PROGRAMAÇÃO PRESENCIAL
AUDITÓRIO COSME ALVES NETTO
ESPECIAL CAZUZA
SEX 3 DEZ – DOM 5 DEZ
SEX 3 DEZ . 15h
Especial Cazuza. Cazuza – O tempo não para de Sandra Werneck e Walter Carvalho. Brasil, 2004. Com Daniel de Oliveira, Marieta Severo, Reginaldo Farias e Andréa Beltrão. 98’. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 16 anos
SEX 3 DEZ . 17h
Especial Cazuza. Bete Balanço de Lael Rodrigues. Brasil, 1984. Com Débora Bloch, Lauro Corona, Diogo Vilela. 74’. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 14 anos
SÁB 4 DEZ . 15h
Especial Cazuza. Bete Balanço de Lael Rodrigues. Brasil, 1984. Com Débora Bloch, Lauro Corona, Diogo Vilela. 74’. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 14 anos
SÁB 4 DEZ . 17h
Especial Cazuza. Cazuza – O tempo não para de Sandra Werneck e Walter Carvalho. Brasil, 2004. Com Daniel de Oliveira, Marieta Severo, Reginaldo Farias e Andréa Beltrão. 98’. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 16 anos
DOM 5 DEZ . 15h
Retrospectiva Petter Baiestorf. Zombio 2: Chimarrão Zombies de Petter Baiestorf. Brasil, 2013. Com Airton Bratz, Gisele Ferran e Elio Copini. 83’. Exibição em MP4 (H264) Classificação indicativa 18 anos
DOM 5 DEZ . 17h
Especial Cazuza. Olho nu de Joel Pizzini. Brasil, 2012. Documentário. 101’. Exibição em MP4 (H264) Classificação indicativa 12 anos
SEX 10 DEZ . 15h
Retrospectiva Petter Baiestorf. Caquinha Superstar A Go-Go de Petter Baiestorf. Brasil, 1996. Com E. B. Toniolli, Madame Z, Jorge Timm, Cesar Souza. 69’ + Arrombada – vou mijar na porra do seu túmulo!!! de Petter Baiestorf. Brasil, 2007. Com Ljana Carrion, Cesar Souza, PC, Gurcius Gewdner, Vinnie Bressan, Carli Bortolanza e Claudio Baiestorf. 39’. Classificação indicativa 18 anos
SÁB 11 DEZ . 14h30 [VERÃO NO MAM]
Pequenos cinéfilos – AniMAM. AniMAM. Wanda Pimentel de Carol Gonzalez. Brasil, 2020. Animação. 3’26’’. Exibição em MP4 (H264). + AniMAM. Maria Martins de Auá Mendes e Ambrósio Pentú. Brasil, 2020. Animação 2’56’’. Exibição em MP4 (H264). + AniMAM. O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro de PV Dias. Brasil, 2020. Animação. 2’53’’ + AniMAM. Hélio Oiticica de Ambrósio Pentú. Brasil, 2021. Animação. 4’08’’. Exibição em MP4 (H264). + AniMAM. Fayga Ostrower de Nara Normande. Brasil, 2021. Animação. 2’32’’ Exibição em MP4 (H264). + AniMAM. Abdias Nascimento de Adriano Guimarães Cipriano. Brasil, 2021. Animação. 2’30’’. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa livre. Sessão com ativações lúdicas e brincadeiras propostas pela arte-educadora e contadora de histórias Cintia Ricardo.
SÁB 11 DEZ . 17h
Apresentação especial Maxxi Bvlgari Prize. A Week’s Notice de Tomaso De Luca. Itália, 2020. Instalação de vídeo e som em três canais. 60′. Exibição linear. Classificação indicativa 16 anos
DOM 12 DEZ . 15h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Diálogos com o cinema. A Gal and A Gun de Raquel Gandra. Brasil, 2013. Experimental. 2’. + 8 Quadras de Oda Rodrigues. Brasil, 2020. 3’06”. + Dias de Glória de Cervantes Sobrinho. Brasil, 2016. Documentário. 20’57”. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa livre
DOM 12 DEZ . 16h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Por trás da tela. O projecionista de Vinicio Marzano. Brasil, 2018. Documentário. 1’10” + Abelardo de Ane Siderman. Documentário. 15’34”. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa livre
DOM 12 DEZ . 17h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Sessão proibida. Rua da Carioca, 49 de Daniel Mata Roque. Brasil, 2015. Documentário. 18’45”. + Em Busca do Gozo Perdido de Alex Mountfort e Fernando Frias. Brasil, 2007. Documentário. 15’56”. + Cineminha de David Cejkinski. Brasil, 2008. 5”30”. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 14 anos
SEX 17 DEZ . 15h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Sessão protagonistas de cinema. Guarany – Eu sou o menino do Cinema Paradiso de Aline Castella. Brasil, 2019. Documentário. 16’16”. + A Rosa púrpura da Fradique de Débora Filgueiras. Brasil, 2021. Documentário. 13’55”. + Marius Bell em cartaz de George Augusto Silva de Menezes. Brasil, 2021. Documentário. 25’. + Coleção Preciosa de Rayssa Coelho e Filipe Gama. Brasil, 2021. Documentário. 15’. + Drops Cine Marrocos de Fernanda Petit. Brasil, 2020. Documentário. 13’21”. + Cine Aurélio de Kennel Rógis. Brasil, 2021. Documentário. 16’31”. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa livre
SEX 17 DEZ . 17h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Cinema em toda parte. Cine Art 7: Os descaminhos da memória de Phelipe Janning. Brasil, 2007. Documentário. 34’. + Ojú Onà de Clementino Junior. Brasil, 2011. Documentário. 25’ + Salas universitárias de cinema no Brasil de Cíntia Langie. Brasil, 2020. Documentário. 17’50”. + Vozes da Memória de Raissa Dourado. Brasil, 2019. Documentário. 33’28”. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa livre
SÁB 18 DEZ . 15h
Sessão extra. Meu Amigo Totoro (Tonari no Totoro) de Hayao Miyazaki. Japão, 1988. Animação. 86’. Sessão dublada em português. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa livre
SÁB 18 DEZ . 17h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Sessão memórias de cinema. Cinema é drops de Aline Castella. Brasil, 2021. Documentário. 16’. Classificação indicativa 12 anos + Adeus Paissandu de Francis Ivanovich. Brasil, 2021. Documentário. 15’. Classificação indicativa livre + Cinemas de rua de Aracaju de Eudaldo Monção Jr. e Juliana Vila Nova. Brasil, 2021. Documentário. 12’14”. Classificação indicativa livre + Cultural de Armando Lima. Brasil, 2019. Experimental. 06’04”. Classificação indicativa 12 anos + A última sessão de Fernanda Petit. Brasil, 2020. Documentário. 20’. Classificação indicativa livre + Cinema morto de Elivelton Tomaz. Brasil, 2018. Documentário. 1’. Classificação indicativa livre + Cine Metro – Experiência imersiva de Eduardo Calvet. Brasil, 2021. Documentário. 09’07” Classificação indicativa livre
DOM 19 DEZ . 15h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Cinema de rua e novas mídias. Uma invenção sem futuro de Francisco Miguez. Brasil, 2021. Documentário. 22’52” + 101% de Filipe Gama. Brasil, 2020. Documentário. 20’06”. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 10 anos
DOM 19 DEZ . 17h
3ª Mostra Cinemas do Brasil. Sessão subúrbio em transe. Cine Guaraci de Luiz Claudio Motta Lima. Brasil, 2021. Documentário. 14’53”. Classificação indicativa 10 anos + Cine Vaz Lobo: média metragem de Luiz Claudio Lima. Brasil, 2019. Documentário. 47’13”. Classificação indicativa 10 anos. + Making of Cine Vaz Lobo de Vitor Gracciano e Ricardo Rodrigues. Brasil, 2015. Documentário. 14’. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 10 anos
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CINEMATECA ONLINE
Programação gratuita em www.vimeo.com/channels/cinematecadomam
RETROSPECTIVA ANAVILHANA FILMES
A produtora Anavilhana Filmes foi criada em 2005 pelas cineastas e produtoras Clarissa Campolina, Luana Melgaço e Marília Rocha. A produtora é um desdobramento da experiência iniciada no coletivo mineiro Teia, parte de uma série de produções que viriam a ser conhecidas como “novíssimo cinema”, “cinema de garagem” ou “novo cinema independente brasileiro”. Com uma filmografia de forte cunho experimental, sendo a principal contraparte brasileira das tendências estéticas do cinema mundial, como o cinema de fluxo e o crossover com as artes visuais por meio de instalações, a Anavilhana Filmes está consolidada como uma das mais instigantes produtora de filmes no país.
QUA 1 – DOM 5 DEZ
Programa 1. Aboio de Marília Rocha. Brasil, 2005. 73’. Classificação indicativa livre
SEG 6 – SEX 10 DEZ
Programa 2. Acácio de Marília Rocha. Brasil, 2008. Documentário. 88’. Classificação indicativa livre
SÁB 11 – QUA 15 DEZ
Programa 3. Descaminhos (episódio 1) de Marília Rocha. Brasil, 2007. Documentário, 13’. Classificação indicativa 12 anos + Notas flanantes de Clarissa Campolina, Brasil, 2009. 47’. Classificação indicativa livre + Adormecidos de Clarissa Campolina. Brasil, 2011. 6’. Classificação indicativa livre
QUI 16 – SEG 20 DEZ
Programa 4. A falta que me faz de Marília Rocha. Brasil, 2009. Com Alessandra Ribeiro, Priscila Rodrigues, Shirlene Rodrigues, Valdênia Ribeiro e Paloma Campos. 85’. Classificação indicativa livre
TER 21 – DOM 26 DEZ
Programa 5. + Trecho de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr. Brasil, 2006. Documentário. 16’. Classificação indicativa Livre + Girimunho de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr. Brasil, 2011. Com Maria da Conceição, Luciene Soares da Silva, Wanderson Soares da Silva. 90’. Classificação indicativa 10 anos
SEG 27 – SEX 31 DEZ
Programa 6. A parte do mundo que me pertence de Marcos Pimentel. Brasil, 2017. Documentário. 84’. Classificação indicativa livre
NOVEMBRO 2021
PROGRAMAÇÃO PRESENCIAL
AUDITÓRIO COSME ALVES NETTO
SÁB 6 NOV
14h. Mostra Dante 700 anos. Era do gelo 3 (Ice Age: Dawn of the Dinosaurs) de Carlos Saldanha. Estados Unidos, 2009. Animação. 94’. Versão dublada em português. Exibição em Bluray. Classificação indicativa livre. Sessão seguida de masterclass de Hernani Heffner sobre Dante e o Cinema. Classificação indicativa Livre.
DOM 7 NOV
14h. Mostra Dante 700 anos. O retorno glorioso de Dante (Dante’s Glorious Return) de Boris Acosta. Estados Unidos, 2021. Animação. 10’. Legendado em português. Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 12 anos. + O Inferno de Dante: Percam a esperança. (Dante’s Inferno: Abandon All Hope) de Boris Acosta. Estados Unidos, 2010. Documentário. 42’. Legendado em português. Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 12 anos. + Inferno de Dante animado (Inferno Dantesco Animato) de Boris Acosta. Estados Unidos, 2019. Animação. 39’. Legendado em português. Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 12 anos. + A jornada infernal de Dante (Dante’s Infernal Journey) de Boris Acosta. Estados Unidos, 2019. Animação. 8’. Legendado em português. Exibição em MP4(H264).
QUI 11 NOV
18h30. Dia Mundial do patrimônio audiovisual. Homenagem a Cláudio Petraglia. A moreninha de Glauco Mirko Laurelli. Brasil, 1970. Com Sonia Braga, David Cardoso, Nilson Condé, Cláudia Mello e Roberto Orosco. 96’. Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 16 anos.
SEX 12 NOV
17h. Veredas do Patrimônio Audiovisual. O hussardo da morte (El húsar de la muerte) de Pedro Sienna. Chile, 1925. Com Pedro Sienna, Piet Van Ravenstein e Clara Werther. 65’. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos.
SÁB 13 NOV
14h. Veredas do Patrimônio Audiovisual. O hussardo da morte (El húsar de la muerte) de Pedro Sienna. Chile, 1925. Com Pedro Sienna, Piet Van Ravenstein e Clara Werther. 65’. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos.
SEX 19 NOV
14h Retrospectiva Petter Baiestorf. Boi bom de Petter Baiestorf. Brasil, 1998. Com Jorge Timm, CB Rot e João Viola. 12’ Classificação indicativa + Gore Gore Gays de Petter Baiestorf. Brasil, 1998. Com Petter Baiestorf, Cesar Souza, CB Rot. 90’. Classificação indicativa 18 anos.
18h30 Retrospectiva Petter Baiestorf. Sacanagens bestiais dos arcanjos fálicos de Petter Baiestorf. Brasil, 1998. Com Cesar Souza, CB Rot, Petter Baiestorf. 80’. Classificação indicativa 18 anos + Vadias do sexo sangrento de Petter Baiestorf. Brasil, 2008. Com Ljana Carrion, Lane ABC, Cesar Souza, PC, Jorge Timm e Petter Baiestorf. 30’ Classificação indicativa 18 anos.
SÁB 20 NOV
14h Dia da consciência negra. A negação do Brasil de Joel Zito Araújo. Brasil, 2000. Documentário. 92’. Exibição em 35mm. Classificação indicativa livre.
17h Retrospectiva Petter Baiestorf. Bondage de Lady Fuck (Petter Baiestorf). Brasil, 1996. Com Petter Baiestorf, Zé Colmeia, Madame Z, Cesar Souza e Carli Bortolanza. 69’. Classificação indicativa 18 anos + Deus (o matador de sementinhas) de Petter Baiestorf e Carli Bortolanza. Brasil, 1997. 4’. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 18 anos.
QUI 25 NOV
14h Retrospectiva Petter Baiestorf. Blerghhh!!! de Petter Baiestorf. Brasil, 1996. Com José, Madame Z, Haji XXX, Marcos Braun, Jorge Timm, Cesar Souza, 75′. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 18 anos.
18h Mostra Sem Fronteiras: o cinema de Med Hondo. Sessão de Abertura. West Indies, les nègres marrons de la liberté de Med Hondo. Argélia, Mauritânia e França, 1979. Com Robert Liensol, Hélène Vincent e Philippe Clévenot. 110’. Legendas em português. Exibição em DCP. Classificação indicativa 14 anos.
SEX 26 NOV E SÁB 27 NOV
14h Veredas do Patrimônio Audiovisual. Casablanca (Casablanca) de Michael Curtiz. Estados Unidos, 1942. Com Humphrey Bogart, Ingrid Bergman, Paul Henreid. 102’. Legendas em português. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 26 NOV
16h Mostra Sem Fronteiras: o cinema de Med Hondo. Fatima, a argelina de Dakar (Fatima, L’Algérienne de Dakar) de Med Hondo. França, 2003. Com Amel Djemel, Aboubacar Sadikh Ba e Thierno Ndiaye Doss. 93’. Legendas eletrônicas em português. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 14 anos
18h Mostra Sem Fronteiras: o cinema de Med Hondo. Sarraounia de Med Hondo. França e Burkina Faso, 1986. Com Ai Keita, Jean-Roger Milo, Féodor Atkine, Didier Sauvegrain. 120’. Legendas em português. Exibição em DCP. Classificação indicativa 14 anos.
SÁB 27 NOV
17h Mostra Sem Fronteiras: o cinema de Med Hondo. Polisario, as armas de um povo (Polisario, un peuple en armes) de Med Hondo. França e Mauritânia, 1978. Documentário. 85’. Legendas em português. Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 14 anos.
19h. Debate com Brigitta Kuster (artista e professora de estudos de cinema na Humboldt University em Berlim), Thiago Florencio (professor e pesquisador); mediação Janaína Oliveira (curadora e pesquisadora) e Astrid Kusser Ferreira (historiadora, autora, mãe).
DOM 28 NOV
14h Mostra Sem Fronteiras: o cinema de Med Hondo. Seus vizinhos, os refugiados (Les Bicots-Nègres Vos Voisins) de Med Hondo. França e Mauritânia, 1974. Documentário. 102’. Legendas eletrônicas em português. Exibição em 35mm. Classificação indicativa 14 anos.
16h30 Performance Confraria do Impossível “A Voz da Senzala” (área externa do museu)
17h30 Mostra Sem Fronteiras: o cinema de Med Hondo. Não consigo respirar de André Lemos. Brasil, 2021. Com André Lemos. 13’ Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 14 anos. + Híbrido de André Lemos. Brasil, 2021. Com Reinaldo Junior, André Lemos, Cátia Costa e Dani Câmara. 27’. Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 14 anos. + Meus vizinhos (Mes Voisins) de Med Hondo. França, 1971. Documentário. 35’. Legendas em português. Exibição em MP4(H264). Classificação indicativa 14 anos.
