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CINEMATECA DO MAM
AUDITÓRIO COSME ALVES NETTO
JULHO 2026
Cinema Novo do Quebec
A década de 1960 foi um período de eclosão de novos cinemas ao redor do mundo, da França ao Japão, do Brasil à Tchecoslováquia, da Itália à Polônia. O perfil era de contestação à linguagem cinematográfica oficial, regida pela lógica do estúdio. O cinema ganhava as ruas e propunha novas formas de iluminação, de montagem, de enquadramento etc. Esses movimentos geraram grandes diretores, hoje renomados mundialmente. O cinema canadense, especialmente o de Quebec, também viveu essa experiência, com o surgimento de nomes como Pierre Perrault, Gilles Groulx e Michel Brault, que, seja na ficção ou no documentário, propunham a renovação da linguagem com filmes marcantes como Para que o mundo prossiga e O gato no saco. Apesar do grande impacto internacional à época, o Cinema Novo de Quebec é hoje pouco conhecido e exibido, mas seus filmes continuam mantendo o frescor da descoberta e da invenção. A Cinemateca faz um pequeno panorama em julho com algumas das obras mais marcantes desse movimento.
Retrospectiva Manoel de Oliveira
Manoel de Oliveira (1908–2015) talvez seja o maior nome do cinema de Portugal. De seu primeiro filme, Douro, faina fluvial (1931), até Um século de energia (2015), seu último trabalho, são 84 anos de atividade cinematográfica, um recorde no cinema mundial. Apesar de ter realizado grandes filmes em suas primeiras cinco décadas, só a partir dos 60 anos de idade que ele consegue dirigir filmes de forma sistemática, e só a partir dos anos 1980 que começa a ganhar reconhecimento crítico e projeção internacional mais sólida. Dono de um estilo sóbrio e rigoroso, Oliveira faz um cinema antinaturalista, moderno, meta-brechtiano, que explora a beleza visual das composições em tableau e pede a seus atores que sejam modelos de gestualidade incisiva e prosódia declamada, à maneira de Dreyer, um de seus mestres. Presença constante dos grandes festivais, premiado em Cannes, Berlim e Veneza, considerado um dos maiores cineastas de todos os tempos pela revista francesa Cahiers du Cinéma, onde dez de seus filmes figuram entre as listagens de melhores do ano , Oliveira considera o cinema como um confluência de todas as outras artes, passando pela pintura, pela escultura, pela música e pela literatura para chegar a uma expressividade original e que só poderia existir com as imagens em movimento do cinema. A Cinemateca do MAM tem orgulho de realizar a primeira retrospectiva que Manoel de Oliveira recebe no Rio de Janeiro, começando em julho e se estendendo pelos meses seguintes.
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro
A Cinemateca do MAM recebe em julho a primeira edição do FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro, evento totalmente dedicado ao documentário contemporâneo. Valorizando a diversidade de perspectivas e reunindo novas vozes e cineastas já consolidados, o FID:RIO conecta realizadores, estudantes e público em torno de obras que investigam o mundo e tensionam questões de ética, linguagem e representação.
Mostras contínuas
A Cinemateca do MAM oferece recortes curatoriais recorrentes em sua programação. Sessões que, todo mês, exibem filmes selecionados por compartilharem contextos, temas ou épocas. Este mês, as sessões Incontornáveis reúne filmes essenciais à compreensão do cinema como arte, linguagem e história, que precisam ser periodicamente exibidos e vistos em sala de cinema. Gêneros ao redor do mundo traz obras emblemáticas para a compreensão dos gêneros cinematográficos. Aconteceu 100 anos atrás exibe filmes lançados há um século, entre grandes clássicos e filmes de menor notoriedade, mas de importância histórica. Inéditos contemporâneos traz sessões dedicadas a filmes contemporâneos de destaque que por vezes não entram nas salas comerciais do circuito brasileiro.
QUA 1 JUL . 18h30
Sessão especial ArtRio. Adriana Varejão – Entre Carnes e Mares, de Andrucha Waddington e Pedro Buarque. Brasil, 2023. Documentário. 84’. Em DCP. Classificação indicativa 10 anos. Sessão apresentada por Pedro Buarque.
