

A residência Incluir do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro é voltada para pessoas a partir de 18 anos com deficiência de natureza física, mental, intelectual, sensorial ou múltipla, que possuam vínculos formais ou informais com os campos da arte, educação, cultura e museus, e interesse em pensar metodologias de inclusão e políticas de acessibilidade.
As pessoas participantes poderão acompanhar o cotidiano do museu e propor ações que contribuam para o aprimoramento dos processos de acessibilidade a partir de suas experiências. Ao final da residência, cada participante deverá apresentar um relatório ou documento avaliativo sobre sua experiência e suas considerações acerca da acessibilidade nas atividades e no relacionamento com o público.
As atividades da residência Incluir têm duração de dois meses e serão desenvolvidas a partir de um cronograma construído em conjunto com as pessoas residentes, considerando o calendário institucional do MAM Rio e os interesses do programa.
CRONOGRAMA
Inscrições: 1 – 22 de junho de 2026
Período de seleção (análise): 24 – 26 de junho de 2026
Convocatória para entrevistas: 29 de junho de 2026
Entrevistas com pessoas pré-selecionadas: 1 – 3 de julho de 2026
Divulgação do resultado: 8 de julho de 2026
Início da residência: 15 de julho de 2026
Fim da residência: 16 de setembro de 2026
Vagas: 2
Dedicação: cerca de 20 horas semanais
Duração: 2 meses
Funcionamento: formato híbrido (online e presencial)
Remuneração: R$2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) mensais, perfazendo o total de R$5.000,00 (cinco mil reais) por pessoa residente.
Perfil: Pessoa a partir de 18 anos com deficiência de natureza física, mental, intelectual, sensorial ou múltipla, que tenha vínculos formais ou informais com o campo da arte, educação, cultura e museus, e interesse em pensar metodologias para inclusão e construção de políticas de acessibilidade.
CONVOCATÓRIA
Edital
RESULTADO
Janice Mascarenhas
Janice Mascarenhas é uma artista brasileira que transita entre escultura, cabelo, som, audiovisual e tecnologias digitais. Sua prática investiga relações entre corpo, artificialidade, memória e sistemas de suporte, articulando referências da diáspora negra, cultura da internet e imaginários afrofuturistas. Sua aproximação com a arte começa ainda na infância, quando tem contato com o gesso como atividade complementar ao tratamento de epilepsia, condição que afeta sua coordenação motora. Essa experiência atravessa posteriormente sua pesquisa artística, marcada pela criação de objetos, esculturas e dispositivos que tensionam os limites entre organismo, tecnologia e presença. Ao longo de sua trajetória, expandiu sua prática para áreas como programação criativa, inteligência artificial, modelagem 3D e sistemas audiovisuais experimentais utilizando Python, hardware e ferramentas digitais. Seu trabalho já foi apresentado em instituições e espaços como Museu de Arte do Rio (MAR), Centro Cultural Banco do Brasil, Solar dos Abacaxis, SP–Arte, Fortes D’Aloia & Gabriel, MIE Paris e Küsse Berlin.
Yndianna Gouveia
Yndiana Gouveia é graduanda em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela UNICIVE. É técnica em Informática pelo Instituto Benjamin Constant (IBC) e pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). Atua como consultora em acessibilidade digital na Fiocruz e integra a equipe de acessibilidade do Portal SciELO. Seus interesses concentram-se na acessibilidade digital, na inclusão em espaços museais e na relação entre Museologia e tecnologia.
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Bloco Escola é patrocinado pela Petrobras.
O projeto Museu-Escola é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, BTG Pactual, Globo, Janeiro Hotel, Multiterminais e Piemonte por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.
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