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CINEMATECA ONLINE
RETROSPECTIVA PETTER BAIESTORF
SEG 1 NOV – DOM 5 DEZ
Maior nome do horror brasileiro contemporâneo, Petter Baiestorf consagrou todo um novo segmento de produção ao lançar a proposta estética do Kanibaru Sinema, advogando a opção de fazer filmes em qualquer suporte e com qualquer ou nenhum orçamento. Com uma filmografia com mais de cem títulos produzidos em cerca de 30 anos de atividade, com várias durações e tecnologias, que vão do VHS ao digital, o cineasta virou referência de um cinema anti-establishment, consagrado na expressão gorechanchada. Sua obra já foi homenageada em diversos festivais e mostras de cinema e tornou-se objeto de estudos de diversos trabalhos acadêmicos, em especial aquelas ligadas ao Cinema de Bordas. A retrospectiva organizada pela Cinemateca do MAM é a mais completa apresentada até o presente e inclui materiais inéditos e obras não finalizadas que foram recuperadas junto ao diretor e seus colaboradores.
saiba mais
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1666 – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA 16MM
QUI 18 – 27 NOV
Assista em: https://www.mundoemfoco.org/1666festival/
MOSTRA CONTEMPORÂNEA
SESSÃO 1. Rema nascentes de Ж. Brasil, 2021. 16’44’’ + Monologues du Paon de Matthew Wolkow. Canadá, 2020 . 29’ + Pilgrimage to Hålltjärn de Kim Ekberg e Johannes Hagman. Suécia, 2021. 5’40’’ + Amusement Ride de Tomonari Nishikawa. Japão, 2019. 6’. Classificação indicativa livre.
SESSÃO 2. The Long Wail of a Passing Train de Anne-Marie Bouchard. Canadá, 2020. 7’30” + Eternity on a Loop de Isabela Costa. Brasil, 2021. 19’50” + Pérola do Atlântico de João Rubio Rubinato. Brasil, 2021. 19’47” + See My Ghost Passing Away de Yann Pichot. França, 2019. 11’40”. Classificação indicativa 14 anos.
SESSÃO 3. Moonlight People de Dmitri Frolov. Rússia, 2019. 14’15’’ + Vanities de Laurent Reyes. França, 2020. 05’47” + Avanti de Ej Nussbaum. Canadá, 2020. 07’40” + Lucky 20 de Braxton Jennings. EUA, 2021. 06’35”. Classificação indicativa 18 anos.
SESSÃO 4. Um minuto de silêncio de Cristiana Miranda. Brasil, 2020. 1’30” + Reporting the Weather de Eva Claus. Bélgica, 2020. 2’40” + Casted in the Lost Mould de Josef Graßl. Alemanha, 2021. 14” + Dois estágios de Lua Borges. Brasil, 2020. 15’. Classificação indicativa 12 anos.
SESSÃO LONGAS METRAGENS. A cidade dos abismos de Priscyla Bettim e Renato Coelho. Brasil, 2021. 96’ + Benjamim Zambraia e o autopanóptico de Felipe Cataldo. Brasil, 2021. 71’. Classificação indicativa 16 anos.
INDIA ON FILM
Curadoria: Harkat Film Lab
Parte 1. Chinnamasta de Harkat Lab. India, 2021, 4’13” + Killing Your Darlings de Ada Kerserho, Ayesha Kapadia, Navneet Mishra, Nidhi Kukreja & Siddhanth Shetty. India, 2018, 4’49” + Embroidery Bitch de Namrata Sanghani. India, 2019, 2’28” + Deen de Tanya Dixit. India, 2019, 4’38” + 16MM Selfie de Karan Suri Talwar. India, 2019, 3’05” + Jenga, de Sharmistha Saha. India, 2018, 1’29” + Static Bombay, de Savyasachi Anju Prabir. India, 2018, 1’25” + Slum Smut, de Karan Suri Talwar. India, 2019, 2’53”. Legendas em português. Classificação indicativa 12 anos.
Parte 2. Tuesday Has Its Charms, de Mashitshila. India, 2021, 2’30” + Oh, You, de Namrata. India, 2021, 3’ + Atta, de Sheba Alexander. India, 2021, 3’ + How Do You Love?, de Tanvi Chitre. India, 2021, 4’ + Sarson Ka Saag, de Karan Suri Talwar. India, 2021, 8’ + Remorse, de Tanya Dixit. India, 2021, 3’ + Safa, de Simran. India, 2021, 3’15” + An Ode to Phools, de Khushi Thakkar, Yash Thakkar, Kedar Sonigra. India, 2021, 3’52”. Classificação indicativa 12 anos.
HOMENS TRISTES, MULHERES LIVRES
Curadoria: Chico Lacerda
Meu cão me ensina a viver de Filipe Moura. Brasil, 2007. 13” + Bom pra você de Renata Druck. Brasil, 1998. 5” + Lilith de Marina Weis. Brasil, 2001. 6” + O Novo monumento de Luiz Roque. Brasil, 2013. 6”+ Verdade ou consequência de Aleques Eiterer. Brasil, 2002. 13” + Copo de leite de Jura Capela. Brasil, 2004. 12”. Classificação indicativa 16 anos.
POR MUITAS MÃOS – SESSÃO LAB’s BRASIL
Curadoria: Azucena Losana
A Hidra do Iguaçu de Cristiana Miranda. Brasil, 2020. 14’09” + Tantas vozes no silêncio do agora de Cristiana Miranda. Brasil, 2018. 11’34” + Sobre aquilo que nos diz respeito de Cristiana Miranda. Brasil, 2016. 08’36” + Visita ao museu de Lígia Teixeira e Francisco Benvenuto. Brasil, 2021. 04’10” + Bansuri de Lígia Teixeira e Francisco Benvenuto. Brasil, 2021. 04’56″ + Antfilm de Tetsuya Maruyama. Brasil, 2021. 2’15” + Dead See de Tetsuya Maruyama. Brasil, 2020. 2’35” + [Fidel Castro no Rio de Janeiro] de Esdras Baptista. Brasil, 1959 + [Passeio em represa em Xerém, RJ] de Salvatore Santoro. Brasil, 1953 + Carnaval em São Roque de Estevão de Luna. Brasil, 1979. 9’02” + Orwo Foma de Lia Leticia e Karen Black. Brasil, 2012. 3’38” + Typefilm an Armory Show, de João Reynaldo. Brasil, 2020, Animação datiloescrita em película de 16 mm. 4’+ Meu tempo é quando de Leonardo di Lazzaro. Brasil, 2021. 4’03” + O plano do cachorro de Arthur Lins e Ely Marques. Brasil, 2009. 10”. Classificação indicativa livre.
FILMES DA 3ª OFICINA DE INTERVENÇÃO EM PELÍCULA S-8 e 16MM
Filme de Intervenção em Super 8 – 1’57”
Filme de Intervenção em 16mm – 2’30”
Participantes: Arthur Frazão, Bruno Fidalgo, Clara Bastos, Dener Moreira, Fabiane Urquhart, Fernanda Parrado, Isabela Cavalcante, Isabella Raposo, Jérome Hadriel, Julie Lobo, Karine Macedo, Lígia Teixeira, Lucas Fidalgo, Marcel Bueno, Michell Miranda, Mili Bursztyn, Pablo Borges, Paulo Ernesto Aranha e Willian Carvalho.
CURSOS
(Via Zoom; inscrições pelo site do Festival 1666)
SEG 22 e QUA 24 NOV . 19h – 22h
Expoentes do Cinema Experimental com Caio Lazaneo, Priscyla Bettim e Renato Coelho
TER 23 e QUI 25 NOV . 18h30 – 20h30
Os caminhos da preservação audiovisual no Brasil: conceitos e práticas com Débora Butruce e Lila Foster
ENCONTRO DE LABORATÓRIOS BRASILEIROS
(Transmissão via Youtube e Facebook do Festival 1666)
SEX 26 NOV . 15h
ENCONTRO LABs / PARTE 1
Com realizadores e laboratoristas convidados. Mediação de Azucena Losana
SEX 26 NOV . 19h
ENCONTRO LABs / PARTE 2
Com realizadores e laboratoristas convidados. Mediação de Azucena Losana
DEBATES
(Transmissão via Youtube e Facebook do Festival 1666)
SEX 19 NOV . 11h
Debate sobre a Sessão “India on Film”. Com realizadores dos filmes desta sessão. Mediação de Vini Campos. Debate em inglês sem tradução simultânea.
SÁB 20 NOV . 18h
Debate sobre a Sessão “Homens tristes, mulheres livres”. Com realizadores dos filmes desta sessão. Mediação de Chico Lacerda
SEG 22 NOV . 15h
Debate sobre Curtas Mostra Contemporânea (em inglês). Com realizadores dos filmes desta sessão. Mediação curadores 1666. Debate em inglês sem tradução simultânea.
QUA 24 NOV . 19h
Debate sobre Curtas Mostra Contemporânea (em português). Com realizadores dos filmes desta sessão. Mediação de curadores 1666
QUI 25 NOV . 15h
Debate sobre Curtas Mostra Contemporânea (em inglês). Com realizadores dos filmes desta sessão. Mediação curadores 1666. Debate em inglês sem tradução simultânea.
SÁB 27 NOV . 18h
Debate sobre Longas Mostra Contemporânea. Com Priscyla Bettim e Renato Coelho (A Cidade dos Abismos). + Felipe Cataldo (Benjamim Zambraia e o Autopanóptico). Mediação curadores 1666
OUTUBRO 2021
PROGRAMAÇÃO PRESENCIAL
AUDITÓRIO COSME ALVES NETTO
QUI 28 OUT
14h. Dia Mundial do patrimônio audiovisual. Homenagem a Cláudio Petraglia. Centenário de Cacilda Becker. Um breve encontro de Italo Morelli e Walter G. Durst. Brasil, 1968. Com Cacilda Becker, Mauro Mendonça, Homero Kossac, Elizabeth Hartmann. Teleteatro. 82’. Versão reeditada por Cláudio Petraglia. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos
18h30 Dia Mundial do patrimônio audiovisual. Homenagem a Cláudio Petraglia. Centenário de Cacilda Becker. A vaidosa de Walter G. Durst. Brasil, 1968. Com Cacilda Becker, Homero Kossac, Luiz Sergio e Sergio Hingst. Teleteatro. 84’. Versão reeditada por Cláudio Petraglia. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos
SEX 29 OUT
18h30 Dia Mundial do patrimônio audiovisual. Homenagem a Cláudio Petraglia. Centenário de Cacilda Becker. Elizabeth da Inglaterra de Walter G. Durst. Brasil, 1968. Com Cacilda Becker, Homero Kossac, Bárbara Fazi, Xandó Batista e Cláudio Mamberti. Teleteatro. 68’. Versão reeditada por Cláudio Petraglia. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos
SÁB 30 OUT
14h. Dia Mundial do patrimônio audiovisual. Chomón essencial. 150 anos de Segundo de Chomón. O herdeiro de Can Pruna (L’Hereu de Can Pruna) de Segundo de Chomón. Espanha, 1904. 6’ + Os ovos de Páscoa (Les œufs de Pâques) de Segundo de Chomón. França, 1907. 4’ + As tulipas (Les tulipes [?]) de Segundo de Chomón. França, 1907. 5′. + Escultor moderno (Sculpteur Moderne) de Segundo de Chomón. França, 1908. 6′ + As borboletas japonesas (Les papillons japonaises) de Segundo de Chomón. França, 1908. 4′ + Avante a música (En avant la musique) de Segundo de Chomón. França, 1907. 3’. + Hotel elétrico (Hôtel électrique) de Segundo de Chomón. França, 1907. 8’ + Os lunáticos (Les lunatiques) de Segundo de Chomón. França, 1908. 3’ + Espectro vermelho (Spectre rouge) de Segundo de Chomón e Ferdinand Zecca. França, 1907. 7’. + O teatro elétrico de Bob (Le Théâtre électrique de Bob) de Segundo de Chomón. França, 1909. 5′ + Sinfonia bizarra (Symphonie bizzarre) de Segundo de Chomón. França, 1907. 7′ + Barcelona, principal cidade da catalunha (Barcelona, principale ville de la Catalogne) de Segundo de Chomón. Espanha, 1912. 5’. + Mais forte que Sherlock Holmes (Più Forte Che Sherlock Holmes) de Giovanne Pastrone. Itália, 1913. 6′. Filme silencioso. Com acompanhamento musical do maestro Joan Pineda. Exibição em DCP. Classificação indicativa livre
Sessão em parceria com a Filmoteca de Catalunya y del Departament de Cultura
DOM 31 OUT
17h Mostra Dante 700 anos. Dante 700: Umana Divina Geometria de Livia Raponi. Brasil, 2021. Documentário. 43’ Classificação indicativa 12 anos + Inferno (L’Inferno) de Giuseppe De Liguoro, Adolfo Padovan, Francesco Bertolini. Itália, 1911. Com Salvatore Papa, Arturo Pirovano, Giuseppe de Liguoro. Silencioso. 66’. Sessão com acompanhamento musical ao vivo de Ruy Gardnier. legendas em português. Exibição em MP4 (H264). Classificação indicativa 12 anos
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CINEMATECA ONLINEProgramação gratuita em www.vimeo.com/channels/cinematecadomam
O CINEMA DE TAVINHO TEIXEIRA
24 SET – 21 OUT
Ator e diretor dos mais requisitados da atual geração, o paraibano Tavinho Teixeira tem uma pequena mas expressiva carreira cinematográfica e televisiva. Particularmente seus filmes como realizador tiveram enorme repercussão, alcançando significativa premiação em festivais no Brasil e no exterior. Organizada em 4 programas, a mini-mostra reúne toda sua obra como diretor e parte de sua filmografia como ator.
SEX 1 – QUI 7 OUT
Programa 2. Mansão do amor de Renata Pinheiro. Brasil, 2019. Com Tavinho Teixeira e Everaldo Ponte. 17′. Classificação indicativa 16 anos + Batguano de Tavinho Teixeira. Brasil, 2014. Com Everaldo Pontes, Tavinho Teixeira. 75’. Classificação indicativa 18 anos
SEX 8 – QUI 14 OUT
Programa 3. Sol alegria de Tavinho Teixeira. Brasil, 2018. Com Mariah Teixeira, Jonas Medeiros, Mauro Soares e Tavinho Teixeira. 90′. Classificação indicativa 18 anos
SEX 15 – QUI 21 OUT
Programa 4. DNA-M – Deus não acredita em máquinas de Ely Marques. Brasil, 2019. 16’. Com Gladson Júnior; Laís Lacerda; Tavinho Teixeira. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 15 – SAB 16 OUT
Programa 4. O Clube dos Canibais de Guto Parente. Brasil, 2019. Com Tavinho Teixeira e Ana Luíza Rios. 81’. Classificação indicativa 18 anos
DEBATE
SEX 15 OUT (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h. O Cinema de Tavinho Teixeira. Encontro com Tavinho Teixeira. Mediação: Domi Valansi
DIA MUNDIAL DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL
QUA 27 OUT – TER 2 NOV
Acervo capixaba. Cirurgia do coração no Espírito Santo de Ramon Alvarado. Brasil, 1967. Documentário. 5’. + Status 69 de Orlando Bomfim, netto. Brasil, 1969. 1’40’’ + O bondinho de Santa Tereza de Orlando Bomfim, netto. Brasil, 1978. Documentário. 28’ + Floresta da Tijuca de Ramon Alvarado. Brasil, 1980. Documentário. 8’. + Canto para a liberdade – A Festa do Ticumbi de Orlando Bomfim Netto. Brasil, 1978. Documentário. 20’. Classificação indicativa livre
DEBATE
QUA 27 OUT (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h Dia Mundial do patrimônio audiovisual. A preservação de acervos sonoros. Aspectos e desafios. Com Vitor Graize (Pique-Bandeira filmes – Acervo Guilherme Santos Neves), Caetano Dable Corrêa (Acervo Djalma Corrêa), Cecília Mendonça (Acervo Djalma Corrêa), Juliana Maia (Ouvindo Histórias. Depoimentos sobre a Cinemateca do MAM) e Marco Dreer (Especialista em preservação audiovisual e digital). Mediação: Ines Aisengart Menezes (Preservacionista audiovisual)
QUI 28 OUT (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h Dia Mundial do patrimônio audiovisual. Homenagem a Cláudio Petraglia. Cláudio Petraglia e o Cinema. Com a participação de Patrícia Civelli (produtora), Mário César Cabral (produtor e roteirista) e Antonio Augusto Magaldi. Mediação José Quental
SEX 29 OUT (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h. Dia Mundial do patrimônio audiovisual. Homenagem a Cláudio Petraglia. Cláudio Petraglia o Teatro e a Televisão. Com a participação de Regina Helena de Paiva Ramos (Jornalista e crítica de teatro) e Oswaldo Mendes. Mediação Hernani Heffner
SETEMBRO 2021
VII DOBRA – Festival Internacional de Cinema Experimental
6 a 30 SET
assista em: https://festivaldobra.com.br/
Entre 6 e 30 de setembro, o DOBRA – Festival Internacional de Cinema Experimental navegará pela produção brasileira e internacional movendo o pensamento do cinema, abrindo-o à criação de novos mundos e propondo pontos de vista esteticamente transformadores. Em sua 7ª edição, a segunda realizada de forma online, serão apresentados 53 filmes divididos em 8 programas temáticos e um programa convidado. Os programas temáticos ficam a cargo dos curadores do festival, Cristiana Miranda, Lucas Murari e Luiz Garcia. Já o programa convidado foi proposto por Steve Polta, Diretor Artístico da San Francisco Cinematheque. Além dos filmes, serão realizadas 3 mesas de conversas e um curso de cinema experimental ministrado pelos curadores.
