[curso] Museu-território

MUSEU-ESCOLA
PROGRAMA DE FORMAÇÃO EM ARTES E CULTURA

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O curso museu-território reúne, em oito encontros, diferentes museus e centros culturais do Brasil em diálogo com as discussões sobre as cidades e os museus. Como as instituições de arte dialogam com as suas localidades e como seus entornos atuam na constituição desses espaços?

Não é necessário fazer inscrição.
Transmissão ao vivo pelo Youtube do MAM Rio.
Programação sujeita a variações.
Serão disponibilizados certificados para participantes com pelo menos 70% de assiduidade nas aulas da programação do curso.

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PROGRAMAÇÃO
SEGUNDAS E QUARTAS DE JUNHO

SEG 3 JUN . 15h
MAM Rio
Pablo Lafuente – Diretor Artístico
Renata Sampaio – Gerente de Educação e Participação

QUA 5 JUN . 15h 
Instituto Inhotim
Gleyce Kelly Heitor – Diretora de Educação

SEG 10 JUN . 15h 
Centro Cultural do Cariri
Bitu Cassundé – Gerente de Patrimônio e Memória

QUA 12 JUN . 15h
Museu Bispo do Rosário
Carolina Rodrigues – Curadora

SEG 17 JUN . 15h 
MASF – Museu de Arte Simões Filho
Augusto Leal – Artista fundador

QUA 19 JUN . 15h 
Museu da Diversidade
Amara Moira – Coordenadora de Exposições e Programação

SEG 24 JUN . 15h
Centro Cultural Vale Maranhão 
Gabriel Gutierrez – Diretor

QUA 26 JUN . 15h
Museu Nacional dos Povos Indígenas
Fernanda Kaingang – Diretora

Conheça os participantes

Amara Moira
Museu da Diversidade – Coordenação de Exposições e Programação

É travesti, feminista, doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp e autora dos livros “E se eu fosse puta” (n-1 edições, 2023) e “Neca + 20 Poemetos Travessos” (O Sexo da Palavra, 2021). Além disso, ela é colunista do UOL Esporte e da plataforma Fatal Model. Atualmente atua como Coordenadora de Exposições, Programação Cultural e do Educativo no Museu da Diversidade Sexual, em São Paulo.

Augusto Leal
MASF – Museu de Arte Simões Filho – Artista fundador

Augusto Leal é artista de Simões Filho, Bahia. Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia. Entende a arte como prática libertadora pois por meio dela consegue elaborar as questões que lhe atravessam e fabular novos mundos. Junto com moradores e artistas da cidade criou, em 2023, o MASF – Museu de Arte de Simões Filho. O museu ocupa uma escadaria na principal avenida de Simões Filho. No mesmo ano a iniciativa foi contemplada com o Prêmio Museu é o Mundo.

Bitu Cassundé
Centro Cultural do Cariri – Gerente de Patrimônio e Memória

Curador, pesquisador, educador, é Gerente de Patrimônio e Memória do Centro Cultural do Cariri (Crato/CE), em 2023 foi curador da segunda edição do Projeto Ling Apresenta no Instituto Ling de Porto Alegre/RS. Foi curador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará e coordenou o Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema da Artes. Integrou a equipe curatorial do projeto À Nordeste, no SESC 24 de Maio/SP em 2019, juntamente com Clarissa Diniz e Marcelo Campos; participou da equipe curatorial do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural e dirigiu o Museu Murillo La Greca. Em 2015, participou da 5ª edição do Prêmio CNI SESI SENAI Marcantonio Vilaça, da equipe curatorial do 19º Festival Videobrasil e do Arte Pará; Com Clarissa Diniz formou a coleção contemporânea do Centro Cultural Banco do Nordeste, vinculado ao projeto Metrô de Superfície. Seus principais projetos curatoriais foram: Leonilson – Sob o Peso dos Meus Amores, no Itaú Cultural e na Fundação Iberê Camargo ; Metrô de Superfície, no Paço das Artes; Metrô de Superfície II, no Centro Cultural São Paulo; Rotas: Desvios e Outros Ciclos, Leonilson Inflamável e Carneiro, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará;  Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhos; Zé – Acervo de Experiências Vitais; À Nordeste. Em 2022 curou Antonio Bandeira: Amar se Aprende Amando, na Pinacoteca do Estado do Ceará, em 2023 a exposição individual de Efrain Almeida, Encarnado, no Centro Cultural do Cariri e em 2024, Bloco do Prazer no Museu de Arte do Rio. Suas últimas pesquisas se dedicam a investigar as relações de trânsito entre as Regiões Norte/Nordeste do Brasil, com ênfase nos ciclos econômicos, fluxos migratórios  e as conexões entre vida, desejo e arte. Questões relacionadas à subjetividade, confissão, intimidade, biografia, também integram suas pesquisas. Atualmente desenvolve pesquisa de doutorado em artes na UFPA/Belém. Vive na cidade do Crato/CE.