QUI 2 JUL . 14h
Curso Encontros de cinema e canção. Filme: Carnaval Atlântida, de José Carlos Burle. Brasil, 1952. Com Oscarito, Grande Otelo, Cyll Farney, Dick Farney. 95′. Em 35mm (cópia com ruídos). Classificação indicativa 10 anos. + debate com Rafael Julião (UFRJ), Nicholas Andueza (Cinemateca do MAM, PUC-Rio). Projeto de extensão realizado pelo professor Rafael Julião que coordena o Polo de Estudos de Canção Popular, da Faculdade de Letras da UFRJ.
QUI 2 JUL . 18h30
Sessão especial – Duo Strangloscope. Walden Street, de Duo Strangloscope. Brasil, 2024. Dupla projeção 16mm. 3’. + Timegap, de Duo Strangloscope. Brasil/EUA, 2014. Em DCP. 12’. + Nuclear Emulsion, de Duo Strangloscope. Brasil, 2014. 4’. Em DCP. + BRAK H AGE, de Duo Strangloscope. Brasil, 2024. 6’. Em DCP. + Movimento, de Duo Strangloscope. Brasil, 2018. 4’. Em DCP. + Sólo un poco aquí, de Duo Strangloscope. Brasil, 2018. 6’. Em DCP. + Areia, de Duo Strangloscope. Brasil, 2021. 7’. Em DCP. + Aqui onde tudo acaba, de Duo Strangloscope. Brasil, 2023. 19’. Em DCP. Classificação indicativa 14 anos. Sessão com presença de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting (Duo Strangloscope).
SEX 3 JUL . 16h30
Aconteceu 100 anos atrás. O morcego (The Bat), de Roland West. Com George Beranger, Charles Herzinger, Emily Fitzroy. 86’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SEX 3 JUL . 18h30
Cinema Novo do Quebec. Para que o mundo prossiga (Pour la suite du monde), de Pierre Perrault e Michel Brault. Canadá, 1963. 105’. Documentário. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SÁB 4 JUL . 16h20
Cinema Novo do Quebec. O gato no saco (Le Chat dans le sac), de Gilles Groulx. Canadá, 1964. Com Barbara Ulrich, Claude Godbout, Manon Blain. 74’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SÁB 4 JUL . 18h
Cinema Novo do Quebec. Quem ama perdoa (À tout prendre), de Claude Jutra. Canadá/França, 1963. Com Claude Jutra, Johanne Harelle, Victor Désy. 99’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SEG 6 JUL . 14h
Sessão especial. Conferência “Ghost Dance: Derrida e a arte como experiência da assombração”, do filósofo Serge Margel (Universidade de Neuchâtel, Suíça) + Ghost Dance, de Ken McMullen. Reino Unido/Alemanha Ocidental, 1984. Com Pascale Ogier, Leonie Mellinger, Jacques Derrida. 100’. Em DCP. Classificação indicativa 16 anos. Parceria com o PPGAV/UFRJ.
TER 7 JUL . 18h30
Inéditos contemporâneos. Joias brutas (Uncut Gems), de Benny Safdie e Josh Safdie. EUA, 2019. Com Adam Sandler, Julia Fox, Idina Menzel. 135’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
QUA 8 JUL . 18h30
Sessão especial. Em outro lugar, em todos os lugares (Ailleurs, partout), de Vivianne Perelmuter e Isabelle Ingold. Bélgica, 2020. Documentário. 64’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos. Sessão com presença das cineastas.
QUI 9 JUL . 18h30
Sessão especial. Os recomeços (Les Recommencements), de Vivianne Perelmuter e Isabelle Ingold. Bélgica/França, 2025. Documentário. 87’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos. Sessão com presença das cineastas.