SEG 6 SET – QUI 30 SET
Programa Convidado. Rituais de regeneração. Lúmen (Lumen) de Richard Ashrowan. Reino Unido, 2018, 3’. + Aberturas (uma escuridão mais iluminada) (Apertures (A Brighter Darkness)) de Karissa Hahn. EUA, 2019, 3’. + OLHO Vaga-lume (Fire Fly EYE) de Kerry Laitala. EUA, 2020, 7’ + Amuletos de Colectivo los ingrávidos. México, 2019. 5’ + Um estudo da mosca (A Study of Fly) de Cherlyn Hsing-Hsin Liu. Taiwan/EUA, 2018, 13’ + Onda empoeirada (Dusty Wave) de Eeva Siivonen. Finlândia/Canadá, 2017, 3’ + Importa o quê (It Matters What) de Francisca Duran. Chile/Canadá, 2019, 10’ + Transcrito (Transcript) de Erica Sheu. Taiwan/EUA, 2018, 3’ + A presença da garota (Girl Is Presence) de Lynne Sachs e Anne Lesley Selcer. EUA, 2020, 4’ + Enquanto houver respiração (As Long As There Is Breath) de Emily Chao. EUA, 2020, 2’ + Wasteland nº 2: Forte, Farto (Wasteland No. 2: Hardy, Hearty) de Jodie Mack. EUA, 2019, 7’. Classificação indicativa 12 anos
Programa Arqueologias Latinas – poeira e encontros. Hipóteses sobre a guerra (Hipótesis sobre la guerra) de Pablo Rivas. Chile, 2020, 15’. + O Uruguai não é um rio (El Uruguay no es un río) de Daniel Yafalian. Uruguai, 2021, 16’34’’. + República do Mangue de Julia Chacur, Priscila Serejo e Mateus Sanches Duarte. Brasil, 2020, 7’57’’. + Desarquivar (Unarchive) de Cecilia Araneda. Canadá, 2020, 12’43’’. + O peticionário (exercício #1) (El Peticionario (Ejercicio #1)) de Edén Bastida Kullick. México, 2021, 8’05’’. Classificação indicativa 12 anos
Cartas sobre uma tempestade por vir. Até esgotar o espaço (Hasta agotar el espacio) de Silvana Camors. Uruguai, 2021, 6’. + Angustura de Caio Sales. Brasil, 2021, 10’.
Estratos (Estratos) de Julián Galay. Argentina, 2020, 10’ + ARTificial (R)evolução (ventos pandêmicos) (ARTificial (R)evolución (vientos pandémicos)) de Rrose Present. Espanha, 2020, 3’47’’. + Igual/Diferente/Ambas/Nenhuma de Adriana Barbosa e Fernanda Pessoa. Brasil, 2020, 18’40. Classificação indicativa 12 anos
Para provocar os sentidos: o cinema em ventos pictóricos. Bicicletas de Pequim (Beijing Bicycles) de Jean-Michel Rolland. França, 2020, 4’11’’/ + Azul profundo (Deep Blue) de Sebastian Wiedemann. Colômbia, 2020, 7’45’’ + Fótons perdidos (Lost Photons) de Stuart Pound. Reino Unido, 2020, 4’14’’ + O devir (The Becoming) de Mélissa Faivre. França, 2020, 5’10’’ + Fogo fátuo de Beto Brant, Gabriela Miranda e Matheus Brant. Brasil, 2020. 6’42’’ + QUEDA de Lia Leticia. Brasil, 2021, 5’03’’ + Zapear zumbi (Zombi Zapping) de Luca Sorgato. Itália, 2020, 4’15’’. Classificação indicativa 12 anos
Sobre os líquidos, os sonhos e os riscos que a película nos traz. do tempo sem começo (from time without beginning) de Lorenzo Gattorna. Índia, 2021. 6’40’’. ANTFILM de Tetsuya Maruyama. Brasil, 2021, 2’15’’ + FOXTROT de Moira Lacowicz. Brasil, 2021, 4’27’’ + Feriado (Holiday) de Azucena Losana. México, 2021, 2’. + Visita ao museu de Francisco Benvenuto Gusso e Lígia Teixeira. Brasil, 2021, 4’10’’ + 35mm Cianótipo: uma Visualização da Felicidade (35mm Cyanotype: a Visualisation of Happiness) de Matthis Frickhoeffer. Alemanha, 2020, 12’47’’. Classificação indicativa 12 anos
Programa: Corpos: invocações, corporificações e projeções Búfala de Tothi dos Santos. Brasil, 2021, 8’50’’ + Libido de Rubens Takamine. Brasil, 2021, 3’22’’ + Planetário de Natália Reis. Brasil, 2021, 9’ + Masisi Vermelha (Masisi Wouj) de Steevens Simeon, Sanba Yonel, Marcos Serafim e Zé Kielwagen. Haiti, 2021, 22’. Classificação indicativa 12 anos
Programa: Modernidade urbana – linhas de rua, linhas de fuga. 69 de Marcos Bonisson. Brasil, 2021. 8’10’’+ Rema nascentes de Ж. Brasil, 2021, 16’44’’ + Erêkauã de Paulo Accioly. Brasil, 2021. 1’ + Cidade Submersa de Bárbara Lissa. Brasil, 2020, 5’32’’ + Traz Luz de Georges Racz. Brasil, 2021, 2’57’’ + Nova Pasta. Antigo Baú de Sylvio Lanna. Brasil, 2021, 18’26’’ + Sethico de NEXTO. Brasil, 2021, 14’23’’. Classificação indicativa 12 anos
Programa: Entre tramas, relevos e texturas. Doom de Randolpho Lamonier e Victor Galvão. Brasil, 2021, 4’56’’ + Exponenciais de Cristina Amiran & Khalil Charif. Brasil, 2021, 3’27’’ + As Guardiãs da Memória (Prisiminimų nešėjai) de Miglė Križinauskaitė-Bernotienė. Lituânia, 2020, 13’17’’ + Interdito de CH Malves e Gladson Galego. Brasil, 2021, 7’37’’. Classificação indicativa 12 anos
Programa: Vanguarda ou o cinema na linha de frente. O Mundo Mineral de Guerreiro do Divino Amor. Brasil, 2020. 9’20’ + Mestres da terra (Masters of the Land) de Jan Locus. Bélgica, 2021. 14’ + Vozes para o futuro de Carla Romero e Isabela Couto. Brasil, 2021, 15’ + O entardecer (El atardecer), de Martín Emiliano Díaz. Argentina, 2021, 5’02’’. Classificação indicativa 12 anos
DEBATES
QUI 09 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h Abertura do VII DOBRA – Festival Internacional de Cinema Experimental. Com Cristiana Miranda, Lucas Murari e Luiz Garcia. Mediação Dominique Valansi
SEX 17 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h Bate-Papo sobre digitalização de filmes em película com representantes do LECHE Lab. Com Com Mayumi Romina Higa, Benjamin Ellenberger, Matias M. Gritti. Mediação: Cristiana Miranda, Lucas Murari e Luiz Garcia. (Em espanhol com tradução para o português)
QUA 22 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h Pré-lançamento do livro Bcubico. Com Peggy Awhesh, yann beauvais, Edson Barrus e Ж. Mediação Cristiana Miranda, Lucas Murari e Luiz Garcia (curadores DOBRA) (Em português e inglês com tradução em português)
SEX 24 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h Bate-Papo com Curador convidado DOBRA 2021. Com Steve Polta. Mediação: Cristiana Miranda, Lucas Murari e Luiz Garcia. (Em inglês com tradução em português)
CURSO CINEMA EXPERIMENTAL E ETNOGRAFIA
13, 20 e 27 SET . 19h – 21h
curso gratuito e online
A 7ª edição do DOBRA trará o Curso Cinema Experimental e Etnografia, construído em torno dos diferentes traços etnográficos da prática do cinema experimental. A interconexão que vivenciamos no mundo contemporâneo nos fez reconhecer de forma mais forte os traços locais e históricos das múltiplas comunidades globais com as quais compartilhamos o planeta. Os encontros serão guiados pelos curadores do festival, que ministrarão as aulas. O curso será composto por 3 módulos diferentes.
Módulo 1 – O filme etnográfico experimental com Lucas Murari
Módulo 2 – Reorganizações do objeto fílmico no cinema experimental com Luiz Garcia Módulo Módulo 3 – O trabalho de criação do artista etnógrafo com Cristiana Miranda
Informações e inscrições: https://bityli.com/HBPss
RETROSPECTIVA DUAS MARIOLA
ATÉ 21 SET
Duas Mariola Filmes é uma produtora carioca fundada em 2006 por ex-alunos egressos do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense. Destaca-se por uma filmografia que compreende cerca de 20 títulos, entre longas, médias e curtas metragens, em sua maioria exibidos e premiados nos grandes festivais internacionais e brasileiros como Cannes, Berlim, Rotterdam, Brasília, Gramado e Tiradentes. Promotora de experimentações de linguagens, de hibridismos técnicos e formais, e do formato de coprodução internacional, a produção da Duas Mariola Filmes será apresentada em seis programas duplos reunindo alguns dos principais filmes da produtora.
QUA 1 SET
Programa 2. Jonas e a baleia de Felipe Bragança. Brasil 2006. Com Alberto Junior, Ingrid Conte e Gabriel Moura. 20’. Classificação indicativa 12 anos.
Programa 2. Não devore meu coração. Brasil, 2017. Com Cauã Reymond, Eduardo Macedo, Adeli Gonzales e Zahy Guajajara. 106’. Classificação indicativa 14 anos (www.mam.rio/cinemateca/duas-mariola)
QUI 2 – SEG 6 SET
Programa 3. Por dentro de uma gota d’água. Brasil, 2003. Com Emanuel Cavalcanti. 10’. Classificação indicativa 10 anos
QUI 2 – SEX 3 SET
Programa 3. Mormaço de Marina Meliande. Brasil, 2018. Com Marina Provenzzano, Pedro Gracindo, Analu Prestes, Igor Angelkorte. 90’ Classificação indicativa 14 anos (www.mam.rio/cinemateca/duas-mariola)
TER 7 – SAB 11 SET
Programa 4. Fuja dos meus olhos (Escape From My Eyes) de Felipe Bragança. Brasil e Alemanha, 2015. Com Chamseddine Maiga, Eliassou, Abidal Bance, Teophil Nöel Koukou. 34’. Classificação indicativa 12 anos.
Programa 4. A morte de J.P. Cuenca de João Paulo Cuenca. Brasil, 2015. Com João Paulo Cuenca, Ana Flavia Cavalcanti, Leonilce Torato. 90’. Classificação indicativa 18 anos ( www.mam.rio/cinemateca/duas-mariola)
DOM 12 – QUI 16 SET
Coisas nossas de Daniel Caetano. Brasil, 2013. Com Carol Pucu, João Pedro Zappa, Samuel Toledo. 10’. Classificação indicativa 14 anos + Conceição – autor bom é autor morto de André Sampaio, Cynthia Sims, Daniel Caetano, Guilherme Sarmiento, Samantha Ribeiro. Brasil, 2007. 78’. Classificação indicativa 18 anos
SEX 17 – TER 21 SET
Programa 6. O mundo de um filme de Clara Linhart, Camila Maroja e Daniel Caetano. Brasil, 2010. Documentário. 49’. Classificação indicativa 10 anos. + Verão em Rildas de Daniel Caetano. Brasil, 2018. Com Alice Gorman, Matheus De Martini, Tamiris Eusébio de Souza. 70’. Classificação indicativa 18 anos
DEBATE
SEX 10 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
18h Retrospectiva Duas Mariola. Encontro com Daniel Caetano, Felipe Bragança e Marina Meliande. Mediação: Hernani Heffner
PARA NÃO ESQUECER. 34 ANOS DO ACIDENTE COM O CÉSIO 137 EM GOIÂNIA
13 – 19 SET
Assista em: vimeo.com/showcase/cesio137
Em nova parceria com o International Uranium Film Festival do Rio de Janeiro, a Cinemateca do MAM apresenta a mostra Para não esquecer. 34 anos do acidente com o Césio 137 em Goiânia. A mostra tem o intuito de lembrar o maior acidente radiológico da América Latina ocorrido em setembro de 1987, quando centenas de pessoas foram contaminadas com césio 137, proveniente de um aparelho de medicina nuclear abandonado numa clínica de tratamento de câncer desativada. Serão apresentados oito filmes realizados entre 1989 e 2021. A mostra se completa com uma live reunindo uma das vítimas e fundador da Associação das Vítimas do Césio 137 em Goiânia (AVCésio), Odesson Alves Ferreira, os cineastas Angelo Lima, Benedito Ferreira, Michael Valim e Petrus Pires e o professor do Laboratório de Radiobiologia e Radiometria do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense, Alphonse Kelecom.
SEG 13 – DOM 19 SET
Sessão 1. Amarelinha de Ângelo Lima. Brasil, 2003. Com Amanda Cristine. 4’. + O pesadelo é azul de Ângelo Lima. Brasil, 2008. Documentário. 30’. Classificação indicativa 14 anos
Sessão 2. Césio 137. O brilho da morte de Luiz Eduardo Jorge. Brasil, 2003. Documentário. 24’. Classificação indicativa 14 anos
Sessão 3. Césio 137. O pesadelo de Goiânia de Roberto Pires. Brasil, 1989. Com Nelson Xavier, Joana Fomm, Paulo Betti, Denise Milfond e Stepan Nercessian. 95 min. Classificação indicativa 14 anos
Sessão 4. Tem césio no meu sangue (Cesium I blodet) de Lars Westman. Suécia e Brasil, 2009. Documentário. 70’. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos
Sessão 5. Algo do que Fica de Benedito Ferreira. Brasil, 2017. Com Kadu Marques, Oldom Bonfim e Janayna Nayume. 23’. Classificação indicativa 14 anos
Sessão 6. Rua 57, número 60, centro de Michael Valim. Brasil, 2011. Videoarte. 9’. Classificação indicativa 14 anos
Sessão 7. Odesson em Berlim de Márcia Gomes de Oliveira e Norbert G. Suchanek. Brasil, 2021, Documentário. 30’. Classificação indicativa 14 anos
–
DEBATE
SEG 13 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h Live para não esquecer. Encontro com Odesson Alves Ferreira (vítima do césio 137), Angelo Lima (cineasta), Benedito Ferreira (cineasta) e Michael Valim (cineasta), Petrus Pires (cineasta) e Alphonse Kelecom (professor/UFF). Mediação Márcia Gomes de Oliveira (diretora do Uranium Film Festival).
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PROJETO: OUVINDO HISTÓRIAS
Em setembro, seguimos apresentando o projeto Ouvindo Histórias. Depoimentos sobre a Cinemateca do MAM, um projeto de história oral que vem recolhendo falas de diversos colaboradores que, ao longo das últimas seis décadas e meia, participaram da história da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Assista em: vimeo.com/showcase/ouvindohistorias
TER 14 SET
18h. Lançamento da sétima entrevista do projeto Ouvindo Histórias. Depoimento de Cláudio Roberto, ex-funcionário do MAM-Rio responsável pelo setor de operações e eventos.
TER 28 SET
18h. Lançamento da oitava entrevista do projeto Ouvindo Histórias. Depoimento de Rafael de Luna Freire, professor da UFF e ex-coordenador de documentação e pesquisa da Cinemateca.
CICLO VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL
Raro exemplo de entidade de preservação audiovisual gestado dentro de uma universidade brasileira, o Laboratório Universitário de Preservação Audiovisual (LUPA) da Universidade Federal Fluminense é um desdobramento natural e harmonioso do curso de cinema da instituição, fundado em 1968, e da disciplina de preservação ofertada pela primeira vez no país a partir de 2001. Com recorte específico para o cinema amador, doméstico e criado em bitolas não-profissionais como o Super-8 e o 9,5mm, o LUPA funciona como uma incubadora dedicada ao universo da educação patrimonial audiovisual. Neste novo ciclo do Veredas do patrimônio audiovisual exibiremos uma seleção de 6 filmes conservados pelo LUPA e que passaram recentemente por um processo de digitalização. Além dos filmes, teremos uma conferência do diretor do LUPA, professor Rafael de Luna Freire, que irá explorar as conexões entre a universidade e o campo da preservação.
SEX 24 SET – DOM 26 SET
Flagrantes do 36º Congresso Eucarístico Internacional de Isaac Rozemberg, 1956. Documentário, 16mm, colorido, sonoro, 8’. + [Comício da Central do Brasil] de Esdras Baptista, 1964. Documentário não-montado, 16mm, preto e branco, silencioso, 3’. + [Fidel Castro no Rio de Janeiro] de Esdras Baptista, c.1960. Documentário não-montado, 16mm, preto e branco, silencioso, 3’. + [Viagem à Portugal e estádio do Futebol Clube Porto] de Eduardo Dias Coelho, 195-. Filme doméstico, 16mm, preto e branco, silencioso, 3’. + [Passeio em represa de Xerém, RJ] de Salvatore Santoro, 1953. Filme doméstico, 16mm, colorido, silencioso, 4’. + Enlace matrimonial de Rafael Romano e Aydee Silveira de Sérgio Souza, 1952. Documentário, 16mm, preto e branco, silencioso, 11’. Classificação indicativa livre
SEG 27 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h. Conferência com Rafael de Luna Freire sobre o papel das universidades na formação e preservação do patrimônio audiovisual a partir da experiência do LUPA. Mediação José Quental
O projeto Veredas do Patrimônio Audiovisual é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital e Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
O CINEMA DE TAVINHO TEIXEIRA
De 24 SET – 21 OUT
Ator e diretor dos mais requisitados da atual geração, o paraibano Tavinho Teixeira tem uma pequena mas expressiva carreira cinematográfica e televisiva. Particularmente seus filmes como realizador tiveram enorme repercussão, alcançando significativa premiação em festivais no Brasil e no exterior. Organizada em 4 programas, a mini-mostra reúne toda sua obra como diretor e parte de sua filmografia como ator.
