AGENDA

MARÇO 2021

JORNADA DE ESTUDOS HÉLIO OITICICA

Bloco Escola. Coincidindo com o encerramento da exposição “Hélio Oiticica: a dança na minha experiência”, o MAM Rio convida a curadora Vivian Crockett; o crítico de arte Max Jorge Hinderer Cruz e a artista Agrippina R. Manhattan para um processo imersivo de atividades remotas sobre Hélio Oiticica desde suas respectivas pesquisas e em relação com  as demandas e especificidades dos tempos presentes.

Os encontros visam contribuir para a formação de professores, educadores, pesquisadores, colecionadores, artistas visuais e audiovisuais, profissionais da cultura e do museu, bem como pessoas interessadas em conhecer e se aproximar da produção do conhecimento em artes.
A jornada será composta por cursos e debates online, com inscrição prévia.

QUA 3 mar, das 19h às 21h
Três perspectivas, uma prática – Hélio Oiticica
Aula para pesquisadores, estudantes, críticos e curadores de arte.
Vagas: 80 pessoas. Classificação indicativa: 18 anos. Inscrição online: https://mamrio.typeform.com/to/OEdSkIY2

Nos interessa pensar no museu como um espaço de produção de conhecimento. Neste sentido, convidamos Agrippina R. Manhattan, Vivian Crockett e Max Jorge Hinderer Cruz para uma conversa a partir do trabalho e trajetória de Hélio Oiticica desde uma perspectiva contemporânea, em diálogo com as exposições Hélio Oiticica: a dança na minha experiência e Cosmococa: programa in progress. O curso inaugura uma série de encontros nos quais convidaremos diferentes visões para que confluam sobre uma mesma prática artística, obra ou exposição, para que possamos criar repertórios para a reflexão sobre os projetos do museu com e a partir do público.

QUI 4 mar, das 19h às 21h
Ciclo de leitura cinematográfica Hélio Oiticica
Transmissão pelo Youtube do MAM, www.youtube.com/c/MAMRio. Classificação indicativa: 18 anos

Exibição online de filmes de Hélio Oiticica, seguida de uma conversa entre Vivian Crockett e Keyna Eleison em torno de obras cinematográficas presentes na coleção da Cinemateca do MAM que dialogam com o universo intelectual, epistemológico e estético de Hélio Oiticica.

Apocalipopótese – Guerra e Paz (Fragmento) de Raymundo Amado. Brasil, 1968. Documentário. 10’. Exibição em mov (H264). Classificação indicativa: 12 anos + Arte Pública de Jorge Sirito de Vives e Paulo Roberto Martins. Brasil, 1968. Documentário. 14’. Exibição em mov (H264). Classificação indicativa Livre + Loucura e Cultura de Antônio Manuel. Brasil, 1970. Experimental. 9’. + Agripina é Roma-Manhattan de Hélio Oiticica, 1972. 15’. + Battery Park de Hélio Oiticica. 1971. 3’. + Brasil Jorge de Hélio Oiticica 1971-72. 3’. + Cosmococa de Hélio Oiticica e Neville d’Almeida, 1973. 17’. + Fillmore East de Hélio Oiticica 1971-72. 3’. + Gay Pride, 1971, super-8, 9 min. + Haffer’s Office, 1972-73. 3’. + Igreja Notre Dame de Hélio Oiticica. 1972. 2’. + Teresa Jordão de Hélio Oiticica. 1973. 3’. + TV Shots de Hélio Oiticica. 1973. 3’. Exibição em mov (H264). 

SEG 15 – QUA 17 mar, das 19 às 21h
MAM para Educadores: Hélio Oiticica, experimentação e participação
Curso para professores e educadores. Vagas: 95. Inscrições online: formulário, vai ter seleção

Quem é Hélio Oiticica e qual a importância da sua pesquisa artística para a história da arte, no Brasil? Como seu trabalho pode contribuir para uma reflexão, na atualidade, sobre experimentação, participação, trocas e apropriações culturais no campo da arte? A partir dessas questões, convidamos Agrippina R. Manhattan, Vivian Crockett e Max Jorge Hinderer Cruz, para ministrar os 3 encontros nos quais a poética de Hélio Oiticica será posta em debate a partir de sua prática participativa e experimental.

Sobre os convidados

Agrippina R. Manhattan é artista, pesquisadora e travesti de São Gonçalo. “Meu trabalho é parte de uma profunda preocupação sobre tudo aquilo que restringe a liberdade. A palavra, a norma, a hierarquia, o pensamento ou eu mesma. Sinto que não sou obrigada a nada e isso me realiza. Escolhi meu nome e inventei a mim mesma, como escolho um título para um trabalho ou encontrando a tradução do que sinto em poesia. Por tudo aquilo que é possível imaginar mas ainda é impossível de nomear.”

Vivian Crockett é pesquisadora, acadêmica e curadora brasileira-americana com foco na arte moderna e contemporânea das diásporas africanas, diásporas latino-americanas e das Américas nas diversas intersecções de raça, gênero e teoria queer. É doutoranda em história da arte na Columbia University, cuja dissertação examina as práticas e discursos artísticos no Brasil nos anos 1960 e 1970. Crockett trabalhou no Museu de Arte Moderna de San Francisco, foi bolsista do Mellon Museum Research Consortium e atualmente é The Nancy e Tim Hanley Curador Assistente de Arte Contemporânea no Museu de Arte de Dallas. 