SEX 10 JUL . 16h50
Incontornáveis. Lili, de Charles Walters. EUA, 1953. Com Leslie Caron, Mel Ferrer, Jean-Pierre Aumont. 81’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SEX 10 JUL . 18h30
Cinema Novo do Quebec. Os raqueteiros (Les Raquetteurs), de Michel Brault e Gilles Groulx. Canadá, 1958. Documentário. 15’. + A luta (La Lutte), de Michel Brault, Marcel Carrière e Claude Fournier. Canadá, 1961. Documentário. 28’. + O tempo perdido (Le Temps perdu), de Michel Brault.Canadá, 1964. Com Céline Bernier, Nicole Geoffroy e Louise Pelletier. 27’. + Geneviève, de Michel Brault. Canadá, 1964. Com Geneviève Bujold, Louise Marleau e Bernard Arcand. 28’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SÁB 11 JUL . 17h50
Incontornáveis. O incrível exército Brancaleone (L’armata Brancaleone), de Mario Monicelli. Itália/França/Espanha, 1966. Com Vittorio Gassman, Catherine Spaak, Folco Lulli. 120’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 12 JUL . 16h20
Cinema Novo do Quebec. A vida alegre de Leopoldo Z (La Vie heureuse de Léopold Z), de Gilles Carle. Canadá, 1965. Com Guy L’Ecuyer, Paul Hébert, Suzanne Valéry. 68’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
DOM 12 JUL . 17h50
Cinema Novo do Quebec. O reino do dia (Le Règne du jour), de Pierre Perrault. Canadá, 1967. Documentário. 118’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
TER 14 JUL . 18h30
Sessão especial. O trabalho que permanece (The Labour that Remains), de Massimiliano Mollona e Oliver Ressler. Áustria/Brasil, 2026. Documentário. 39’. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos.
QUA 15 JUL . 18h30
Incontornáveis. A época da inocência (The Age of Innocence), de Martin Scorsese. EUA, 1993. Com Daniel Day-Lewis, Michelle Pfeiffer, Winona Ryder. 139’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
QUI 16 JUL . 16h30
10º Festival Ecrã. Tenho olhado bastante pras coisas, de Felipe Germano, Kevin Almeida e Guillen Medeiros. Brasil, 2024. 5’. + Onze Again, de Vinicius Romero. Brasil/Portugal, 2026. 5’. + Zoocântico I, de Enrico Alchimim. Brasil/Argentina, 2026. 3’. + Olhe através dos meus olhos e me dê os seus (Regarde avec mes yeux et donne-moi les tiens), de Noëlle Pujol. França, 2025. 31’. + Volume 10. Um guia de campo para beija-flores (Volume 10. A Field Guide to Hummingbirds), de Mungo Thompson. EUA, 2024. 3’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos. + bate-papo com Enrico Alchimim e equipe do filme Tenho olhado bastante pras coisas.
QUI 16 JUL . 19h
10º Festival Ecrã. Foco Pierre Creton. O vicinal (Le Vicinal), de Pierre Creton. França, 1994. 12’. + A cabana de Deus (La Cabane de Dieu), de Pierre Creton. França, 2020. 16’. + Só o tempo dirá (L’Avenir le dira), de Pierre Creton. França, 2019. 26’. + Simon, ao raiar do dia (Simon at the Crack of Dawn), de Vincent Barré e Pierre Creton. França, 2009. Com Pierre Barray, Simon Etien, Pierre Lambert. 16’. + A hora do Berger (L’Heure du Berger), de Pierre Creton. França, 2008. 39’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SEX 17 JUL . 18h30
10º Festival Ecrã. Foco Raffaella Rosset. Primeiro retrato, de Raffaella Rosset. Brasil, 2026. 5’. Em DCP. + O rio sobre a serra, de Raffaella Rosset. Brasil, 2026. 8’. Em 35mm. + Cachoeira, de Raffaella Rosset. Brasil/Espanha, 2026. 5’. Em 16mm. Classificação indicativa 14 anos. + bate-papo com Raffaella Rosset.
SEX 17 JUL . 19h50
10º Festival Ecrã. Foco Jeannette Muñoz. Fonte alemã (Fuente alemana), de Jeannette Muñoz. Chile, 2025. 15’. + Envios (Envíos), de Jeannette Muñoz. Chile, 2005/2026 (em andamento). 30’. + Puchuncaví, de Jeannette Muñoz. Chile, 2014–2026 (em andamento). 20’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
SÁB 18 JUL . 15h
10º Festival Ecrã. Foco Tetsuya Maruyama. Terceira montanha, de Tetsuya Maruyama. Brasil, 2026. 17’. Em DCP. + Sem título (três luas), de Tetsuya Maruyama. Brasil, 2024-2026 (em andamento). 15’. Em 16mm. + Performance Pedra e montanha, de Tetsuya Maruyama. Brasil, 2024-2026 (em andamento). 30’–50’. Em 35mm. Classificação indicativa 14 anos. + bate-papo com Tetsuya Maruyama.