SEX 24 SET – QUI 30 SET
Programa 1. Púrpura de Tavinho Teixeira. Brasil, 2012. Com Mariah Teixeira, Tavinho Teixeira, Cicero Ferreira. 19’. + Luzeiro Volante de Tavinho Teixeira. Brasil, 2011. Com Diego Tresca, Eli Amaro, Tavinho Teixeira e Mariah Teixeira. 70’. Classificação indicativa 18 anos.
AGOSTO 2021
MOSTRA DIAS COM VIVIANE
Até QUI 5 AGO
Viviane Ferreira é uma importante referência do audiovisual negro brasileiro. Autora de curtas, médias metragens de ficção ou documentais, videoclipes e outros formatos, Ferreira foi a segunda mulher negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além de cineasta e advogada, Ferreira é ativista e uma liderança na produção independente brasileira. Criou e assumiu a presidência da APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro e, em 2021, assumiu a direção da SPCine, distribuidora da prefeitura de São Paulo.
ATÉ QUI 5 AGO
Programa 5. Pessoas – contar para viver de Marcelo Machado, Marco Del Fiol, Pedro Cezer, Tatiana Toffoli e Viviane Ferreira. Brasil, 2019. Documentário. 86’. Classificação indicativa 10 anos
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2ª MOSTRA PETROBRAS DE FILMES PARA CRIANÇAS
DOM 1 – DOM 15 AGO
A Cinemateca do MAM apresenta a segunda edição da Mostra Petrobras de filmes para crianças. Com curadoria de Marcelo Marão, a mostra inclui 9 animações brasileiras voltadas para o público infantil, divididas em duas sessões. Uma homenagem será prestada ao animador Sandro Lopes, que faleceu em abril de 2021. A mostra conta ainda com três lives: duas com os criadores e outra sobre a arte de Sandro Lopes, reunindo diversos de seus parceiros e de colaboradores que acompanharam de perto seu percurso criativo. O projeto faz parte do Petrobras Cultural para Crianças.
Programa 1. Calango lengo de Fernando Miller. Brasil, 2008. Animação. 10’. Classificação indicativa livre. + Macacada de Thomas Larson. Brasil, 2016. Animação. 4’. + Josué e o pé de macaxeira de Diogo Viegas. Brasil, 2014. Animação. 12’+ Diário de areia, de Sarah Carvalho. Brasil, 2017. Animação. 6’. Classificação indicativa livre + Por que o coração bate rápido? de Simon Pedro Brethé e Débora D’ávila (03 min, MG, 2019)
Programa 2. Quando a chuva vem? de Jefferson Batista. Brasil, 2019. Animação 8’ + Mariquinha no mundo da imaginação de Tina Xavier (10 min, MS, 2019) + Vento viajante de Analúcia Godoi. Brasil, 2020. Animação. 7’ + Muda de Isabella Pannain. Brasil, 2021. Animação. 07. Classificação indicativa livre
Programa 3. Homenagem a Sandro Lopes. Se essa rua… de Sandro Lopes. Brasil, 2008. 2’50”. (CONFIRMAR) + Nana & Nilo e os animais, segmentos: Baião no cerrado, 2’50”, O jongo do Tongo, 2’40”, Nice no maxixe, 2’30”, Na ponta do pé, 2’20”, Águia-cinzenta do Pampa, 2’50”, Tuca no carimbo, 1’35”, Tobo, o boto vermelho, 2’30”, Tatá e o luau no pantanal, 2’30” de Sandro Lopes. Brasil, 2016. + Nana & Nilo e o tempo de brincar de Sandro Lopes. Brasil, 2015. 14’. + Nana & Nilo em dia de sol e chuva de Sandro Lopes. Brasil, 2019. 5’. + Nana & Nilo na Cidade Verde de Sandro Lopes. Brasil, 2020. 10’22’’ + Tirinhas Animadas Nana & Nilo: Episódio 1 – Um encontro de princesas de Sandro Lopes, Brasil, 2017, 0’43” + Tirinhas Animadas Nana & Nilo: Episódio 2 – Pensando no futuro de Sandro Lopes, Brasil, 2017, 0’48” + Tirinhas Animadas Nana & Nilo: Episódio 3 – Alegria do Jongo de Sandro Lopes, Brasil, 2017, 0’58” + Nanã e o jardim da vida de Sandro Lopes e Flávia Lopes. Brasil, 2021. Live Action e animação. 12’. + Ossain e o axé da folha de Sandro Lopes e Flávia Lopes. Brasil, 2021. Live Action e animação. 18’. Classificação indicativa livre
Debates:
QUI 5 AGO (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h. Debate 1. Com Thomas Larson, Duda Larson, Sarah Carvalho, Simon Pedro Brethé e Débora D’ávila. Mediação Marcelo Marão
TER 10 AGO (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h. Debate 2. Com Jefferson Batista, Tina Xavier, Analúcia Godoi e Isabella Pannain. Mediação Marcelo Marão
QUI 12 AGO (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h. Debate 3. A arte de Sandro Lopes.
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DOBRA – Festival Internacional de Cinema Experimental
Preparando a programação da sétima edição do festival DOBRA – Festival Internacional de Cinema Experimental, apresentamos um encontro com a equipe do projeto, quando serão apresentados os filmes selecionados, bem como as mostras preparadas por curadores convidados.
Pelo segundo ano consecutivo, o DOBRA acontece de forma online, e a programação estará disponível no site do festival entre os dias 6 de setembro e 3 de outubro de 2021.
SEG 16 AGO (YouTube e Facebook MAM Rio)
16h. Live de apresentação VII DOBRA. Com a participação de Cristiana Miranda (Diretora e curadora do festival). Mediação Domi Valansi (MAM Rio)
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CINESUL – VIAGENS E FRONTEIRAS
Programação gratuita em http://festivalcinesul.art.br.
DOM 22 – DOM 29 AGO
O Cinesul é, desde sua criação há 20 anos, o espaço de exibição do cinema independente ibero-americano na cidade do Rio. Em agosto, a Mostra Viagens e Fronteiras marca a reestreia do Cinesul de uma forma diferente: online, proporcionando ao seu público mais uma vez a oportunidade de conhecer a cinematografia do Brasil e de seus vizinhos. A mostra Cinesul – Viagens e Fronteiras tem curadoria de Claudia Durán.
DOM 22 – SEG 23 AGO (Filme de abertura. Disponível por 24h)
Liberdade é uma grande palavra de Guillermo Rocamora. Uruguai e Brasil, 2018. Documentário. 73’. Classificação indicativa 12 anos
SEG 23 – DOM 29 AGO
Nossas histórias no muro: mulheres e arte na fronteira Brasil-Venezuela de Benjamim Mast e Adriana Duarte. Brasil, 2019. Documentário. 6’. Classificação indicativa livre
As estátuas de Fortaleza de Fabien Guillermont e Natália Albuquerque. Brasil, 2019. Documentário. 89’. Classificação indicativa livre
Alaska de Pedro Novaes. Brasil, 2019. Com Bella Carrijo, Rafael Sieg, Antonio Zayek, José Ronaldo Machado, Ananias Derval. 71’. Classificação indicativa 14 anos
Estradas em fevereiro (Rutas en Febrero). Direção: Katherine Jerkovic. 2018. Com Arlen Aguayo Stewart, Gloria Demassi, Mathías Perdigón, Cecila Baranda, Rafael Soliwoda. 84’ Classificação indicativa 14 anos
Altiplanos de Nayra Antezana. Chile, 2018. Documentário. 33’. Classificação indicativa livre
Pantanal sem fronteira de Tiago Pereira. Brasil, 2019. Documentário 33’. Classificação indicativa livre
Dias de inverno (Días de invierno) de Jaiziel Hernández. México, 2020. 90’. Classificação indicativa 12 anos
Porto escondido (Puerto escondido) de Gabriela Paz Ybarnegaray. Bolívia, 2020. Documentário. 76’. Classificação indicativa livre
Pureza de Renato Barbieri. Brasil, 2019. Com Dira Paes e Flávio Bauraqui. 101’. Classificação indicativa 14 anos. (Acesso através de inscrição em formulário)
Extratos de Sinai Sganzerla. Brasil, 2019. Documentário. 8’. Classificação indicativa 10 anos
Bogotá Experimental. Programa Imagem da memória. Felicidade agridoce (Felicidad agridulce) de David Walls. Paraguai, 2019. 9’. + Além do mar (Más allá del mar) de Vania Quevedo. México, 2018. 5’50. + Kopacabana de Marcos Bonisson e Khalil Charif. Brasil, 2019. 9’37’’. + Capela do Diabo (Capilla del Diablo) de Nicolás de Bórtoli. Argentina, 2020. Experimental. 8’11. + Temos tudo (We Have Everything) de Francisca Villela. Chile e Alemanha, 2020. 4’56’’ + Cartões postais (Postales) de Paula Andrea Malagón Martínez. Colômbia, 2020. 5’18’’. + Uma andorinha atrás do arame farpado (Una folondrina tras la alambrada) de Santiago Aldunate. Colômbia, 2017. 15’27’’. Classificação indicativa 14 anos
Bogotá Experimental. Programa Viagens para dentro de si. Escafandro (Escafandra) de Mariana Jiménez Vélez e Nelson Mauricio Vásquez Gómez. Colômbia, 2019. 8’11’. + Diluído (Diluido) de Isabella Londoño. Colômbia, 2019. 5’52’’. + Meu eco, minha sombra e eu (My Echo, My Shadow), and Me de Roger Deutsch. Hungria, 2019. 7’56’’. + Jhatum de Natalia Amaya. Colômbia, 2019. 15’27’’. + Quando acordei (Kada se probudimé) de Goran Nježić. Croácia, 2020. 8’8’’. Sincronicidade (Synchronicity) de Jacalyn Evone. Reino Unido, 2018. 13’47”. + Sou (Soy) de Daniela Goto Uehara. Peru, 2020. 5’3’’. + Naufrágio (Naufragio) de Juan Walker. Colômbia, 2020. 4’42’’. + Dia 420 de quarentena (Día 420 Cuarentena) de Germán Marín e Jessica Cruz. Colômbia, 2020. 2’42’’ + Etéreo (Etéreo) de Brenda Joana Arreola Hernandez. México, 2018. 3min. 8s. + Mare de Guille Vázquez. Espanha, 2020. 7’48’’. + Canto do macho ancião (fragmento) (Canto del macho anciano (fragmento)) de Cristián Tàpies e Roberto Oyarzún Susñar. Chile e Argentina, 2018. 9’32’’. Classificação indicativa 14 anos
SEG 23 – TER 24 AGO (Filme disponível por 24h)
A fronteira (La frontera) de David David. Colômbia, 2019. Com Daylin Vega Moreno, Sheila Monterola, Nelson Camayo, Alejandro Aguilar, Yull Núñez. 90’. Classificação indicativa 14 anos
SEG 23 – QUA 25 AGO (Filme disponível por 48h)
Edna de Eryk Rocha. Brasil, 2021. Documentário. 64’. Classificação indicativa 12 anos
SEG 23 – QUI 26 AGO (Filme disponível por 72h)
Chaco de Diego Mondaca. Bolívia e Argentina, 2020. 80’. Classificação indicativa 14 anos
DOM 29 AGO (Filme de encerramento. Disponível por 24h)
King Kong en Asunción de Camilo Cavalcante. Brasil, 2020. 90’. Classificação indicativa 14 anos.
DEBATES
DOM 22 AGO (YouTube e Facebook MAM Rio)
18h. Cinesul – Viagens e Fronteiras. Abertura. Com a participação de Claudia Durán (curadora), Fabian Nuñez (UFF), Tunico Amancio (UFF), Hugo Gamarra (Crítico. Paraguai). Mediação José Quental
QUA 25 AGO (YouTube e Facebook MAM Rio)
18h. Cinesul – Viagens e Fronteiras. Abertura. Encontro com realizadores. Com a participação de Nayra Antezana. Eryk Rocha, Gabriela Paz Ybarnegaray e Renato Barbieri. Mediação Claudia Durán
DOM 29 AGO (YouTube e Facebook MAM Rio)
18h. Cinesul – Viagens e Fronteiras. Encerramento. Com a participação de Camilo Cavalcante, Fabian Nuñez (UFF). Mediação Claudia Durán
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RETROSPECTIVA DUAS MARIOLA
DE 23 AGO – 16 SET
Duas Mariola Filmes é uma produtora carioca fundada em 2006 por ex-alunos egressos do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense. Destaca-se por uma filmografia que compreende cerca de 20 títulos, entre longas, médias e curtas metragens, em sua maioria exibidos e premiados nos grandes festivais internacionais e brasileiros como Cannes, Berlim, Rotterdam, Brasília, Gramado e Tiradentes. Promotora de experimentações de linguagens, de hibridismos técnicos e formais, e do formato de coprodução internacional, a produção da Duas Mariola Filmes será apresentada em seis programas duplos reunindo alguns dos principais filmes da produtora.
SEG 23 – SEX 27 AGO
Programa 1. O nome dele (o Clóvis) de Felipe Bragança e Marina Meliande. Brasil, 2004. Com Sandro Ribeiro, Camila Monteiro e Robert Pacheco. 15’. Classificação indicativa 12 anos + A alegria de Felipe Bragança e Marina Meliande. Brasil, 2010. Com Tainá Medina, Junior Moura, Flora Dias. 100’. Classificação indicativa 14 anos
SAB 28 AGO – QUA 1 SET
Programa 2. Jonas e a baleia de Felipe Bragança. Brasil 2006. Com Alberto Junior, Ingrid Conte e Gabriel Moura. 20’. Classificação indicativa 12 anos. + Não devore meu coração. Brasil, 2017. Com Cauã Reymond, Eduardo Macedo, Adeli Gonzales e Zahy Guajajara. 106’. Classificação indicativa 14 anos
QUI 2 – SEG 6 SET
Programa 3. Por dentro de uma gota d’água de Felipe Bragança e Marina Meliande. Brasil, 2003. Com Emanuel Cavalcanti. 10’. Classificação indicativa 10 anos
QUI 2 – SEX 3 SET (Filme disponível por 24h)
Mormaço de Marina Meliande. Brasil, 2018. Com Marina Provenzzano, Pedro Gracindo, Analu Prestes, Igor Angelkorte. 90’. Classificação indicativa 14 anos
TER 7 – SAB 11 SET
Programa 4. Fuja dos meus olhos (Escape From My Eyes) de Felipe Bragança. Brasil e Alemanha, 2015. Com Chamseddine Maiga, Eliassou, Abidal Bance, Teophil Nöel Koukou. 34’. Classificação indicativa 12 anos. + A morte de J.P. Cuenca de João Paulo Cuenca. Brasil, 2015. Com João Paulo Cuenca, Ana Flavia Cavalcanti, Leonilce Torato. 90’. Classificação indicativa 18 anos
DOM 12 – QUI 16 SET
Coisas nossas de Daniel Caetano. Brasil, 2013. Com Carol Pucu, João Pedro Zappa, Samuel Toledo. 10’. Classificação indicativa 14 anos + Conceição – autor bom é autor morto de André Sampaio, Cynthia Sims, Daniel Caetano, Guilherme Sarmiento, Samantha Ribeiro. Brasil, 2007. 78’. Classificação indicativa 18 anos
SEX 17 – TER 21 SET
Programa 6. O mundo de um filme de Clara Linhart, Camila Maroja e Daniel Caetano. Brasil, 2010. Documentário. 49’. Classificação indicativa 10 anos. + Verão em Rildas de Daniel Caetano. Brasil, 2018. Com Alice Gorman, Matheus De Martini, Tamiris Eusébio de Souza. 70’. Classificação indicativa 18 anos
DEBATE
SEX 10 SET (YouTube e Facebook MAM Rio)
18h Retrospectiva Duas Mariola. Encontro com Daniel Caetano, Felipe Bragança e Marina Meliande. Mediação: Hernani Heffner
PROJETO: OUVINDO HISTÓRIAS
Em agosto, seguimos apresentando o projeto Ouvindo Histórias. Depoimentos sobre a Cinemateca do MAM, um projeto de história oral que vem recolhendo falas de diversos colaboradores que, ao longo das últimas seis décadas e meia, participaram da história da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
TER 17 AGO (vimeo.com/showcase/ouvindohistorias)
18h. Lançamento da quinta entrevista do projeto Ouvindo Histórias. Depoimento de Lótus, que foi secretária do MAM Rio e companheira de Cosme Alves Netto.
TER 31 AGO (vimeo.com/showcase/ouvindohistorias)
18h. Lançamento da sexta entrevista do projeto Ouvindo Histórias. Depoimento de João Luiz Vieira, professor da UFF e antigo diretor da Cinemateca.