Carolina Rodrigues
Museu Bispo do Rosário – Curadora

É historiadora da arte (EBA/UFRJ) e mestre em Artes Visuais, linha de Imagem e Cultura, pelo PPGAV/UFRJ, integrando o Núcleo de Antropologia, Patrimônio e Artes/CNPq. Atualmente, é curadora geral do Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea e articula questões relacionadas às fronteiras do sistema da arte, relações étnico-raciais, territorialidade e gênero, a partir de referências contra-coloniais. Recentemente, contribuiu com o desenvolvimento da concepção curatorial do Museu do Comércio do Sesc RJ enquanto curadora adjunta e pesquisadora, gerenciou projetos na Gerência de Cultura e Arte Firjan SESI e realizou mentoria curatorial no programa de residência Territórios Curatoriais, no MAM Rio.e curatorial do 19º Festival Videobrasil e do Arte Pará; Com Clarissa Diniz formou a coleção contemporânea do Centro Cultural Banco do Nordeste, vinculado ao projeto Metrô de Superfície. Seus principais projetos curatoriais foram: Leonilson – Sob o Peso dos Meus Amores, no Itaú Cultural e na Fundação Iberê Camargo ; Metrô de Superfície, no Paço das Artes; Metrô de Superfície II, no Centro Cultural São Paulo; Rotas: Desvios e Outros Ciclos, Leonilson Inflamável e Carneiro, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará;  Das Viagens, dos Desejos, dos Caminhos; Zé – Acervo de Experiências Vitais; À Nordeste. Em 2022 curou Antonio Bandeira: Amar se Aprende Amando, na Pinacoteca do Estado do Ceará, em 2023 a exposição individual de Efrain Almeida, Encarnado, no Centro Cultural do Cariri e em 2024, Bloco do Prazer no Museu de Arte do Rio. Suas últimas pesquisas se dedicam a investigar as relações de trânsito entre as Regiões Norte/Nordeste do Brasil, com ênfase nos ciclos econômicos, fluxos migratórios  e as conexões entre vida, desejo e arte. Questões relacionadas à subjetividade, confissão, intimidade, biografia, também integram suas pesquisas. Atualmente desenvolve pesquisa de doutorado em artes na UFPA/Belém. Vive na cidade do Crato/CE.