SÁB 18 JUL . 17h
10º Festival Ecrã. Atravessa minha carne, de Marcela Borela. Brasil, 2025. Documentário. 76’. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos. + bate-papo com Marcela Borela e mediação de Maria Bogado.
TER 21 JUL . 18h30
Sessão especial. Pira poesia, de Dai Boschini. Brasil, 2023. Documentário. 65′. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos. + conversa com Dai Boschini, Patricia Almeida, Marcelo Asth, Cintia Luando e Lucas Inácio Nascimento.
QUA 22 JUL . 18h30
Aconteceu 100 anos atrás. Nana, de Jean Renoir. França, 1926. Com Catherine Hessling, Pierre Lestringuez, Jacqueline Forzane. 150’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
QUI 23 JUL . 14h
Cineclube Odeon-CineHistória. Como era gostoso o meu francês, de Nelson Pereira dos Santos. Brasil, 1971. Com Arduíno Colasanti, Ana Maria Magalhães, Eduardo Imbassahy Filho. 84’. Em DCP. Classificação indicativa 14 anos. + debate com Andréa Daher (História/UFRJ).
QUI 23 JUL . 18h30
Retrospectiva Manoel de Oliveira. Francisca, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1981. Com Teresa Meneses, Diogo Dória, Mário Barroso. 166’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SEX 24 JUL . 16h10
Gêneros ao redor do mundo. Mundo cão (Mondo cane), de Paolo Cavara, Gualtiero Jacopetti e Franco Prosperi. Itália, 1962. Documentário. 108’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
SEX 24 JUL . 18h30
Retrospectiva Manoel de Oliveira. Douro, faina fluvial, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1931. Documentário. 19’. + Famalicão, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1941. Documentário. 24’. + Aniki Bóbó, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1942. Com Fernanda Matos, Horácio Silva, António Santos. 71’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SÁB 25 JUL . 16h
Retrospectiva Manoel de Oliveira. O pão, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1959. Documentário. 60’. + O pintor e a cidade, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1956. Com Antonio Cruz. 27’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SÁB 25 JUL . 17h50
Retrospectiva Manoel de Oliveira. Acto da primavera, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1963. Com Nicolau Nunes da Silva, Ermelinda Pires, Maria Madalena. 89’. + A caça, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1964. Com António Rodrigues de Souza, João Rocha Almeida, Albino Freitas. 21’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 26 JUL . 15h40
Retrospectiva Manoel de Oliveira. O passado e o presente, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1972. Com Maria de Saisset, Manuela de Freitas, Bárbara Vieira. 115’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 26 JUL . 18h
Retrospectiva Manoel de Oliveira. Benilde ou a virgem mãe, de Manoel de Oliveira. Portugal, 1975. Com Maria Amélia Matta, Jorge Rolla, Varela Silva. 112’. Em DCP. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SEG 27 JUL . 14h
Cine POP. Ritas, de Oswaldo Santana e Karen Harley. Brasil, 2025. Com Rita Lee, Roberto de Carvalho, Gilberto Gil. Documentário. 83’. Exibição em DCP. Classificação indicativa 14 anos. Sessão em parceria com o Centro Pop Barbara Calazans (1ª CAS – Primeira Coordenadoria de Assistência Social da Secretaria Municipal de Assistência Social) e com o apoio da Biônica Filmes.
TER 28 JUL . 16h
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Senda índia (Senda india), de Daniela Seggiaro. Argentina, 2025. Documentário. 80’. Legendas em português. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos.
TER 28 JUL . 18h30
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Aurora, de João Vieira Torres. Brasil/Portugal/França, 2025. Documentário. 132’. Em DCP. Classificação indicativa 10 anos.
QUA 29 JUL . 18h30
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Corpo Criminoso (Cuerpo criminal), de Martín Boulocq. Bolívia, 2026, Documentário. 75´. Legendas em portugûes. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos.
QUI 30 JUL . 16h
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Mar a Marla (la mar A marla), de Ángel Pajares. Perú, 2026. Documentário. 87´. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos.