CICLO VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL
Em agosto, o projeto Veredas do patrimônio audiovisual destaca uma das ações da UCLA Film & Television Archive, segunda maior instituição de preservação audiovisual dos Estados Unidos, o Outfest Legacy Collection. Trata-se de uma pioneira iniciativa de identificação, reunião e restauração da filmografia nacional LGBTQIA+ produzida entre os anos 1960 e 1990.
Exibiremos o filme Diferente dos outros (Anders als die Andern) de 1919, considerado o primeiro filme voltado para o público gay que hoje só existe como fragmento restaurado pela UCLA Film & Television. Além do filme, apresentaremos uma conferência de May HaDuong, criadora do projeto e atual diretora geral do arquivo e da preservacionista audiovisual Jillian M. Borders.
O projeto Veredas do Patrimônio Audiovisual é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital, Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
SEX 27 AGO – DOM 29 AGO
Diferente dos outros (Anders als die Andern) de Richard Oswald. Alemanha, 1919. Com Conrad Veidt, Fritz Schulz e Reinhold Schünzel. 55’. Sessão com acompanhamento musical de Cliff Retallick. Legendas em portugês. Classificação indicativa 12 anos
SEG 30 AGO (Gravado)
Conferência de May Hong HaDuong e Jillian M. Borders sobre o projeto Outfest UCLA Legacy Project. Mediação José Quental (Em inglês com legendas em português)
JULHO 2021
DIAS COM VIVIANE
Mostra dedicada a uma cineasta fundamental para o audiovisual brasileiro. Autora de curtas, médias metragens de ficção e documentais, videoclipes e outros formatos, Viviane Ferreira foi a segunda mulher negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além de cineasta e advogada, Ferreira é ativista e uma liderança na produção independente brasileira. Criou e assumiu a presidência da APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro e, em 2021, assumiu a direção da SPCine, distribuidora da prefeitura de São Paulo.
SEX 2 – QUI 8 JUL
PROGRAMA 1. Dê sua ideia, debata de Viviane Ferreira. Brasil, 2008. Documentário. 28’. Classificação indicativa livre. + Mumbi7Cenas Pós Burkina de Viviane Ferreira. Brasil, 2010. Com Maria Gol. 7’. Classificação indicativa livre
SEX 9 – QUI 15 JUL
PROGRAMA 2. D’origem africana de Viviane Ferreira. Brasil, 2013. Videoclipe . 4’40’’ + Amor ao rap de Viviane Ferreira. Brasil, 2012. Videoclipe. 4’40’’ + Carroceiro de Viviane Ferreira. Brasil, 2013. Videoclipe. 3’53’’ + Amigo também pode de Viviane Ferreira. Brasil, 2012. Videoclipe. 4’41’’ + O dia de Jerusa de Viviane Ferreira. Brasil, 2014. Com Léa Garcia e Débora Marçal. 20’. Classificação indicativa livre
SEX 16 – QUI 22 JUL
PROGRAMA 3. Peregrinação, de Viviane Ferreira. Brasil, 2014. Documentário. 50’ Classificação indicativa: 10 anos
SEX 23 – QUI 29 JUL
PROGRAMA 4. Sambailando, de Viviane Ferreira. Brasil, 2012. Documentário. 50’ Classificação indicativa: 10 anos.
SEX 30 – QUI 5 AGO
PROGRAMA 5. Pessoas – contar para viver de Marcelo Machado, Marco Del Fiol, Pedro Cezer, Tatiana Toffoli e Viviane Ferreira. Brasil, 2019. Documentário. 86’. Classificação indicativa: 10 anos
DEBATE
SEX 16 JUL, às 16h (YouTube e Facebook)
Conversa com Viviane Ferreira. Mediação Izabel Melo.
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MOSTRA RIO DESAPARECIDO
QUI 15 – DOM 25 JUL
Como parte da programação do Congresso Mundial de Arquitetura – UIA 2021, a Cinemateca do MAM apresenta, em parceria com a RioMemórias, a mostra Rio desaparecido. A mostra é composta por três filmes: duas obras contemporâneas e outra realizada há cem anos que retratam o traçado urbanístico, além de outros aspectos do cotidiano da cidade do Rio de Janeiro. São elas O desmonte do monte, de Sinai Sganzerla, Crônica da demolição, de Eduardo Ades, e Nos souverains au Brèsil, filme realizado pelo Serviço Cinematográfico do exército belga em 1920 por ocasião da visita ao Brasil do Rei Alberto 1o da Bélgica. Este filme foi digitalizado a partir dos nitratos originais especialmente para a mostra em parceria com a Cinémathèque Royale de Belgique, instituição que conserva os materiais do filme.
QUI 15 – DOM 25 JUL
PROGRAMA 1. Nossos soberanos no Brasil (Nos souverains au Brèsil) do Service Cinématographique de l’Armée belge. Bélgica, 1920. Documentário.
PROGRAMA 2 . O desmonte do monte de Sinai Sganzerla. Brasil, 2018. Documentário. 85’. Classificação indicativa 10 anos
PROGRAMA 3. Crônica da demolição de Eduardo Ades. Brasil, 2015. Documentário. 90’. Classificação indicativa livre
DEBATES
SEG 19 JUL, às 18h (YouTube e Facebook do MAM Rio)
Debate em torno do filme Nossos soberanos no Brasil (Nos souverains au Brésil). Com a participação de Heloisa Starling, Frederico Coelho e Luiz Fernando Janot. Mediação Hernani Heffner
TER 20 JUL, às 18h (YouTube e Facebook do MAM Rio)
Debate em torno do filme Crônica da demolição. Com a participação de Eduardo Ades, Antônio Edmilson Martins e Nireu Cavalcanti. Mediação Livia Baião
QUA 21 JUL, às 18h (YouTube e Facebook MAM Rio)
Debate em torno do filme O desmonte do monte. Com a participação de Sinai Sganzerla, Evelyn Furquim Werneck Lima, Ceça Guimaraens. Mediação José Quental
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CICLO VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL
26 JUL – 10 AGO
Em julho, o projeto é dedicado ao trabalho da própria Cinemateca do MAM, celebrando o 66° aniversário da sua fundação, bem como a inauguração do novo Centro de Conservação José Carlos Avellar.
O foco da programação fica no acervo fílmico de José Carlos Avellar, jornalista, crítico, ensaísta e professor que trabalhou na instituição e a dirigiu no biênio 1991/92. Avellar exerceu grande influência sobre os estudos de cinema no Brasil e na América Latina e realizou inúmeros filmes como diretor de fotografia. Juntamente com os filmes de Avellar, um debate discute o pensamento de Avellar e marca simbolicamente a inauguração do novo centro de conservação da Cinemateca.
O projeto Veredas do Patrimônio Audiovisual é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital, Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
SEX 30 JUL – DOM 1 AGO
Coleção José Carlos Avellar. Clementina de Jesus, de José Carlos Avellar. Brasil, 1972-1978. + Enterro do estudante Edson Luís, de José Carlos Avellar. Brasil, 1968. 10’. Classificação indicativa livre
DEBATE
SEX 30 JUL, às 16h (YouTube e Facebook do MAM Rio)
José Carlos Avellar: trajetória, memória, acervo. Com a participação de Carlos Alberto Mattos, Pedro Bucher e Cláudia Duarte. Mediação Fábio Vellozo
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PROJETO: OUVINDO HISTÓRIAS
Em julho, seguimos apresentando o projeto Ouvindo Histórias. Depoimentos sobre a Cinemateca do MAM, um projeto de história oral que vem recolhendo falas de diversos colaboradores que, ao longo das últimas seis décadas e meia, participaram da história da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
TER 13 JUL, às 18h (https://vimeo.com/showcase/ouvindohistorias)
Lançamento da terceira entrevista do projeto. Depoimentos sobre a Cinemateca do MAM. Depoimento de Juçara Palmeira, que foi arquivista da Cinemateca do MAM.
TER 27 JUL, às 18h (www.vimeo.com/showcase/ouvindohistorias)
Lançamento da quarta entrevista do projeto. Depoimento de Lucila Avelar, que trabalhou como secretária de Cosme Alves Netto na Cinemateca do MAM.
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ECRÃ – FESTIVAL DE EXPERIMENTAÇÕES AUDIOVISUAIS
Parte da quinta edição de Ecrã – Festival de Experimentações Audiovisuais que, de forma pioneira, incorpora a sua extensa programação, uma seleção de jogos eletrônicos. Em diálogo com esta proposta que busca trazer os games como parte desse universo audiovisual, a Cinemateca do MAM promove uma reflexão sobre o lugar dessas produções como bens culturais e a importância de sua preservação. A programação da quinta edição do festival pode ser acompanhada neste link https://www.festivalecra.com.br/.
DEBATE
SAB 24 JUL, às 20h (YouTube MAM Rio e YouTube Ecrã)
Jogos eletrônicos, patrimônio audiovisual? Com a participação de Rafael Zamorano, Rian Rezende e Thays Pantuza. Mediação Ines Aisengart Menezes.
JUNHO 2021
ALLAN RIBEIRO 20 ANOS DE CINEMA
SEX 4 JUN – QUI 10 JUN
Programa 5. Allan Ribeiro 20 anos de cinema. Mais do que eu possa me reconhecer de Allan Ribeiro. Brasil, 2015. Documentário. Com Darel Valença Lins. 72′. Classificação indicativa livre.
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A COR NO CINEMA: INCURSÕES E RELAÇÕES
Estabelecendo um diálogo com a exposição Fayga Ostrower: formações do avesso, a mostra A cor no cinema: incursões e relações toma como ponto de partida o pensamento cromático da artista plástica para revisitar de forma pontual o uso tecnológico, estético, político e cultural da cor na composição visual dos filmes desde o final do século XIX até a atualidade.
QUA 2 JUN – TER 8 JUN
Programa 3- Bicromatismo. A vítima do mar (The Toll of the Sea) de Chester M. Franklyn. Estados Unidos, 1922. Com Anna May Wong e Kenneth Harlan. 53’. Silencioso. Legendas em português. Classificação indicativa livre + A morte cansada (Der müde Tod) de Fritz Lang. Alemanha, 1921. Com Lil Dagover, Walter Janssen, Bernhard Goetzke e Rudolf Klein-Rogge. 105. Silencioso. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos + Moby Dick de John Huston. Reino Unido, 1956. Com Gregory Peck, Richard Basehart, Leo Genn e Orson Welles. 116’. Legendas em português. Classificação indicativa: 10 anos
QUI 3 JUN – 20h (Sessão única)
O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford (The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford) de Andrew Dominik Estados Unidos, 2007. Com Brad Pitt, Casey Affleck, Mary-Louise Parker e Sam Shepard. 160’. Classificação indicativa 14 anos. Exibição em virtual screening room. Inscrição três dias antes em www.mam.rio/cinemateca.
QUA 9 JUN – TER 15 JUN
Programa 4 – Tricromatismo. As aventuras de Tom Sawyer (The Adventures of Tom Sawyer) de Norman Taurog. Estados Unidos, 1938. Com Tommy Kelly, Jackie Moran, Ann Gillis. 91’. Legendas em português. Classificação indicativa: 10 anos + Sol alegria de Tavinho Teixeira. Brasil, 2018. Com Mariah Teixeira, Jonas Medeiros, Mauro Soares, Tavinho Teixeira. Classificação indicativa: 18 anos
QUA 16 JUN – QUI 17 JUN (disponível por 24 horas)
Ida (Ida) de Pawel Pawlikovski.Polônia e Dinamarca, 2013. Com Agata Kulesza, Agata Trzebuchowska e Dawid Ogrodnik. 80’. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos .
QUA 16 JUN – TER 22 JUN
Programa 5 – Acromatismo. Nosferatu (Nosferatu, eine Symphonie des Grauens) de F. W. Murnau. Alemanha, 1922. Versão Grupo Domo, a partir de cópia do MoMA. Com Max Schreck, Gustav von Wangenheim e Greta Schröder. Trilha musical de Bernardo Uzeda e Eduardo Agni. 80’. Legendas em português. Classificação indicativa: 12 anos. + Cores de Francisco Garcia. Brasil, 2012. Com Acauã Sol, Simone Iliescu, Pedro di Pietro e Tonico Pereira. 95’. Classificação indicativa: 14 anos.
RETROSPECTIVA JULIA MURAT
Seguindo a apresentação do trabalho de autores e autoras que construíram suas obras nas duas primeiras décadas do século XXI, a Cinemateca do MAM apresenta o trabalho da cineasta Júlia Murat. Murat pode ser incluída no chamado Novíssimo Cinema brasileiro, termo que reúne uma nova geração de realizadores que começou a ganhar repercussão e prêmios nos principais festivais nacionais e internacionais no início da década de 10. No caso de Júlia Murat, esse reconhecimento vem com seu primeiro longa-metragem ficcional, Histórias que só existem quando lembradas (2011). Iniciou seu trabalho mais próximo do campo das artes plásticas, com curtas e instalações de vídeo-arte na primeira década dos anos 2000. Desempenhou diversas funções na produção de filmes, tendo trabalhado com cineastas consagrados como Ruy Guerra e Lúcia Murat, mas também de novos realizadores. Embora sua atuação não se limite ao papel de diretora, a presente retrospectiva se concentra em suas obras mais autorais. Em 5 programas apresentamos 10 filmes de curta e longa-metragem, ficções, documentários e instalações, alguns realizados em co-direção.
SEX 11 JUN – QUI 17 JUN
Programa 1. A velha, o canto, as fotos de Julia Murat. Brasil, 2001. 7′. + Cinetismo luminoso de Carlos Alberto Murad, Julia Murat e Leonardo Ventapane. Brasil, 2002. 3′. + Movimento intrínseco de Carlos Alberto Murad, Julia Murat e Leonardo Ventapane. Brasil, 2002, 3′ + Desvelar de Julia Murat. Brasil, 2003. Instalação. 4′ + Ausência de Julia Murat e Valentina Homem. Brasil, 2004. Com Fernanda Bond e Renato Linhares. 8’ + Pendular de Julia Murat. Brasil, 2009. Com Leo Corajo e Tereza Fournier. 12’. Classificação indicativa: 14 anos
SEX 18 JUN – QUI 24 JUN
Programa 2. Dia dos pais de Julia Murat e Leo Bittencourt. Brasil, 2008. Documentário. 73’. Classificação indicativa: 12 anos
TER 22 JUN – SEG 28 JUN
Programa 3. Operações de Garantia da Lei e da Ordem de Julia Murat e Miguel Antunes Ramos. Brasil, 2017. Documentário. 80’. Classificação indicativa: 14 anos
SEX 25 JUN – QUI 01 JUL
Programa 4. Histórias que só existem quando lembradas de Juúlia Murat. Brasil, 2011. Com Sonia Guedes, Luiz Serra, Lisa Fávero e Ricardo Merkin. 98’ .Classificação indicativa: 10 anos
TER 29 JUN – QUA 30 JUN (disponível por 24 horas)
Programa 5. Pendular de Julia Murat. Brasil, 2017. Com Raquel Karro. Rodrigo Bolzan, Neto Machado e Valéria Barreto. 108’. Classificação indicativa: 16 anos
DEBATE
TER 29 JUN, às 16h ( ao vivo via Youtube e Facebook)
Caminhos e processos: conversa com Julia Murat. Com a participação de Julia Murat. Mediação: Nina Tedesco
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V SEMANA NACIONAL DE ARQUIVOS
PROJETO OUVINDO HISTÓRIAS – DEPOIMENTOS SOBRE A CINEMATECA DO MAM
Organização: Juliana Mendes e José Quental
Entre os dias 7 e 11 de junho, acontece a V Semana Nacional de Arquivos, promovida pelo Arquivo Nacional. Este ano, Empoderando Arquivos é o tema central do evento e, como parte da programação, apresentamos o projeto Ouvindo Histórias – Depoimentos sobre a Cinemateca do MAM. Trata-se de um projeto de história oral que vem recolhendo depoimentos de diversos colaboradores que ao longo das últimas seis décadas e meia participaram da história da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Os entrevistados e entrevistadas são pessoas que fizeram parte dessa história: pesquisadores, programadores, professores, arquivistas, cineastas, funcionários da Cinemateca e do MAM e voluntários. Por meio do registro audiovisual desses depoimentos, busca-se construir parte da história da Cinemateca. Durante a V Semana Nacional de Arquivos, será apresentada a primeira entrevista com o cineasta Walter Lima Jr. e, em seguida, quinzenalmente serão disponibilizados novos depoimentos no em: vimeo.com/showcase/ouvindohistorias. Além disso, durante o evento, será registrada uma entrevista, ao vivo, com o diretor Cacá Diegues e serão realizadas duas mesas de discussão.
TER 08 JUN, às 16h (via Youtube e Facebook)
A participação em um programa de história oral: a importância do testemunho. Com participação de José Roberto e Walter Lima Jr. Mediação: José Quental.
TER 08 JUN, às 18h
Lançamento da primeira entrevista do projeto ouvindo histórias. Depoimento de Walter Lima Jr. (vimeo.com/showcase/ouvindohistorias)
QUA 9 JUN, às 16h (via Youtube e Facebook)
Entrevista com Cacá Diegues. Com participação de, Hernani Heffner, José Quental e Juliana Maia.
QUI 10 JUN, às 16h (via Youtube e Facebook)
História oral e patrimônio audiovisual: construindo a memória institucional. Com a participação de Carlos Eduardo Marconi (Arquivo Nacional) e Luciana Heymann (COC/Fiocruz) Mediação: Juliana Maia.