Fernanda Kaingang
Museu Nacional dos Povos Indígenas (Funai) – Diretora

Lucia Fernanda Inácio Belfort Sales, conhecida como Fernanda Kaingáng pertence ao povo indígena Kaingáng do Sul do Brasil. Seu nome em Kaingáng é Jófej e significa a flor de uma erva medicinal. Fernanda Kaingáng é arte educadora do Ponto de Cultura Kanhgág Jãre – Raiz Kaingáng, o primeiro Ponto de Cultura Indígena do Brasil, foi a primeira advogada indígena formada na região Sul do Brasil pela Unijuí e a primeira mestra em Direito no Brasil pela UnB, é ambientalista, defensora de direitos humanos dos povos indígenas, há 24 anos e é doutora em patrimônio cultural e propriedade intelectual na Faculdade de Arqueologia na Universidade de Leiden na Holanda. Fernanda Kaingáng foi assessora da presidência da Fundação Nacional dosPovos Indígenas (Funai) e foi membro fundador do Instituto Kaingáng (Inka) e do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual (Inbrapi). É especialista de povos indígenas pela América Latina na proteção de patrimônio cultural, material e imaterial, perante diferentes órgãos das Nações Unidas e tem acompanhado a discussão do IGC há mais de 15 anos. Lucia Fernanda é organizadora da publicação do Ponto de Cultura Kanhgág Jãre – 15 anos em 2020 e Expressões Culturais Tradicionais Kaingáng em 2021. Publicou a tese de doutorado intitulada “Direitos Negados, Patrimônios Roubados: Desafios para a proteção dos conhecimentos tradicionais, expressões culturais tradicionais e recursos genéticos dos Povos Indígenas no cenário internacional” em outubro de 2023. Atualmente é a Diretora do Museu Nacional dos Povos Indígenas da Fundação Nacional dos Povos Indígenas no contexto do Ministério dos Povos Indígenas.

Gabriel Gutierrez
Centro Cultural Vale Maranhão – Diretor

Gabriel Gutierrez é artista, arquiteto e mora em São Luís do Maranhão. Desde 2017 é diretor e coordenador artístico do Centro Cultural Vale Maranhão.

Gleyce Heitor
Instituto Inhotim – Diretora de Educação

Educadora, pesquisadora e museóloga. Licenciada em História (UFPE), mestra em Museologia e Patrimônio (Unirio-Mast) e doutora em História Social da Cultura (PUC Rio). Atualmente é diretora de Educação do Instituto Inhotim. Foi diretora de Educação e Pesquisa na Oficina Francisco Brennand (PE), diretora do Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake (SP), gerente de Educação e Participação do MAM Rio (RJ), coordenadora pedagógica da Elã – Escola Livre de Artes (Galpão Bela Maré – Observatório de Favelas – RJ), coordenadora de ensino da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ) e assessora e coordenadora pedagógica da Escola do Olhar – Museu de Arte do Rio (RJ). Desenvolveu, através de bolsas de cooperação internacional, estágio na Diretoria de Mediação e Programação Cultural do Museu do Louvre (2016) e residência na Diretoria de Relações Internacionais do Museu das Culturas da Europa e do Mediterrâneo – Mucem (2023). Tem experiência com implementação, acompanhamento e avaliação de programas de educação e formação em instituições culturais e artísticas e com a elaboração de planos museológicos a partir de metodologias participativas. Pesquisa as relações entre arte contemporânea e educação; as interfaces entre a museologia e o pensamento social brasileiro; o direito à memória e as articulações entre lutas sociais e processos de musealização.

Pablo Lafuente
MAM Rio – Diretor Artístico

É escritor, editor e curador. Foi cocurador da 31a Bienal de São Paulo (2014) e das exposições Dja Guata Porã: Rio de Janeiro indígena (Museu de Arte do Rio, 2017-18) e A Singular Form (Secession, Viena, 2014), entre outras. Trabalhou como editor para Afterall e Afterall Books, e entre 2018 e 2020 foi coordenador do Programa CCBB Educativo, no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro. Desde 2020 é diretor artístico do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Renata Sampaio
MAM Rio – Gerente de Educação e Participação

É artista multidisciplinar, educadora e curadora. Mestra em Artes Visuais pela UFPel e graduada em Artes Cênicas pela UNIRIO. Se interessa por temas ligados as questões étnico-raciais, território e intimidade e como essas três chaves informam a arte e a educação no Brasil. Possui 18 anos de experiência em arte-educação, tendo sido coordenadora do programa educativo da 11° e 12° edições da Bienal do Mercosul e coordenadora educativa da 3° edição de Frestas – Trienal de Artes. Atualmente é Gerente de Educação e Participação do MAM Rio.

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O curso museu-território faz parte do projeto Museu-Escola, patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Concremat, Deloitte, Guelt Investimentos, Icatu, JSL e Multiterminais por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.



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