QUI 30 JUL . 18h30
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Na passagem do trópico, de Francisco Miguez. Brasil, 2025. Documentário. 88’. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 31 JUL . 16h
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Sonhei seu nome (Soñé su nombre), de Ángela Carabalí. Colômbia, 2026. Documentário. 86’. Legendas em português. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 31 JUL . 18h30
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Universo circular, de Dácio Pinheiro. Brasil/Alemanha, 2026. Documentário. 86’. Em DCP. Classificação indicativa 10 anos. Sessão com a presença da equipe.
SÁB 1 AGO . 16h
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Encerramento e premiação.
SÁB 1 AGO . 18h
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. Anistia 79, de Anita Leandro. Brasil, 2026. Documentário. 104’. Em DCP. Classificação indicativa 12 anos. Sessão com a presença da equipe.
DOM 2 AGO . 16h
FID:RIO – Festival internacional de artes e cinema de não ficção do Rio de Janeiro. O Príncipe de Nanawa – partes 1 e 2 (El príncipe de Nanawa – parte 1 e 2), de Clarisa Navas, Argentina/Paraguai, 2025. Documentário. 212’. Em DCP. Classificação indicativa 10 anos. Haverá intervalo entre as duas partes.
PROGRAMAÇÃO ONLINE
As mostras acontecem no Vimeo da Cinemateca do MAM.
JULHO 2026
Panorama Aberto
Panorama Aberto é uma janela contínua para o cinema brasileiro dedicada à exibição de curtas e médias-metragens. A mostra propõe um recorte em permanente movimento, voltado à produção contemporânea independente, com ênfase em obras de forte expressão autoral e circulação restrita. Sem a pretensão de esgotar caminhos ou tendências, o projeto valoriza a diversidade de olhares e experiências que atravessam o audiovisual nacional, reconhecendo nos filmes uma potência de escuta, resistência e reinvenção.
Em seu primeiro aniversário, o Panorama Aberto volta a refletir sobre as múltiplas experiências LGBTQIA+ que marcaram sua trajetória desde a edição inaugural. Os títulos afirmam presenças, tensionam normatividades e desenham novas cartografias de pertencimento e desejo. Entre encontros, deslocamentos, descobertas e formas de resistência cotidiana, os filmes revelam experiências singulares que ampliam os modos de ver, sentir e imaginar o mundo, reafirmando o cinema como espaço de invenção, disputa e liberdade.
Ao completar um ano de existência, o Panorama Aberto celebra a permanência de um gesto: reunir filmes, pessoas e experiências em torno daquilo que o cinema tem de mais vivo, a sua capacidade de deslocar perspectivas e abrir novos horizontes de imaginação. Entre memórias e futuros possíveis, a mostra renova seu compromisso com a descoberta, a circulação de novas vozes e a construção de um espaço em constante transformação.
TER 30 – SEG 6 JUL
Panorama Aberto. Logos, de Britney Federline. Brasil, 2025. 11’. Britney Federline, Isabelle Nassar, Angela Maria Candelot Zunino.
QUI 2 . 20h
Conversa com Britney Federline. Mediação de Joaquim Pantaleão.
TER 7 – SEG 13 JUL
Panorama Aberto. O solar dos prazeres noturnos, de Matheus Marchetti. Brasil, 2024. 30’. Bruno Germano, Anna Preto, Tuna Dwek, Natan Cardoso, Natt Mazoni, Vinícius Précoma. Classificação indicativa 14 anos.
QUI 9 JUL . 20h
Conversa com Matheus Marchetti. Mediação de Joaquim Pantaleão.
TER 14 – SEG 20 JUL
Panorama Aberto. Luazul, de Letícia Batista e Vitória Liz. Brasil, 2022. 20’. Com Larissa Noel, Venâncio, Lucas Bebiano, Tobias, Taty Godoi, Nicole Zuim, Rogério Costa. Classificação indicativa 12 anos.
QUI 16 JUL . 20h
Conversa com Letícia Batista e Vitória Liz. Mediação de Mariana Carvalho.
TER 21 – SEG 27
Panorama Aberto. Panteras, de Breno Baptista. Brasil, 2022. 38’. Com Renan, Noá Bonoba, Laura Fraiz, Fab Nardy, Muriel Cruz. Classificação indicativa 14 anos.
QUI 23 JUL . 20h (data a confirmar)
Conversa com Breno Baptista. Mediação de Caroline Gaio.