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TRÊS DÉCADAS BRASILEIRAS PELA CINEFILIA
Curadoria: Bruna Toscano e Pedro Lovallo
Quais os melhores filmes brasileiros dos últimos trinta anos? A mostra Três décadas brasileiras pela cinefilia se estrutura a partir de uma ampla lista, organizada pelo crítico Pedro Lovallo e elaborada a partir da contribuição de mais de 150 cinéfilos e entusiastas da arte cinematográfica. A proposta foi pedir uma lista de vinte filmes favoritos a das décadas de 1990, 2000 e 2010 para este amplo grupo. A partir dessa lista, que inclui filmes de todos os países, selecionamos os filmes brasileiros que se destacavam. A programação traz os três mais bem votados filmes brasileiros de cada década, totalizando nove obras seminais da filmografia nacional.
Anos 90
SEG 7 JUN – DOM 13 JUN
Alma corsária de Carlos Reichenbach. Brasil, 1993. Com Bertrand Duarte e Jandir Ferrari. 112’. Classificação indicativa: 16 anos + O vigilante de Ozualdo Candeias. Brasil, 1992. Com Walter Carlos, Rogério Costa e Bárbara Fázio. 80’. Classificação indicativa: 16 anos + O viajante de Paulo César Saraceni. Brasil, 1999. Com Marília Pêra, Jairo Mattos, Leandra Leal, Nelson Dantas. 118’. Classificação indicativa: 14 anos
Anos 00
SEG 14 JUN – DOM 20 JUN
O signo do caos de Rogério Sganzerla. Brasil, 2003. Com Eduardo Cabús, Guaracy Rodrigues, Helena Ignez. 80’. Classificação indicativa livre
SEG 14 JUN – TER 15 JUN (disponível por 24 horas)
Jogo de cena de Eduardo Coutinho. Brasil, 2007. Documentário. 105’. Classificação indicativa livre
SEG 14 JUN – TER 16 JUN (disponível por 48 horas)
Falsa loura de Carlos Reichenbach
Anos 10
SEG 21 JUN – DOM 27 JUN
Garoto de Júlio Bressane. Brasil, 2015. Com Marjorie Estiano, Gabriel Leone, Josie Antello. 76’ Classificação indicativa livre + Frente fria que a chuva traz de Neville D’Almeida. Brasil, 2015. Ficção. Classificação indicativa 16 anos.
Já visto jamais visto de Andrea Tonacci. Brasil, 2014. Documentário. Classificação indicativa livre.
Assista em: https://www.looke.com.br/filmes/ja-visto-jamais-visto.
MAIO 2021
CINEMATECA ONLINE
Programação gratuita em www.vimeo.com/channels/cinematecadomam
CENTENÁRIO DE ZEQUINHA MAURO (leia mais)
Em maio chega ao final a mostra em homenagem a Zequinha Mauro. Neste mês serão apresentadas duas sessões. A primeira com curtas, entre eles o clássico A velha a fiar. A segunda sessão é composta de filmes caseiros da família Mauro, digitalizados especialmente para a mostra. Finalizando a homenagem temos um encontro para celebrar a memória de Zequinha a partir das lembranças de diversos amigos que conviveram com ele ao longo da vida.
SEG 3 MAI – DOM 9 MAI
Centenário de Zequinha Mauro. Programa 7. A Velha a fiar de Humberto Mauro. Brasil, 1964. 6’. Classificação indicativa Livre. O João de Barro de Humberto Mauro. Brasil, 1956. 22 minutos + Congonhas do Campo de Humberto Mauro. Brasil, 1957. Documentário. 16’. + Construções Rurais de Humberto Mauro. Brasil, 1956. 11’. Classificação indicativa livre
SEG 10 MAI – DOM 16 MAI
Centenário de Zequinha Mauro. Programa 8. [Chegada de Humberto Mauro do Festival de Veneza no porto do Rio de Janeiro]. Brasil, [19xx]. 3’. + [Festa da Primavera – Volta Grande – MG – 1949]. Brasil, 1949. 11’. + [Inauguração da av. Cineasta Humberto Mauro, em Volta Grande/MG – 1975). Brasil, 1975. 4’. Classificação indicativa livre
NEVILLE 80 (leia mais)
Neville D’Almeida é um dos cineastas mais singulares do cinema moderno brasileiro. Tendo iniciado sua carreira na década de 1960, construiu ao longo das décadas uma obra cinematográfica de muitas faces e que atravessa diversos movimentos e caminhos do cinema brasileiro. Em Neville 80, a Cinemateca do MAM vai apresentar sete longas-metragens de Neville D’Almeida e realizar um debate, buscando revisitar seu cinema e contextualizando sua obra.
SAB 1 MAI – DOM 15 MAI
Assista em www.vimeo.com/showcase/neville80
Programa 1. Jardim de Guerra de Neville D’Almeida. Brasil, 1968. 100′. Classificação indicativa 18 anos
Programa 2. A Dama do Lotação de Neville D’Almeida. Brasil, 1978. 90′. Classificação indicativa 16 anos
Programa 3. Os sete gatinhos de Neville D’Almeida. Brasil, 1980. 109′. Classificação indicativa 16 anos
Programa 4. Rio babilônia de Neville D’Almeida. Brasil, 1982. 115′. Classificação indicativa 16 anos
Programa 5. Matou a família e foi ao cinema de Neville D’Almeida. Brasil, 1991. 86′ Classificação indicativa 16 anos.
Programa 6. Navalha na carne de Neville D’Almeida Brasil, 1997. 105′. Classificação indicativa 16 anos
Programa 7. A frente fria que a chuva traz de Neville D’Almeida. Brasil, 2015. 80′ Classificação indicativa 16 anos
Programa 8. Boa noite Cinderela de Neville D’Almeida. Brasil, 2010. Com Ana Tavares e Otávio III. 18’. Classificação 18 anos.
Programa 9. Redenção de Joaquim Haickel e Neville D’Almeida. Brasil, 2017. Com Daya Ananias. 15’. Classificação 18 anos
Programa 10. A Voz do Provocador. Parte 1. Os artísticos de Neville D’Almeida. Brasil, [s/d]. Com Antônio Abujamra. 4’ + O Provocador. Internacionalização da Amazônia de Neville D’Almeida. Brasil, [s/d]. 5’+ O Diário de Jane Joy. Episódio: Receita de sedução de Neville D’Almeida. Brasil, [s/d]. 1’20’’. + O Diário de Jane Joy. Episódio: Calcinha de Neville D’Almeida. Brasil, [s/d]]. 2’. + A água, a mulher e o regador de Neville D’Almeida. Brasil, [20xx]. Com Ana Tavares. 6’. Classificação 18 anos.
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MOSTRA TRÊS ÁGUAS OS FILMES DE EVERLANE MORAES E LARA SOUZA (leia mais)
A mostra busca destacar o diálogo e a parceria de duas jovens cineastas negras. Everlane Moraes, brasileira, e Lara Souza, moçambicana, se conheceram no curso de cinema da Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV), em Cuba, e estabeleceram uma troca cinematográfica que vem se ampliando.
TER 4 MAI – SEG 10 MAI
Sessão 1. Pattaki de Everlane Moraes. Cuba, 2018. Documentário. 21′. + La santa cena de Everlane Moraes. Cuba, 2015. Documentário. 13’31’’. + Aurora de Everlane Moraes. Cuba, 2018. Documentário. 15’. Classificação indicativa 12 anos.+ Caixa d’água: qui-lombo é esse? de Everlane Moraes. Brasil, 2013. Documentário. 15’
Sessão 2. Kalunga de Lara Sousa. Cuba, 2018. Documentário. 22’. + Fim (Fin) de Lara Sousa. Cuba, 2018. 15’.Documentário. 15. + A quinta do medo de Lara Sousa. Cuba, 2017. Documentário. 14’. Machimbo – o homem novo (Machimbrao – el hombre nuevo) de Lara Sousa. Cuba, 2016. Documentário. 13’30’’.
DEBATE
QUI 6 MAI (ao vivo youtube e facebook MAM)
14h Mostra três águas. Os filmes de Everlane Moraes e Lara Souza. Debate com as realizadoras Lara Sousa e Everlane Moraes. Mediação Keyna Eleison
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ALLAN RIBEIRO 20 ANOS DE CINEMA (leia mais)
Retrospectiva dedicada ao realizador Allan Ribeiro, nome incontornável do cinema independente brasileiro do século 21. A mostra se divide em cinco programas que apresentam o percurso cinematográfico do cineasta, desde os primeiros filmes até seu mais recente longa-metragem. Serão apresentados 14 filmes do diretor que segue produzindo e está terminando seu terceiro longa-metragem, O dia da posse.
SEX 7 MAI – QUI 13 MAI
Programa 1 – “Universitários”. O brilho dos meus olhos de Allan Ribeiro. Brasil, 2006. Com Marcelo Dias, Dona Antônia, Zezé Veneno. 11’. Classificação indicativa livre. + Desconforto de Allan Ribeiro. Brasil, 2001. 1’. Classificação indicativa 12 anos. + Boca a boca de Allan Ribeiro. Brasil, 2003. Com Dal Ribeiro, Antônio Carlos Guerreiro, Ângela Weiner. 17’. Classificação indicativa 10 anos. + Papo de botequim de Allan Ribeiro. Brasil, 2004. Documentário. 20’. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 14 MAI – QUI 20 MAI
Programa 2 – “Em casa”. Com vista para o céu de Allan Ribeiro. Brasil, 2011. Com Marcelo Dias e Adriana Calcanhotto. 10’. Classificação indicativa Livre + Ensaio de cinema de Allan Ribeiro. Brasil, 2009. Com Gatto Larsen e Rubens Barbot. 15’. Classificação indicativa Livre + Depois das nove de Allan Ribeiro. Brasil, 2008. Com Rafael Primo e Selma Lopes. 15’. Classificação indicativa 12 anos. + A dama do Peixoto de Allan Ribeiro e Douglas Soares. Brasil, 2011. Documentário. 11’. Classificação indicativa Livre
SEX 21 MAI – QUI 27 MAI
Programa 3 – “Retratos e Encontros”. O quebra-cabeça de Sara de Allan Ribeiro. Brasil, 2017. Documentário. 10’30’’. Classificação indicativa 12 anos. + Darel e Raskólnikov de Allan Ribeiro. Brasil, 2019. Documentário. 14’. Classificação indicativa Livre. + O clube de Allan Ribeiro. Brasil, 2014. Com Elaine Parker, Sophya Monroe, Patrícia San Lorran. 17’30’’. Classificação indicativa 12 anos. + O canto do homem de Allan Ribeiro. Brasil, 2013. Com Marcello Taurino. 4’. Classificação indicativa Livre.
SEX 28 MAI – QUI 3 JUN
Programa 4. Esse amor que nos consome de Allan Ribeiro. Brasil, 2012. Com Gatto Larsen, Rubens Barbot. 80′. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 4 JUN – QUI 10 JUN
Programa 5. Mais do que eu possa me reconhecer de Allan Ribeiro. Brasil, 2015. Documentário. Com Darel Valença Lins. 72′. Classificação indicativa Livre.
DEBATE
SEX 21 MAI (Youtube e Facebook MAM)
16h – Encontro com Allan Ribeiro. Com Allan Ribeiro, João Luiz Vieira e Mariana Baltar. Medicação José Quental
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SAÚDE E AMBIENTE DOCUMENTÁRIO COMO FORMA DE EXPRESSÃO E DEBATE
A Cinemateca do MAM, em parceria com a VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz, apresenta sessão especial com dois documentários que buscam pensar a relação entre saúde e ambiente. As obras de Tiago Carvalho e Beto Novaes expressam a importância da preservação ambiental, novas formas de relação com a terra e o solo, participação coletiva e o controle de agrotóxicos como fatores fundamentais de promoção da saúde. O evento celebra também o aniversário da Fundação Oswaldo Cruz e integra a programação do Núcleo de Estudos Audiovisual e Saúde (Neavs) da VideoSaúde\Icict\Fiocruz.
TER 25 MAI – SEG 31 MAI
Chapada do Apodi, morte e vida de Tiago Carvalho. Brasil, 2013. Documentário. 27’40’’. + O diagnóstico de Beto Novaes. Brasil, 2019. Documentário. 45’. Classificação indicativa livre.
DEBATE
SEX 28 MAI (ao vivo pelo Facebook e Youtube do MAM)
16h – Debate com os diretores Tiago Carvalho e Beto Novaes, e Wagner Oliveira, coordenador do Selo Fiocruz Vídeo. Mediação José Quental
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INTERNATIONAL URANIUM FILM FESTIVAL 2021
Único festival anual de filmes que destaca as questões nucleares e radioativas: a cadeia do combustível nuclear, a mineração de urânio, as bombas atômicas, as usinas nucleares, os resíduos nucleares e os acidentes nucleares: de Hiroshima a Fukushima. O primeiro International Uranium Film Festival foi realizado em maio de 2011, no Rio de Janeiro. Desde então, tornou-se um evento global com exibições ao redor do mundo.
20 – 30 MAI
Confira a programação completa.
Assista em www.vimeo.com/showcase/uranium2021
DEBATES
QUI 20 MAI (Youtube e Facebook do MAM)
19h – Abertura do festival. Conversa com os sobreviventes da bomba atômica de Hiroshima Takashi Morita (que será representado por André Loula), Kunihiko Bonkohara. Com a participação de Akira Kawasaki, coordenador do Peace Boat – organização civil japonesa de fomento à paz mundial. Mediação Márcia de Oliveira.
SEG 24 MAI (Youtube e Facebook do MAM)
16h – Conversa com o embaixador Sérgio Duarte. Participação de Cristian Ricardo Wittmann. Mediação Márcia de Oliveira e Norbert Suchanek.
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90 ANOS DE LIMITE HOMENAGEM A SAULO PEREIRA DE MELLO
Em 17 de maio de 1931 era apresentado publicamente pela primeira vez o mítico filme de Mário Peixoto, Limite. O filme se tornou um clássico do cinema brasileiro e um marco incontornável do cinema experimental de vanguarda. Para lembrar os 90 anos daquela primeira sessão e saudar a memória de Saulo Pereira de Mello, incansável defensor e protetor de Limite e responsável por sua existência, a Cinemateca do MAM promove a exibição do filme em seu canal online e promove uma série de debates e conversas em torno do filme.
SEG 17 MAI – DOM 23 MAI
Limite de Mário Peixoto. Brasil, 1931. Com Olga Breno, Taciana Rey e Raul Schnoor. 120’. Classificação indicativa Livre
SEG 17 MAI (24h)
/lost+found, ep. 1 – Saulo Pereira de Mello de Rafael Saar. Brasil, 2021. Com Saulo Pereira de Mello, Ayla Pereira de Mello, Joaquim Pedro de Andrade, Mário Peixoto, Ruy Solberg e Walter Salles. 30’. Série inédita, em finalização, episódio em work-in-progress. Classificação Livre
DEBATES
SEG 17 MAI
19h – Em memória de Saulo Pereira de Mello. Conversa com Filipi Fernandes e Walter Salles. Mediação Hernani Heffner. (Youtube e Facebook do MAM)
TER 18 MAI
16h – Saulo e Limite. Debate com Alex Vasquez, Luciana Corrêa de Araújo e Rafael Saar. Mediação: José Quental. (Youtube e Facebook do MAM)
QUA 19 MAI
19h – Masterclass de Denilson Lopes. 90 anos esta noite. Uma leitura da exibição de limite em 17 de maio de 1931. Mediação de Hernani Heffner (Youtube e Facebook do MAM)
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A COR NO CINEMA: INCURSÕES E RELAÇÕES
19 MAI – 20 JUN
Programa 1 – Monocromatismo
QUA 19 – TER 23 MAI
Blue (Blue) de Derek Jarman. Reino Unido, 1993. Experimental. 79’. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos
O Ébrio de Gilda de Abreu. Brasil, 1946. Com Vicente Celestino, Alice Archambeau, Rodolfo Arena. (Versão sepiada). 131’. Classificação indicativa livre.
Nosferatu – Uma sinfonia do horror (Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens) de Friedrich Wilhelm Murnau. Alemanha, 1922. Com Max Schreck, Gustav von Wangenheim, Greta Schröder e Alexander Granach. 88’. Silencioso. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
Programa 2 – Policromatismo
Seleção de filmes de Secondo de Chomón (filmes pintados à mão, stencil e cinemacoloris).