Max Jorge Hinderer Cruz é escritor, curador e filósofo boliviano-alemão baseado em La Paz, Bolívia. De março de 2019 a junho de 2020 foi diretor do Museu Nacional de Arte (MNA) em La Paz. Foi também curador do projecto de exposição e publicação “Principio Potosí” (com Alice Creischer e Andreas Siekmann, Museo Reina Sofía, Madrid/Haus der Kulturen der Welt, Berlim/MNA e MUSEF La Paz, 2008-2011), e coordenador do Programa de Ações Culturais Autônomas e do Seminário Público Micropolíticas (com Suely Rolnik, Amilcar Packer e Tatiana Roque, São Paulo, 2014-2016). É autor do livro “Hélio Oiticica e Neville D’Almeida: Block-Experiments in Cosmococa – programa in progress” (com Sabeth Buchmann, Afterall Books/MIT Press, 2013), publicado em português por Azougue/Capacete em 2014. 

ZONA ABERTA

Ateliê móvel na área dos Pilotis do MAM, com patrocínio de Adam Capital e Deloitte. Faixa etária: livre.

SÁB 20 mar, das 14h às 17h
Formas de Escutar – Com Escutadores
Dando continuidade às nossas pesquisas e diálogos em torno da escuta, como questão e matéria para a convivência e a criação, convidamos o coletivo Escutadores para realizarem uma experiência de escuta com o público, a partir do diálogo entre abordagens clínico-artístico de saúde pública, troca e terapia.

ENCONTROS NO MAM

A cada segundo sábado do mês haverá uma conversa com e sobre arte com profissionais convidados e profissionais do MAM, especialmente programas de Residências MAM. A cada mês a conversa adota dinâmicas e temáticas diferentes, compartilhando processos de trabalho, criação e pesquisa que se desenvolvem no museu. Ingressos em www.mam.rio/ingressos

SÁB 13 mar, das 10h às 16h45
Residências MAM | Capacete – Projetos de pesquisa em andamento
Local: Bloco administrativo, segundo andar.
Classificação indicativa: 14 anos. Vagas: 40.

Para marcar a conclusão do projeto de Residências de Pesquisa Capacete | MAM Rio, iniciado em setembro de 2020, organizamos um encontro intensivo, em que os residentes do programa de pesquisa compartilharão as investigações que têm desenvolvido durante seis meses. Com participação de Bruna Camargos, Erika Lemos e Gustavo Barreto, Idjahure Kadiwel, Maria Lucas, Napê Rocha, Pedro Varela e Caio Calafate, e Sallisa Rosa.

Mais informações sobre os participantes em: https://mam.rio/residencias/bolsas-de-pesquisa/

10h às 11h30 – Napê Rocha e Maria Lucas 
11h45 às 13h15 – Idjahure Kadiwel e Sallisa Rosa 
13h15 – Almoço/Dinâmica 
14h30 às 16h45 – Bruna Camargos, Erika Lemos e Gustavo Barreto, e Pedro Varela e Caio Calafate

ACERVO EM FOCO

No último sábado do mês organizamos uma conversa dedicada à uma obra dos acervos do MAM, estudando junto com os públicos suas singularidades e sua história, e explorando diversos caminhos para entender sua possível relevância nos contextos da arte e da cultura.

SÁB 27 mar, às 14h
Políptico do Itamaraty, de Fayga Ostrower, com Antonio Amador.
Faixa etária: livre.

Diálogo sobre a gravura que a artista Fayga Ostrower elaborou em 1968, e que integra a exposição “Fayga Ostrower: formações do avesso”. São 12 vagas. Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

VISITAS PETROBRAS

Os educadores acompanham grupos de até 8 pessoas de qualquer idade, quando dialogam e compartilham olhares, leituras e significados nas exposições do MAM. Agendar em www.mam.rio/ingressos

DOM 7, 21 e 28 mar

10h30 – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

13h30 – Arquitetura MAM – Visita com foco no edifício, projetado por Affonso Eduardo Reidy, e nos Jardins do MAM, de autoria de Roberto Burle Marx. A arquitetura e o paisagismo como arte.

15h – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

PERCURSOS

Monte um grupo de seu relacionamento para ter acesso exclusivo às exposições antes do horário de abertura do museu para o público. Com ingresso de valor diferenciado, o grupo terá direito a reserva no estacionamento e acompanhamento de educadores, que irão propor circuitos de visitação a cada grupo a partir de um percurso previamente escolhido. São apenas duas sessões diárias, para grupos de até 8 pessoas, e seguem todos os protocolos de segurança sanitária. Agendar em www.mam.rio/ingressos

QUINTAS E SEXTAS, às 10h e 11h30

Percursos à escolha: 

Paisagens imaginantes –  Como vemos e sentimos os lugares por onde passamos? A proposta da visita é fazer um percurso da paisagem que vemos na área externa do museu até as paisagens reais ou imaginadas, externas ou internas, presentes nas diversas exposições em cartaz.  

História do MAM – Ao longo de sua história, o MAM realizou inúmeras exposições que marcam até hoje expressões e linguagens das artes visuais, assim como tornou-se um polo para múltiplos eventos e movimentos artísticos na cidade desde sua inauguração. O percurso sugere uma imersão na história do MAM através de exposições, arquitetura, obras e jardins.

Arquitetura MAM – Um percurso através da arquitetura de Affonso Eduardo Reidy enquanto obra motriz. A visita propõe um olhar sobre o marco da arquitetura moderna para além de um recipiente de exposições ou vanguardas artísticas no Rio de Janeiro, mas como obra que instala-se no território da cidade.

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