CINEMATECA DO MAM NO CCBB | PROGRAMAÇÃO EXTERNA
No Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março 66, Centro
Ingressos gratuitos, disponibilizados às 9h do dia da sessão na bilheteria física ou no site.
JULHO 2026
Mostra Prêmio Grande Otelo
A Cinemateca do MAM recebe, em parceria com a Academia Brasileira de Cinema, a Mostra Prêmio Grande Otelo, que apresenta ao público os filmes concorrentes ao Voto Popular nas categorias Documentário, Ficção Comédia e Ficção Drama da edição 2026 da premiação. A iniciativa busca incentivar, promover e ampliar o acesso ao cinema brasileiro contemporâneo, reunindo obras de destaque produzidas nos últimos anos.
Organizado pela Academia Brasileira de Cinema, o Prêmio Grande Otelo é a principal premiação do audiovisual brasileiro. Realizado anualmente, reconhece a excelência artística e técnica da produção nacional por meio da votação dos próprios profissionais do setor. Além das categorias decididas pelos associados da Academia, o público também participa da escolha dos vencedores do Voto Popular, aproximando espectadores e realizadores e fortalecendo a circulação e o reconhecimento do cinema brasileiro.
Digital – A outra volta do parafuso
O cinema digital ainda passa por questionamentos de diferentes ordens, mesmo depois de três décadas de sua presença no cenário mundial. A tecnologia, que revolucionou a produção, distribuição e exibição de filmes, continua inserida em um amplo debate social e conceitual.
No limiar de outra transformação tecnológica do meio, com a incorporação da inteligência artificial ao repertório de opções criativas, é possível indagar o que teria sido o cinema digital até este momento. Refazendo seu percurso histórico, a mostra Digital – A outra volta do parafuso procura identificar alguns passos do cinema digital, dando nuances às incorporações técnicas e estéticas mais significativas. A seleção procura chamar a atenção para o que é o digital, seu caráter híbrido que incorpora muitos elementos da tecnologia fotoquímica, e sua conotação simbólica – mais ou menos realista, mais ou menos hiperrealista, sci-fi, fantasioso, virtual.
Ultrapassando a oposição artificial grão versus pixel, a mostra procura demonstrar caminhos e escolhas diante da convivência de tecnologias mais antigas com outras mais novas. A película não entrou em desuso e os diferentes tipos de imagem e som digital compõem uma enorme paleta de opções.
Em julho, o CCBB Rio de Janeiro segue com a mostra Digital – A outra volta do parafuso, iniciada no mês anterior.
SEG 13 JUL . 17h
Prêmio Grande Otelo – Documentário. A queda do céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro Cunha. Brasil, 2024. Com Davi Kopenawa Yanomami, Justino Yanomami. 108’. Exibição em digital. Classificação indicativa 12 anos.
QUA 15 JUL . 17h
Prêmio Grande Otelo – Documentário. Hora do recreio, de Lúcia Murat. Brasil, 2025. Com Luciana Bezerra, Leandra Miranda, Gustavo Veiga. 83’. Exibição em digital. Classificação indicativa 12 anos.
QUI 16 JUL . 17h
Prêmio Grande Otelo – Documentário. Mambembe, de Fábio Meira. Brasil, 2023. Com Índia Morena, Madona Show, Dandara Ohana. 97’. Exibição em digital. Classificação indicativa 12 anos.
SEX 17 JUL . 17h
Prêmio Grande Otelo – Documentário. Apocalipse nos trópicos, de Petra Costa. Brasil, 2024. Com Silas Malafaia, Jair Bolsonaro, Luís Inácio “Lula” da Silva. 110’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
SÁB 18 . 14h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Drama. Manas, de Mariana Brennand. Brasil, 2025. Com Jamili Correa, Fátima Macedo, Rômulo Braga. 101’. Exibição em digital. Classificação indicativa 16 anos.