QUA 26 MAI – TER 1 JUN
Uma noite terrível (La nuit épouvantable) de Segundo de Chomón. França, 1905. 2’20” + O teatro de Bob (Le théâtre de Bob) de Segundo de Chomón. França, 1906. 5’20”+ As rosas mágicas (Les roses magiques) de Segundo de Chomón. França, 1906. 2’53” + Aladdin e a lâmpada maravilhosa (Aladin ou la lampe merveilleuse) de Albert Capellani. França, 1906. 15’11” + As chamas diabólicas (Les flammes diaboliques) de Segundo de Chomón. França, 1907. 4’06”+ Os ovos de Páscoa (Les oeufs de Pâques) de Segundo de Chomón. França, 1907. 3’20” + O besouro de ouro (Le scarabée d’or) de Segundo de Chomón. França, 1907. 2’12” + A diversão de Satã (Le spectre rouge) de Ferdinand Zecca e Segundo de Chomón. França, 1907. 3’54” + Excursão à Lua (Excursion dans la Lune) de Segundo de Chomón. França, 1908. 7’03” + Blocos mágicos (Les blocs magiques) de Segundo de Chomón. França, 1908. 3’51” + Uma nova maneira de viajar (Voyage original) de Segundo de Chomón. França, 1908. 5’31” + Borboletas japonesas (Les papillons japonais) de Segundo de Chomón. França, 1908. 4’33” + A bela adormecida (La belle au bois dormant) de Albert caperllani e Lucien Nonguet. França, 1908. 14’28” + Viagem a Júpiter (Le voyage sur Jupiter) de Segundo de Chomón. França, 1909. 8’27” + Viagem a Burgos (Viaje a Burgos) de Giuseppe de Liguoro e Segundo de Chomón. Espanha/Itália, 1911. 4’13” + Superstição andaluza (Superstition andalouse) de Segundo de Chomón. Espanha/França, 1912. 10’14”
Seleção de filmes de George Méliès (pintado à mão)
O castelo assombrado (Le château hanté) de Georges Méliès. França, 1897. 47”. + A dança do fogo (La danse du feu) de Georges Méliès. França, 1897. 1’07”+ Joana d’Arc (Jeanne d’Arc) de Georges Méliès. França, 1900. 11’32” + Viagem à Lua (Le voyage dans la lune) de Georges Méliès. França, 1902. 12’59” + O reino das fadas (le royaume des fées) de Georges Méliès. França, 1903. 16’44”+ Viagem através do impossível (Le voyage a travers l’impossible) de Georges Méliès. França, 1904. 20’26” + O palácio das mil e uma noites (Les palais des mille et une nuits) de Georges Méliès. França, 1905. 20’58”.
Cyrano de Bergerac de Augusto Genina. Itália e França, 1923. Com Pierre Magnier, Linda Moglia e Angelo Ferrari. 117’. Silencioso. Legendas em português. Classificação indicativa. livre
VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL
O projeto Veredas do patrimônio audiovisual destaca em maio a Cinemateca Pernambucana. Criada em 2018, é uma das mais recentes entidades de guarda da memória audiovisual brasileira. No seio de sua fundação está a Coleção Geneton Moraes Neto, jornalista e cineasta falecido em 2016, que na década de 1970 foi um dos principais nomes do movimento do Super-8 do Recife. Apresentaremos dois programas com a quase totalidade das obras realizadas por Geneton, tanto em Super 8 quanto em outras bitolas. O programa se completa com uma conversa com Ana Farache e Paulo Cunha, respectivamente coordenadora geral e coordenador acadêmico da Cinemateca Pernambucana. Veredas do patrimônio audiovisual é um projeto patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital e Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
SEX 28 MAI – DOM 30 MAI
Programa 1.Mudez Mutante de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1973. Com Lele Almeida e João Coelho. Experimental. 7’. Classificação indicativa livre + Conteúdo Zero, um Filme para Desentendidos de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1973/1974. Experimental. 14’. Classificação indicativa livre + Isso é Que é de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1974. Com Camilo Brollo, Nara Lúcia, Salette Allievi, Wilson Urquiza, José de Arimatéa, Juliana Cuentro, Machado Freire e Silvana Hiluey. Experimental. 6’. Classificação indicativa livre + Fabulário Tropical de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1979. Experimental. 6’. Classificação indicativa livre. + Funeral para a Década das Brancas Nuvens de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1979. Experimental. 10’. Classificação indicativa 14 anos + A Esperança é um animal nômade de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1981. Documentário. Com Iracema Cunha, Elizabeth Passi, Fernando Correia, Rafael Vildeuil. Experimental. 9’. Classificação indicativa livre + Loja dos Trapos do Coração de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1982. Experimental. 10’. Classificação indicativa livre + Gilbertianas Brasileiras de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1983. Experimental. 25’. Classificação indicativa Livre + O Coração do Cinema de Geneton Moraes Neto e Paulo Cunha. Brasil, 1983. Experimental. 18’. Classificação indicativa livre
Programa 2. Esses onze ai de Geneton Moraes Neto e Paulo Cunha. Brasil, 1978. Documentário. 10’. Classificação indicativa Livre. + A Flor do Lácio é vadia de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1978. Documentário. 6’. Classificação indicativa livre + America Morena 1 de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1977. Documentário. 12’. Classificação indicativa livre + America Morena 2 de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1977. Documentário. 20’. Classificação indicativa livre + Corinthians Coração de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1977. Documentário. 8’. Classificação indicativa livre + Verão, Veredas de Geneton Moraes Neto. Brasil,1976. Documentário. 14’. Classificação indicativa livre + Quando JK de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1977. Documentário. 11’. Classificação indicativa livre + Dr Francisco de Geneton Moraes Neto. Brasil, 1981-1984. Documentário. 16’. Classificação indicativa livre
SEG 31 MAI (ao vivo pelo Youtube e Facebook)
16h – Conferência de Ana Farache e Paulo Cunha sobre a coleção Geneton Moraes Neto e o trabalho da Cinemateca Pernambucana. Mediação José Quental.
ABRIL 2021
CINEMATECA ONLINE
Programação gratuita em www.vimeo.com/channels/cinematecadomam
VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL
Em abril, Veredas do patrimônio audiovisual focaliza este mês as vanguardas cinematográficas e apresenta uma obra daquele que é considerado o primeiro crítico de cinema da história, Louis Delluc (1890-1924). Cineasta, crítico, escritor e animador cultural, Delluc é possivelmente o criador do termo “cineclube”. Figura central da vanguarda do cinema francês do período silencioso ao lado de nomes como Germaine Dulac e Jean Epstein, em 1922 Delluc realiza La femme de nulle part aquele que seria considerado seu principal e mais bem sucedido filme. A valorização e conservação de sua obra está diretamente ligada ao empenho de Henri Langlois, fundador da Cinemateca Francesa.
E vem justamente da Cinemateca Francesa a cópia restaurada que apresentamos deste filme que é, até onde pudemos levantar, inédito no Brasil. Acompanhando a apresentação do filme haverá conferência da Cinemateca Francesa sobre o trabalho por trás da plataforma de difusão online da instituição, batizada, justamente em homenagem a seu fundador, Henri. Veredas do patrimônio audiovisual é um projeto patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital e Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
DOM 4 – DOM 12 ABR
Mulheres fazem cinema: um novo filme de estrada através do cinema (Women Make Film: A New Road Movie Through Cinema) de Mark Cousins. Grã-Bretanha, 2019. Série documental. 840’. Legendas em português. Classificação indicativa: 14 anos
SEX 30 ABR – DOM 2 MAI
A mulher de lugar algum (La Femme de nulle part) de Louis Delluc. França 1922. Versão restaurada. Com Ève Francis, Roger Karl, Gine Avril, André Daven. 66’. Silencioso. Intertítulos em francês. Legendas em português. Classificação indicativa: 12 anos
SEX 30 ABR (gravado)
Conferência de Emilie Cauquy, Nicolas le Thierry e Catherine Hulin sobre Henri, plataforma de vídeo criada pela Cinemateca Francesa durante a pandemia. Mediação José Quental (em francês com legendas em português)
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O CINEMA DE RODRIGO DE OLIVEIRA
Retrospectiva dedicada ao cineasta, roteirista, montador e crítico de cinema Rodrigo de Oliveira. Serão apresentados seus três longas e três curtas-metragens realizados entre 2012 e 2019. Rodrigo tem uma trajetória singular como realizador, pois antes de realizar seu primeiro curta, já tinha dois longa-metragens (As horas vulgares, co-dirigido com Vitor Graize e Teobaldo morto, Romeu exilado) que, além de serem exibidos nos circuitos dos festivais, tiveram lançamentos comerciais em diversas cidades do país. Originário de Volta Redonda e radicado na cidade de Vitória (ES), Rodrigo é sócio da produtora Pique Bandeira Filmes que vem se destacando na produção e coprodução de alguns dos filmes mais significativos da produção contemporânea no país, além de realizar um importante trabalho de recuperação da memória audiovisual do Espírito Santo, com o projeto Acervo Capixaba. A retrospectiva faz parte do esforço da Cinemateca do MAM em revisitar e divulgar o cinema brasileiro contemporâneo.
SEX 2 – QUI 8 ABR
As horas vulgares de Rodrigo de Oliveira e Vitor Graize. Brasil, 2012. Com João Gabriel Vasconcellos, Romulo Braga, Tayana Dantas, Sara Antunes, Thaís Simonassi, Julia Lund, Higor Campagnaro, Raphael Sil, Murilo Abreu, Erik Martincues e Abner Nunes. 123’. Classificação indicativa: 16 anos
SEX 9 – QUI 15 ABR
Teobaldo morto, Romeu exilado de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2014. Com Alexandre Cioletti, Rômulo Braga, Sara Antunes, Margareth Galvão e Erik Martíncues. 118’. Classificação indicativa: 16 anos
QUI 15 ABR, às 16h (via Youtube e Facebook)
Debate O cinema de Rodrigo de Oliveira. Com Rodrigo de Oliveira, Lucas Barbi, Rômulo Braga e Luiz Pretti. Mediação: Kênia Freitas.
Assista aqui
SEX 16 – QUI 22 ABR
Eclipse solar de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2016. Com Rejane Arruda, Erik Martíncues, Natália Hubner, Leonardo da Silva e Rômulo Braga. 28’. Classificação indicativa 10 anos. Ano passado eu morri de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2017. Com João Paulo Stein, Rodrigo de Oliveira, Lorena Lima e Isabella Masiero. 25’. Classificação indicativa 12 anos. + Os mais amados de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2019. Com Alberto Contarato, Fagner Soares, Rômulo Braga, Suely Bispo. 28’. Classificação indicativa: 16 anos
Sex 23 – DOM 25 ABR
Todos os Paulos do mundo de Rodrigo de Oliveira e Gustavo Ribeiro . Brasil, 2018. Documentário. 90’. Classificação indicativa: 14 anos.
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CENTENÁRIO DE ZEQUINHA MAURO
Filho do pioneiro Humberto Mauro, Zequinha foi um dos mais talentosos e prolíficos fotógrafos de cinema do país. Além de ter uma produção de mais de uma centena de filmes, Zequinha Mauro formou diversas gerações de fotógrafos de cinema no Brasil. Ele também montou e dirigiu filmes produzidos pelo Instituto Nacional de Cinema Educativo. A programação teve início em março e se estenderá até o final de maio.
SEG 29 MAR – DOM 4 ABR
Programa 2. Canções populares (Chuá… Chuá e A casinha pequenina) de Humberto Mauro. Brasil, 1945. Documentário. 7’+ Aboio e cantigas de Humberto Mauro. Brasil, 1954. Documentário. 10’. + Canções populares (Azulão e o Pinhal) de Humberto Mauro. Brasil, 1948. Documentário. 8’ + Cantos de trabalho – Música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil, 1955. Documentário. 10’. + Engenhos e usinas – música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil, 1955. 8’ + Manhã na Roça: o carro de bois de Humberto Mauro. Brasil, 1956, 8’. Classificação indicativa: livre
SEG 5 – DOM 11 ABR
Programa 3. Alberto Nepomuceno – 1864 – 1920 de Humberto Mauro. Brasil, 1950. Documentário. 12’. + Castro Alves (1847 – 1871) de Humberto Mauro, Brasil, 1948. Documentário. 22’ + Cidade do Rio de Janeiro de Humberto Mauro. Brasil, 1949. Documentário. 32’. Classificação indicativa: livre
SEG 12 – DOM 18 ABR
Programa 4. Festa de São Benedito de José de A. Mauro e Paulo Jorge de Souza. Brasil, 1975. Documentário. 11’. + Festa do Divino Espírito Santo de José de A. Mauro e Paulo Jorge de Souza. Brasil, 1975. 10’. Classificação indicativa: livre
SEG 19 – DOM 25 ABR
Programa 5. Laço de fita: Folclore do Piauí de Paulo Cezar Saraceni, Brasil, 1976. Documentário. 30’. + Conversa com Cascudo de Walter Lima Júnior. Brasil, 1977. Documentário. 8’. + Taim de Lyonel Lucini. Brasil, 1978. Documentário. 31’. Classificação indicativa: livre
SEG 19 ABR, às 16h (ao vivo pelo Youtube e Facebook)
Debate A trajetória de Zequinha Mauro no INCE, INC e Embrafilme. Com Sheila Schvarzman, Carlos Roberto de Souza, Ronaldo Werneck, André Di Mauro. Mediação José Quental
SEG 26 ABR – DOM 2 MAI
Programa 6. Oswaldo Cruz de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1973.Documentário. 15’. + Cinegrafista de Rondon de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1979. Documentário. 9’. + Os brasileiros e a conquista do ar de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1973. 11’. Classificação indicativa: livre
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CINEMATECA JÚNIOR
Sessão com dois filmes realizados coletivamente em oficinas de animação conduzidas pela Cinemateca Portuguesa dentro do projeto Cinemateca Júnior. São animações em duas técnicas diferentes, a primeira em stop motion faz uma linda homenagem ao 25 de abril, a chamada Revolução dos Cravos. A segunda em pintura sobre película gera um filme abstrato cheio de poesia. Ambas os trabalhos foram criados por crianças e adolescentes em oficinas oferecidas no quadro deste pioneiro projeto.
DOM 25 ABR – SAB 1 MAI
O Dia da Liberdade, 25 de Abril de Alunos da oficina Técnicas de Cinema de Animação. Portugal, 2014. Animação. 1’. + [Workshop intervenção direta em película 16 mm] de alunos da oficina. Portugal, 2015. Animação. 33’ 37’’. Classificação indicativa: livre
MARÇO 2021
CINEMATECA ONLINE
Programação gratuita em www.vimeo.com/channels/cinematecadomam
A GOTA PRETA FILMES APRESENTA
Últimos dias da mostra de filmes da distribuidora A Gota Preta, ligados ao universo das artes visuais e ao cinema experimental brasileiro, cada vez mais próximos e interconectados. Os filmes serão incorporados ao acervo da Cinemateca do MAM.
SEX 26 FEV – QUI 4 MAR
Tupinambá lambido de Lucas Parente. Brasil, 2018. Documentário Experimental. 12’. Classificação indicativa: 14 anos + A cristalização de Brasília de Guerreiro do Divino Amor. Brasil, 2019. Experimental/Animação. 7’. Classificação indicativa: 14 anos + O mundo mineral de Guerreiro do Divino Amor. Brasil, 2020. Experimental/Animação. 9’. Classificação indicativa: 14 anos + Calypso de Lucas Parente e Rodrigo Lima. Brasil, 2018. Experimental. 61’. Classificação indicativa: 14 anos.
TRILOGIA FEMINISTA DE VERA DE FIGUEIREDO
Para dar início à homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a Cinemateca traz A trilogia feminista de Vera de Figueiredo, com três obras da cineasta, arquiteta e artista plástica Vera de Figueiredo, que dialoga com uma nova agenda de discussões sobre feminismo na qual o corpo e o sexo ganham novas dimensões.
SEG 1 – DOM 14 MAR
Feminino plural de Vera de Figueiredo. Brasil, 1976. Com Adriana Figueiredo, Ângela Figueiredo, Dorinha Durval, Léa Garcia e Kita Xavier. 86’. Classificação indicativa: 14 anos. + Samba da criação do mundo de Vera de Figueiredo. Brasil, 1978. 93’. Classificação indicativa: 14 anos + Amazônia como metáfora de Vera de Figueiredo. Brasil, 1992. Documentário. 52’. Classificação indicativa: 14 anos
SEG 8 MAR (gravado)
A trilogia feminista de Vera de Figueiredo. Conversa com Vera de Figueiredo. Mediação Hernani Heffner

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VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL
Projeto patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital e Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
Cinema realizado por mulheres é o foco central do ciclo em março. A premiada série Women Make Films revela a contribuição negligenciada por historiadores, imprensa e indústria quanto ao papel criativo e decisivo na evolução da arte cinematográfica. A série explora dezenas de arquivos fílmicos nos cinco continentes e apresenta o trabalho de 183 diretoras desde o final do século 19 até a atualidade. Teremos ainda uma apresentação de Kate Saccone, coordenadora do The Women Film Pioneers Project (https://wfpp.columbia.edu), projeto que propõe produzir conteúdo sobre centenas de mulheres que trabalham atrás das câmaras no período do cinema silencioso. Duas conversas complementam as programações.
SEG 1 MAR (gravado)Mesa-redonda: A formação de profissionais em preservação na Universidade de Amsterdam e no EYE Filmmuseum. Com a participação de Ines Aisengart Menezes, Bárbara Rangel, Bernardo Bortolotti e Sara Gazini. Mediação José Quental (Cinemateca do MAM).

TER 2 MAR, às 16h (ao vivo pelo Youtube e Facebook)Mesa-redonda: O legado de Máximo Barro. Com a participação de Fernanda Coelho, Arthur Autran e Luciana Rodrigues. Mediação Hernani Heffner.

SEG 29 MAR (gravado em inglês, com legendas)
Conferência de Kate Saccone sobre as origens e conquistas do The Women Film Pioneers Project. Mediação José Quental

FESTIVAL CORPOS DA TERRA
Assista em www.corposdaterra.com.br
A terceira edição do festival apresenta de 5 a 14 de março 16 filmes, entre curtas e longas-metragens, e uma série de debates que procuram pensar o audiovisual como um instrumento de conexão entre diferentes povos e realidades. Com curadoria de Renata Tupinambá, o festival este ano foca a experiência das mulheres indígenas.
