visual mais tradicional.
A revolução digital se estendeu a praticamente todos os campos de criação fílmica – fotografia, montagem, cenografia, etc. – e mesmo os defensores de um cinema em película utilizam em grande medida a chamada “intermediação digital”, como a montagem e o tratamento de cor em computador. O que não é tão conhecido e seja bem mais decisivo para a psicofisiologia da percepção de uma projeção cinematográfica, compreende a tecnologia de iluminação do projetor, que altera mais significativamente a imagem de um filme, em película (carvão ou lâmpada xenon) ou digital (laser fósforo ou laser RGB), do que se há grão ou não. Mesmo no terreno estritamente digital, a passagem dos projetores digitais de lâmpada xenon para os projetores digitais a laser, reconfiguram fortemente cores, profundidade, relevo e muitos outros elementos, sem falar no som, que será objeto de uma outra mostra, dedicada exclusivamente à criação sonora digital no cinema.
SEG 1 . 17h
Digital. Lado a lado (Side by Side), de Christopher Kenneally. EUA, 2012. Documentário. Com David Fincher, James Cameron, Steven Soderbergh. 99’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos.
QUA 3 . 17h
Digital. Em busca da vida (三峡好人/San xia hao ren), de Jia Zhang-ke. China/Hong-Kong, 2006. Com Zhao Tao, Han Sanming, Li Zhubing. 112’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 5 . 17h
Digital. Tron – Uma odisseia eletrônica (Tron), de Steven Lisberger. EUA/Taiwan/Japão/Reino Unido, 1982. Com Jeff Bridges, Bruce Boxleitner, David Warner. 133’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SÁB 6 . 14h
Digital. Guerra nas estrelas: Episódio 2 – O ataque dos clones (Star Wars: Episode 2 – Attack of the Clones), de George Lucas. EUA/Reino Unido, 2002. Com Hayden Christensen, Natalie Portman, Ewan McGregor. 142’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos.
SÁB 6 . 17h
Digital. Colateral (Collateral), de Michael Mann. EUA, 2004. Com Tom Cruise, Jamie Foxx, Jada Pinkett Smith. 120’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
DOM 7 . 14h
Digital. Ondas do destino (Breaking the Waves), de Lars von Trier. Dinamarca/Suécia/França/Noruega/Islândia/Finlândia/Itália/Bélgica/Alemanha/Suíça/EUA/Reino Unido/Holanda, 1996. Com Emily Watson, Stellan Skarsgård, Katrin Cartlidge. 153’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
DOM 7 . 17h
Digital. Cavalo de vento (Windhorse), de Paul Wagner. EUA, 1998. Com Dadon, Jampa Kelsang, Richard Chang. 97’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SEG 8 . 17h
Digital. Corações livres (Elsker dig for evigt), de Susanne Bier. Dinamarca, 2002. Com Sonja Richter, Nikolaj Lie Kaas, Mads Mikkelsen. 113’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
QUA 10 . 17h
Digital. Eu sou um cyborg, e daí? (싸이보그지만 괜찮아/Ssa-i-bo-geu-ji-man gwaen-cha-na), de Park Chan-wook. Coreia do Sul, 2006. Com Lim Soo-jung, Rain, Park Byeong-eun. 107’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SEX 12 . 17h
Digital. Tron – O legado (Tron: Legacy), de Joseph Kosinski. EUA/Índia/Reino Unido/México/Japão/Canadá, 2010. Versão plana/2D. Com Jeff Bridges, Garrett Hedlund, Olivia Wilde. 125’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos.
DOM 14 . 14h
Digital. Em busca do arco-íris (Rainbow), de Bob Hoskins. Reino Unido/Canadá, 1995. Com Willy Lavendel, Bob Hoskins, Jack Fisher. 98’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SEG 15 . 17h
Digital. General Magic, de Sarah Kerruish e Matt Maude. EUA, 2018. Documentário. Com Tony Fadell, Andy Hertzfeld, Marc Porat. 93’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos.
QUA 17 . 17h
Digital. O fabuloso destino de Amélie Poulain (Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain), de Jean-Pierre Jeunet. França/Alemanha, 2001. Com Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Rufus. 122’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
QUI 18 . 17h
Digital. Lúcia e o sexo (Lucía y el sexo), de Julio Medem. Espanha/França, 2001. Com Paz Vega, Tristán Ulloa, Najwa Nimri. 128’. Exibição em digital. Classificação indicativa 18 anos.
SEX 19 . 17h
Digital. Tron: Ares, de Joachim Rønning. EUA/Canadá/Nova Zelândia, 2025. Com Jared Leto, Greta Lee, Jeff Bridges. 119’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 12 anos.
SÁB 20 . 14h
Digital. Atanarjuat: O corredor (Atanarjuat), de Zacharias Kunuk. Canadá, 2001. Com Natar Ungalaaq, Sylvia Ivalu, Peter-Henry Arnatsiaq. 172’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 21 . 14h
Digital. O segredo dos seus olhos (El secreto de sus ojos), de Juan José Campanella. Argentina, 2009. Com Ricardo Darín, Soledad Villamil, Pablo Rago. 129’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
SEG 22 . 17h
Digital. Distrito 9 (District 9), de Neill Blomkamp. África do Sul/EUA/Nova Zelândia/Canadá, 2009. Com Sharlto Copley, David James, Jason Cope. 112’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
QUI 25 . 17h
Digital. O apartamento (فروشنده /Forušande), de Asghar Farhadi. Irã/França/Catar/EUA, 2016. Com Shahab Hosseini, Taraneh Alidoosti, Babak Karimi. 124’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 12 anos.
SÁB 27 . 14h
Digital. O outro lado do vento (The Other Side of the Wind), de Orson Welles. França/Irã/EUA, 1970-2018. Com John Huston, Oja Kodar, Peter Bogdanovich. 122’. + Um corte final para Orson: 40 anos em produção (A Final Cut for Orson: 40 Years in the Making), de Ryan Suffern. EUA, 2018. Documentário. Com Frank Marshall, Peter Bogdanovich, Filip Jan Rymsza. 38’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 28 . 14h
Digital. Dançando no escuro (Dancer in the Dark), de Lars von Trier. Dinamarca/Alemanha/Itália/França/Suécia/Finlândia/Islândia/Noruega/Reino Unido/EUA/Holanda, 2000. Com Björk, Catherine Deneuve, David Morse. 135’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
DOM 28 . 17h
Digital. Frances Ha, de Noah Baumbach. EUA, 2012. Com Greta Gerwig, Mickey Sumner, Adam Driver. 86’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
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