SÁB 18 JUL . 16h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Comédia. Sexa, de Glória Pires. Brasil, 2025. Com Glória Pires, Thiago Martins, Isabel Filardis. 84’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
SÁB 18 JUL . 18h
Prêmio Grande Otelo – Documentário. Ritas, de Oswaldo Santana e Karen Harley. Brasil, 2025. Com Rita Lee, Roberto de Carvalho, Gilberto Gil. 83’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 19 JUL . 14h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Comédia. Agentes muito especiais, de Pedro Antonio. Brasil, 2025. Com Marcus Majella, Pedroca Monteiro, Dira Paes. 99’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 19 JUL . 16h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Drama. O último azul, de Gabriel Mascaro. Brasil, 2025. Com Denise Weinberg, Rodrigo Santoro, Miriam Socarrás. 86’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 19 JUL . 18h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Comédia. Uma mulher sem filtro, de Arthur Fontes. Brasil, 2025. Com Fabiula Nascimento, Camila Queiroz, Samuel de Assis. 92’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
SEG 20 JUL . 17h
A outra volta do parafuso. Vidocq – O mito (Vidocq), de Pitof. França, 2001. Versão plana/2D. Com Gérard Depardieu, Guillaume Canet, Inés Sastre. 98’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 16 anos.
QUA 22 JUL . 17h
A outra volta do parafuso. Whina, de James Napier Robertson e Paula Whetu Jones. Nova Zelândia, 2022. Com Rena Owen, James Tito, Erroll Shand. 112’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos.
QUI 23 JUL . 17h
A outra volta do parafuso. Arca russa (Русский ковчег/Russkiy kovcheg), de Alexander Sokurov. Rússia/Alemanha/Japão/Canadá/Finlândia/Dinamarca, 2002. Com Sergey Dreyden, Mariya Kuznetsova, Leonid Mozgovoy. 99’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa livre.
SEX 24 JUL . 16h
A outra volta do parafuso. Azul é a cor mais quente (La Vie d’Adèle), de Abdellatif Kechiche. França/Bélgica/Espanha, 2013. Com Léa Seydoux, Adèle Exarchopoulos, Salim Kechiouche. 180’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 18 anos.
SÁB 25 JUL . 14h
A outra volta do parafuso. Tudo sobre Lily Chou-Chou (Riri Shushu no subete), de Shunji Iwai. Japão, 2001. Com Hayato Ichihara, Shûgo Oshinari, Ayumi Ito. 146’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SÁB 25 JUL . 16h30
Prêmio Grande Otelo – Ficção Comédia. Sonhar com os leões, de Paolo Marinou-Blanco. Brasil, 2024. Com Denise Fraga, João Nunes Monteiro, Joana Ribeiro. 85’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
SÁB 25 JUL . 18h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Comédia. Velhos bandidos, de Cláudio Torres. Brasil, 2024. Com Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine. 93’. Exibição em digital. Classificação indicativa 14 anos.
DOM 26 JUL . 14h
A outra volta do parafuso. A última transmissão (The Last Broadcast), de Stefan Avalos e Lance Weiler. EUA, 1998. Com David Beard, Lance Weiler, Stefan Avalos. 86’. Exibição em digital em 720p. Legendas em português. Classificação indicativa 12 anos.
DOM 26 JUL . 16h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Comédia. C.I.C. – Central de Inteligência Cearense, de Halder Gomes. Brasil, 2024. Com Victor Alen, Lucas Alexandre, Juliana Beirac. 101’. Exibição em digital. Classificação indicativa 12 anos.
DOM 26 JUL . 18h
Prêmio Grande Otelo – Ficção Drama. O filho de mil homens, de Daniel Rezende. Brasil, 2024. Com Rodrigo Santoro, Johnny Massaro, Rebeca Jamir. 126’. Exibição em digital. Classificação indicativa 16 anos.
SEG 27 JUL . 17h
A outra volta do parafuso. Futuros do cinema (Cinema Futures), de Michael Palm. Áustria/Índia/Noruega/EUA, 2016. Documentário. Com Lauren Alberque, Margaret Bodde, David Bordwell. 126’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 10 anos.
QUA 29 JUL . 17h
A outra volta do parafuso. A bruxa de Blair (The Blair Witch Project), de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez. EUA, 1999. Versão restaurada. Com Heather Donahue, Michael C. Williams, Joshua Leonard. 81’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 12 anos.
QUI 30 JUL . 17h
A outra volta do parafuso. A rede social (The Social Network), de David Fincher. EUA, 2010. Com Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake. 120’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
SEX 31 JUL . 16h
A outra volta do parafuso. Batman (The Batman), de Matt Reeves. EUA, 2022. Com Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Jeffrey Wright. 176’. Exibição em digital. Legendas em português. Classificação indicativa 14 anos.
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