SEX 5 – DOM 14 MARFestival Corpos da Terra. Sessão 1. Grande Canto de Michele Perito Concianza. Brasil, 2019. Documentário. 11’. + Mãtãnãg, a Encantada de Shawara Maxakali e Charles Bicalho. Brasil, 2019. Animação. 14’. + Teko Haxy – ser imperfeita de Patrícia Ferreira e Sophia Pinheiro. Brasil, 2018. Documentário. 40’. Legendas em português. Classificação indicativa: livre
Festival Corpos da Terra. Sessão 2. Equilíbrio de Olinda Muniz Silva Wanderley. Brasil, 2020. Documentário. 11’. + Kunhangue – Universo de um Novo Mundo de Graciela Guarani. Brasil, 2020. Documentário. 21’ + Yãmĩyhex: As Mulheres-Espírito de Isael Maxakali, Sueli Maxakali. Brasil, 2020. Documentário 76’. Legendas em português. Classificação indicativa: livre
Festival Corpos da Terra. Sessão 3. Mandayaki e Takino de Yariato e Dadyma Juruna. Brasil, 2020. Documentário. 10’ + Mitos Indígenas em Travessia de Julia Vellutini & Wesley Rodrigues. Brasil, 2019. Animação. 21’. + Yarang Mamin de Kamatxi Ikpeng. Brasil, 2019. Documentário. 21’. + Opy’i Regua de Júlia Gimenes e Sérgio Guidoux. Brasil, 2020. Documentário. 20’. Legendas em português. Classificação indicativa: livre
Festival Corpos da Terra. Sessão 4. Fôlego Vivo da Associação dos Índios Cariris do Poço do Dantas. Brasil, 2021. Documentário. 28’. + O último sonho de Alberto Alvares. Brasil, 2019. Documentário. 60’. Legendas em português. Classificação indicativa: 12 anos
Festival Corpos da Terra. Sessão 5. Os donos da terra em perigo de Flay Guajajara, Edivan dos Santos Guajajara e Erisvan Bone Guajajara. Brasil, 2019. Documentário. 14’. + Nũhũ yãg mũ yõg hãm: essa terra é nossa! de Isael Maxakali, Sueli Maxakali, Carolina Canguçu, Roberto Romero. Brasil, 2020. Documentário. 70’’. Legendas em português. Classificação indicativa: livre
Festival Corpos da Terra. Sessão 6. Apiyemiyekî? de Ana Vaz. Brasil, 2019. Documentário. 27’ + O índio cor de rosa contra a fera invisível: a peleja de Noel Nutels de Tiago Carvalho. Brasil, 2019. Documentário. 80’. Classificação: indicativa livre
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10 ANOS DO ACIDENTE NUCLEAR DE FUKUSHIMA
Entre 11 e 17 de março, sessão em lembrança dos 10 anos do acidente nuclear em Fukushima. Composta por dois documentários que refletem sobre o acidente e suas consequências, a sessão será acompanhada de um bate-papo com Alphonse Kelecom, do Laboratório de Radiobiologia e Radiometria do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense. O programa marca ainda a chamada para o 10º Uranium Film Festival que será realizado com o apoio da Cinemateca do MAM entre 20 e 30 de maio.
QUI 11 – QUA 17 MAR
O senhor de Fukushima (Fukushima No Daimyo) de Alessandro Tesei. Itália, 2014. Documentário, 20’. Legendas em português. Classificação indicativa: 14 anos + Ranga Yogeshwar em Fukushima – a luta do Japão contra a radioatividade (Ranga Yogeshwar in Fukushima – Japans Kampf Gegen Die Radioaktivität) de Reinhart Brüning, Ranga Yogeshwar, Thomas Hallet, Wolfgang Lemme. Alemanha, 2014. Documentário, 45’. Legendas em português. Classificação indicativa: 14 anos.
QUI 11 MAR, às 17h (ao vivo pelo Youtube e Facebook do MAM)
Bate-papo com Alphonse Kelecom, do Laboratório de Radiobiologia e Radiometria do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense. Mediação: Márcia Gomes de Oliveira, fundadora e diretora executiva do Uranium Film Festival.

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RETROSPECTIVA PETRUS CARIRY
Uma retrospectiva quase integral de um dos diretores mais aclamados do cinema brasileiro contemporâneo, o cearense Petrus Cariry. Petrus rodou toda sua produção no Ceará. De forte cunho autoral, domina referências eruditas amplas, alinhando-se a um cinema sensorial contemporâneo e investigando temas caros à contemporaneidade, como na chamada Trilogia da Morte, formada pelos longas realizados antes de O barco.
SEX 5 – QUI 11 MARA velha e o mar de Petrus Cariry. Brasil, 2005. Documentário. 13’. Classificação indicativa: 14 anos + Dos restos e das solidões de Petrus Cariry. Brasil, 2006. Documentário. 13’. + Quando o vento sopra de Petrus Cariry. Brasil, 2008. 18’. Classificação indicativa: 14 anos + A montanha mágica de Petrus Cariry. Brasil, 2009. 13’. Classificação indicativa: 14 anos + O som do tempo de Petrus Cariry. Brasil, 2010. Documentário. 10’. Classificação indicativa: 14 anos
TER 9 – QUI 11 MARO barco de Petrus Cariry. Brasil, 2018. Com Samya de Lavor, Rômulo Braga, Everaldo Pontes, Verônica Cavalcanti e Nanego Lira. 72’. Classificação indicativa 14 anos
SEX 12 – QUI 18 MARO grão de Petrus Cariry. Brasil, 2007. Com Leuda Bandeira, Verônica Cavalcanti. 88’. Classificação indicativa: 12 anos
SEX 19 – QUI 25 MARMãe e filha de Petrus Cariry. Brasil, 2011. Com Zezita de Matos, Juliana Carvalho. 80’. Classificação indicativa: 12 anos
DOM 21 MAR, às 18h (ao vivo pelo Youtube e Facebook)
Conversa com o cineasta Petrus Cariry. Mediação Hernani Heffner.

TER 23 – QUI 25 MAR
A jangada de Welles de Firmino Holanda e Petrus Cariry. Brasil, 2019. Documentário. 75’. Faixa etária: livre
SEX 26 MAR – QUI 1 ABR
Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois de Petrus Cariry. Brasil, 2015. Com . 85’. Classificação indicativa: 16 anos
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CENTENÁRIO DE ZEQUINHA MAURO
Filho do pioneiro Humberto Mauro, Zequinha foi um dos mais talentosos e prolíficos fotógrafos de cinema do país. Além de ter uma produção de mais de uma centena de filmes, Zequinha Mauro formou diversas gerações de fotógrafos de cinema no Brasil.
SEG 22 – DOM 28 MAR
100 anos de Zequinha Mauro. Programa 1. O canto da saudade: lenda do carreiro de Humberto Mauro. Brasil, 1952. Com Mário Mascarenhas, Cláudia Montenegro e Alfredo Souto de Almeida. 83’. Faixa etária: livre
SEG 22 MAR (com transmissão pelo Youtube e Facebook)16h – Mesa-redonda. O legado de Zequinha Mauro para a fotografia do cinema brasileiro. Com Walter Carvalho, Affonso Beato, Luiz Carlos Saldanha e Bia Mauro. Mediação Mauro Domingues.

SEG 29 MAR – DOM 4 ABR100 anos de Zequinha Mauro. Programa 2. Canções populares (Chuá… Chuá e A casinha pequenina) de Humberto Mauro. Brasil, 1945. Documentário. 7’+ Aboio e cantigas de Humberto Mauro. Brasil, 1954. Documentário. 10’. + Canções populares (Azulão e o Pinhal) de Humberto Mauro. Brasil, 1948. Documentário. 8’ + Cantos de trabalho – Música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil, 1955. Documentário. 10’. + Engenhos e usinas – música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil,1955. 8’ + Manhã na Roça: o carro de bois de Humberto Mauro. Brasil, 1956, 8’. Faixa etária: livre
FEVEREIRO 2021
CINEMATECA ONLINE
Programação gratuita em www.vimeo.com/channels/cinematecadomam
MULHERES DE LUZ PRÓPRIA (leia mais)
A mostra Mulheres de luz própria, dedicada ao cinema de Helena Ignez, Sinai Sganzerla e Djin Sganzerla, será finalizada em fevereiro, com destaque para a exibição do longa de estreia da última, e uma live em torno do filme.
TER 26 jan – SEG 1 fev
Fakir de Helena Ignez. Brasil, 2019. Documentário. 92’. Classificação indicativa 14 anos
SEX 29 jan – QUI 4 fev
Extratos de Sinai Sganzerla. Brasil, 2019. Documentário. 8’. Classificação indicativa 10 anos + A mulher de luz própria de Sinai Sganzerla. Brasil, 2019. Documentário. 74’. Classificação indicativa 12 anos
SEX 5 – DOM 7 fev
Mulher oceano de Djin Sganzerla. Brasil, Japão, 2020. Com Djin Sganzerla, Kentaro Suyama, Stênio Garcia, Lucélia Santos, Gustavo Falcão, Rafael Zulu, Jandir Ferrari. 99’ Classificação indicativa 14 anos
SEX 5 fev (Com transmissão pelo Facebook e Youtube do MAM)
16h – Conversa em torno de “Mulher oceano”. Com Djin Sganzerla, Marcus Mello, Duda Kuhnert e Isabel Veiga. Mediação José Quental.
A GOTA PRETA FILMES APRESENTA
A mostra vai reunir dez filmes da distribuidora que serão incorporados ao acervo da Cinemateca. A Gota Preta foi criada por Renato Ranquine em 2016 e reúne filmes ligados ao universo das artes visuais e ao cinema experimental brasileiro, cada vez mais próximos e interconectados.
SEX 12 fev – QUI 18 fev
A Gota Preta Filmes Apresenta. Adeus às coisas de Ian Schuler. Brasil, 2019. Videoarte/Experimental. 16’. Classificação Livre + Bárbara Balaclava de Thiago Martins de Melo. Brasil, 2016. Animação. 14’. Classificação 18 anos + Rasga mortalha de Thiago Martins de Melo. Brasil, 2019. Animação. 14’. Classificação 16 anos + A Noite dos lanches de Ian Schuler. Brasil/Portugal, 2020. Videoarte/Experimental. 9’. Classificação Livre
SEX 19 fev – QUI 25 fev
Estudos superficiais de Gustavo Speridião. Brasil, 2016. Experimental. 36’. Classificação Livre + Time Color de Gustavo Speridião. Brasil/França, 2020. Experimental. 24’ Classificação Livre
SEX 26 fev – QUI 4 mar
Tupinambá lambido de Lucas Parente. Brasil, 2018. Documentário Experimental. 12’. Classificação 14 anos + A cristalização de Brasília de Guerreiro do Divino Amor. Brasil, 2019. Experimental/Animação. 7’. Classificação 14 anos + O mundo mineral de Guerreiro do Divino Amor. Brasil, 2020. Experimental/Animação. 9’. Classificação 14 anos + Calypso de Lucas Parente e Rodrigo Lima. Brasil, 2018. Experimental. 61’. Classificação 14 anos.
SEG 15 – DOM 28 fev
MOSTRA LADO B DA FAVELA
Uma diversidade de narrativas em torno dos territórios das favelas do Rio de Janeiro em 19 filmes, entre longas e curtas-metragens, realizados ao longo das últimas seis décadas. A mostra tem seis eixos temáticos. Curadoria: Chico Serra.
Confira a programação completa aqui
Assista em: www.vimeo.com/showcase/ladobdafavela
Baixe o catálogo aqui
VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL (leia mais)
O ciclo Veredas do Patrimônio Audiovisual visa valorizar o patrimônio audiovisual brasileiro e mundial conservado pela Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e outras instituições de guarda brasileiras e estrangeiras. O ciclo promove o contato direto com as formas históricas de exibição audiovisual, oferecendo quando possível rigorosas condições de fruição do cinema tal como elas se apresentaram em determinado momento histórico e tecnológico. Isso inclui a possibilidade de assistir as obras do passado também em novos arranjos técnicos e associações criativas. O projeto tem patrocínio da Concremat, H.I.G. Capital, Guelt Investimentos e da Prefeitura do Rio de Janeiro.
26 – 28 FEV
Veredas do patrimônio audiovisual. Homenagem a Máximo Barro. O vigilante de Ozualdo Candeias. Brasil, 1992. Com Walter Carlos, Rogério Costa e Bárbara Fázio. 80’. + Vamos fallá do Norte de Paulo Benedetti. Brasil, 1929. Registro sincronizado a disco da música “Vamos fallá do Norte”, com Bando dos Tangarás (Almirante, Alvinho, João de Barro, Henrique Brito e Noel Rosa), acrescido de um ritmista anônimo. 3’. Classificação indicativa 16 anos.
JANEIRO 2021
CINEMATECA ONLINE
Programação gratuita em www.vimeo.com/channels/cinematecadomam
MULHERES DE LUZ PRÓPRIA
Três diretoras da mesma família vem realizando filmes de grande força e de relevância na produção atual do cinema produzido no Brasil. Helena Ignez, Sinai Sganzerla e Djin Sganzerla. Cada uma à sua maneira, em diferentes chaves temáticas e de gênero, dialogam de forma livre e sólida com as linhas e influências do cinema brasileiro, em particular com a obra de Rogério Sganzerla, pai de Sinai e Djin e companheiro de Helena, morto em janeiro de 2004.
TER 5 – SEG 11 Jan
A reinvenção da rua de Helena Ignez. Brasil, 2003, Documentário. 30’, Classificação Indicativa: 12 anos + A miss e o dinossauro de Helena Ignez. Brasil, 2005. Documentário experimental. Versão montada reduzida. 18’. Exibição em mov (H264). Classificação indicativa 10 anos + Poder dos afetos de Helena Ignez. Brasil, 2013. Com Ney Matogrosso, Simone Spoladore, Djin Sganzerla, Dan Nakagawa . 31’. Classificação indicativa 16 anos. + Ossos de Helena Ignez. Brasil, 2014. Com Amanda Freitas, Barbara Vida, Diego Salvador, Helena Ignez, Honório Felix, Leuise Furtado, Luciana Rodrigues, Maria Isabel, Maria Vitoria, Michell Barros, Michelle Gandolphi, Sara Sintique, Thales Luz. 19’. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 08 – QUI 14 Jan
Canção de Baal de Helena Ignez. Brasil, 2008. Com Carlos Careqa, Beth Goulart, Felipe Kannenberg e Simone Spoladore. 77’. Classificação indicativa: 14 anos
TER 12 – SEG 18 Jan
O desmonte do monte de Sinai Sganzerla. Brasil, 2018. Documentário, 85’. Classificação indicativa 10 anos
SEX 15 – QUI 21 Jan
Luz nas trevas. A volta do Bandido da Luz Vermelha de Helena Ignez e Ícaro C. Martins. Brasil, 2010. Com André Guerreiro Lopes, Arrigo Barnabé, Bruna Lombardi, Djin Sganzerla, Maria Luisa Mendonça, Ney Matogrosso, Sandra Coverloni e Simone Spoladore. 81’. Classificação indicativa 14 anos
TER 19 – SEG 25 Jan
Feio, eu? de Helena Ignez. Brasil, 2013, Documentário, 70’. Classificação indicativa 16 anos
SEX 22 – QUI 28 Jan
Ralé de Helena Ignez. Brasil, 2015. Com Ney Matogrosso, Simone Spoladore, Djin Sganzerla, Dan Nakagawa, José Celso Martinez, Roberto Alencar, André Guerreiro Lopes, Mário Bortolotto, 73’. Classificação indicativa 14 anos
TER 26 Jan – SEG 01 Fev
Fakir de Helena Ignez. Brasil, 2019. Documentário. 92’. Classificação indicativa 14 anos.
QUA 27 (Único dia de exibição)
A moça do calendário de Helena Ignez. Brasil, 2017. Com Andre Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla e Mario Bortolotto. 86’. Classificação indicativa 14 anos.
SEX 29 Jan – QUI 04 Fev
Extratos de Sinai Sganzerla. Brasil, 2019. Documentário. 8’. Classificação indicativa 10 anos + A mulher de luz própria de Sinai Sganzerla. Brasil, 2019. Documentário. 74’. Classificação indicativa 12 anos
DEBATE
QUA 20 Jan (via Youtube e Facebook) – 16h
Mulheres de luz própria, conversa com Helena Ignez, Sinai Sganzerla e Djin Sganzerla. Mediação Ruy Gardnier
SEX 29 Jan – 31 Jan
VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL (leia mais)
O projeto tem patrocínio da Concremat, H.I.G. Capital, Guelt Investimentos e da Prefeitura do Rio de Janeiro.
A Brilhante Biograph: Primeiras Imagens em Movimento da Europa (1897-1902) (The Brilliant Biograph: Earliest Moving Images of Europe (1897-1902)). 52’. Sessão com acompanhamento musical criado por Daan van den Hurk. + O making of de The Brilliant Biograph (The making of The Brilliant Biograph: Earliest Moving Images of Europe (1897-1902)). Holanda, 2020. Documentário. 8’. Legendas em português. + Santos Dumont: Pré-Cineasta? de Carlos Adriano. Brasil, 2010. Documentário de reapropriação. 63′. Classificação indicativa livre.